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Mato Grosso

Morte de peixes no Rio Teles Pires em MT foi causada pelo baixo nível de oxigênio da água, diz laudo da Sema

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Peixes foram encontrados mortos no Rio Teles Pires — Foto: Pedro Ribas/Bombeiros de Sinop (MT)

Peixes foram encontrados mortos no Rio Teles Pires — Foto: Pedro Ribas/Bombeiros de Sinop MT)

Um laudo da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) apontou que a morte de peixes no Rio Teles Pires nos dias 13 e 14 de junho foi provocada pela falta de oxigênio na água. Não foi identificado o fator principal da mortandade devido à ausência de peixes mortos para ser periciados no dia da vistoria.

A vistoria foi feita no dia 14, após denúncia de moradores que encontraram peixes mortos boiando em um lago formado pela construção da Usina Hidrelétrica. Antes da coleta das amostras da água foram recolhidos 710 kg de peixes mortos.

Segundo os moradores, além dos peixes mortos estão surgindo borbulhas na água, que seriam de peixes tentando acesso à superfície para respirar. A situação seria consequência do surgimento de resíduos na água e, por isso, causou a dificuldade de respiração dos peixes.

De acordo com o gerente da Secretaria, Gabriel Conter, não foi possível fazer análises nos peixes mortos devido o estado de decomposição e só foi possível constatar o baixo nível de oxigenação da água que não está nos parâmetros ideais.

Após o resultado da perícia, a Sema notificou a Usina Hidrelétrica a tomar precauções para remediar a situação, como a instalação de mais 10 aeradores na região onde ocorreram as mortes. Esse equipamento ajudaria no controle do oxigênio da água.

Primeiro caso

O primeiro caso foi em fevereiro, quando pescadores denunciaram o surgimento de peixes mortos na região de Itaúba, a 599 km de Cuiabá. Naquela época, foram recolhidas 13 toneladas de peixes mortos no Rio Teles Pires.

Na primeira aparição, o relatório da Sema apontou negligência por parte da Usina Hidrelétrica pela mortandade dos peixes. Na época, o governo afirmou que a morte foi causada pela alteração da turbidez da água, em função da transposição de sedimentos da barragem.

De acordo com a Sema, a multa aplicada a usina ainda não foi paga porque a empresa pode recorrer da decisão judicial, pois o processo está em andamento.

O órgão ambiental está aguardando o resultado de uma perícia judicial pedida pelo Ministério Público Federal (MPF) determinada pela Advocacia Geral da União (AGU) que irá apontar a dimensão total do impacto ambiental causado pela usina

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Mato Grosso

Posto denunciado por ‘Bomba Baixa’ passa por fiscalização

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil, através da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), em parceria com o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem/Inmetro), realizou na terça-feira (10.12), a fiscalização em mais um posto de combustível da Capital.

As equipes foram até o estabelecimento, localizado na Rodovia BR 364, zona rural, após o recebimento de denúncia de “Bomba Baixa” (quando a quantidade de combustível que entra no veículo é inferior ao demonstrado no visor da bomba) contra o posto.

No local, os fiscais do Ipem/Inmetro realizaram o ensaio para fiscalização/verificação em todos os bicos das bombas de combustíveis existentes no estabelecimento, em um total de 16 e nenhuma irregularidade foi encontrada.

O proprietário do posto estava no local e acompanhou toda a fiscalização e informou que após saber do problema nas bombas pediu na última segunda-feira que o mecânico estivesse na empresa para manutenção de todas as máquinas.

De acordo com o delegado da Decon, Antônio Carlos de Araújo, mesmo não sendo encontradas irregularidades, as ações demonstram que as denúncias estão sendo apuradas pelos órgãos competentes. “Visando garantir o produto (no caso combustível) de qualidade e quantidade correta para ao consumidor”, disse o delegado.

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Fonte: PJC MT

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Mato Grosso

Primeira UTI Aérea de Mato Grosso começa a operar em fevereiro

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A aeronave tem capacidade para dois tripulantes e seis passageiros e autonomia de mais de seis horas de voo

Hérica Teixeira | Sesp-MT

– Foto por: Ciopaer-MT

Uma equipe do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), está nos Estados Unidos da América (EUA) realizando a vistoria da primeira UTI Aérea de Mato Grosso. Após concluída esta etapa, a aeronave modelo Chayenne II XL será trazida para Cuiabá e a previsão é que em fevereiro já esteja operando em todo o Estado.

Com o incremento, o Governo do Estado deve economizar R$ 10 milhões ao ano, com transporte de paciente em situação de emergência.

A aeronave tem capacidade para dois tripulantes e seis passageiros e autonomia de seis horas e 30 minutos de voo. A adequação da aeronave para UTI Aérea custou R$ 800 mil e o valor foi custeado pelo Ministério Público Estadual (MPE), por meio de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

“Estamos aqui para pegar a aeronave após aprovação do projeto de aquisição. Em janeiro a aeronave passará por nacionalização e certificação no Brasil e a previsão que entre em operações a partir de fevereiro de 2020”, destaca o comandante do Ciopaer, coronel PM Juliano Chiroli.

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As atividades do Ciopaer foram regulamentas pelo Governo do Estado em 17 de novembro de 2006, com o objetivo de centralizar em um único órgão o controle, operação e manutenção de aeronaves rotativas e de asas fixas empenhadas em atividades policiais.

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