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MPMT apresenta plataforma usada para monitorar desmatamento a outros MPs

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A plataforma de alertas em tempo real de desmatamento do cerrado e Amazônia Legal utilizada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, deve ser estendida para outros estados. Nesta quinta-feira (23), a iniciativa foi apresentada em reunião virtual realizada pela Comissão do Meio Ambiente do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aos coordenadores de Centros de Apoio Operacional do Meio Ambiente do Pará, Amazonas, Tocantins, Goiás e Maranhão.

Integração de dados de diferentes fontes, economia de tempo e recurso, versatilidade no cruzamento de base de dados e alertas oriundos de diversas instituições brasileiras e estrangeiras são algumas das vantagens da plataforma Satélites Alerta, viabilizada por meio de um termo de cooperação entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e o MPMT.

Durante a apresentação, o chefe da Divisão de Processamento de Imagens do Inpe, Eymar Lopes, explicou que a parceria com o MP teve início em 2018, quando ele foi procurado pelo promotor de Justiça Marcelo Vacchiano. Na ocasião, segundo ele, o Inpe estava desenvolvendo uma plataforma com interface web que foi aperfeiçoada após a celebração de um termo de cooperação com o MPMT.

O desenvolvimento dessa plataforma possibilitou a otimização das tarefas que eram feitas manualmente. Houve também a inclusão de bancos de dados de outras instituições, o que permitiu o cruzamento com dados do CAR (Cadastro Ambiental Rural), entre outros bancos”, explicou.

O Satélites Alerta possibilita análises de dados do Deter, levantamento de alertas de evidências de alteração da cobertura florestal na Amazônia; do Prodes (imagens de satélites da classe LANDSAT); focos e queimadas. Além disso, permite a obtenção de dados estatísticos por municípios, microrregião, reserva legal, sub-bacias, área pantaneira, área de preservação permanente e vegetação nativa.

AVANÇOS EM MT: Segundo o coordenador do Centro de Apoio de Execução Ambiental, Marcelo Vacchiano, desde que o MP começou a usar a plataforma, em maio deste ano, já foram expedidos 174 relatórios oriundos do Prodes e 90 do Deter. Todos os dados foram validados e se tornaram inquéritos civis. O titular da Procuradoria de Justiça Especializada em Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística, Luiz Alberto Esteves Scaloppe, destacou que o sistema é resultado de um acúmulo de conhecimento que poderá auxiliar os outros Ministérios Públicos que implementarem a plataforma.

Com o uso do sensoriamento remoto e vistorias em campo, os órgãos estaduais (Sema, Polícia Ambiental e Corpo de Bombeiros) aplicaram aproximadamente 700 milhões de reais em multas somente em 2020. O Ministério Público Federal, pelo projeto Amazônia Protege, ajuizou ações nas quais investiga aproximadamente 63 mil hectares desmatados em MT. O Ministério Público Estadual abriu investigação em 110 mil hectares de desmatamentos ilegais realizados nos municípios que compõem o Arco Norte em inquéritos civis instaurados nos últimos 60 dias.

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Como está a educação no Brasil?

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Pandemia escancara déficit educacional no país

(Crédito: Divulgação) Por Rodolfo Milone

Todos os anos o assunto é o mesmo, o Brasil está melhorando ou piorando o ensino educacional?. O tema é sempre abordado, mas não é possível ver nenhum avanço real. Com a pandemia batendo nas portas de todos os brasileiros, o déficit educacional no país está escancarado.

Desde o mês de março, todos os alunos da rede pública e privada não estão frequentando mais as aulas presencialmente. Isso trás um impacto significativo, pois milhares de alunos não conseguem ter acesso ao estudo. De acordo com a Tecnologia da Informação e Comunicação(TIC), por volta de 39% dos estudantes de escolas públicas urbanas não têm computador ou tablet em casa.

Esses dados apontam o problema na formação do aluno, que já não é boa em condições normais. Os países mais desenvolvidos ao redor do mundo tem algo em comum, todos têm um alto investimento em pesquisa científica e na tecnologia em ensinos fundamentais. Tal afirmativa é uma antítese para o nosso país, porque alguns estados ficam enquadrados todos os anos pelo TCU e Ministério público por não investirem o mínimo previsto na lei. Vale lembrar, quando as duas Coreias se separam, uma investiu em projetos bélicos e a outra em ensino, agora observe quem é a Coreia do Norte e a Coreia do Sul no cenário internacional.

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Outra análise importante é em relação ao apontamento feito pelo Instituto Unibanco e pela organização Todos pela Educação, que mostra que 95% dos estados implantaram plataformas online de aprendizagem durante a pandemia, mas só 45% estão comprando pacotes de dados para dar acesso gratuito ao conteúdo. Logo é possível ver outra incoerência, pois os pais colocam os filhos na rede pública por não terem disponibilidade financeira.

Brasil é sempre visto como o país do futuro, contudo os reais investimentos na área precisam ser realizados de forma correta, a União transfere recursos para os Estados, porém não realiza investigação para ver se o dinheiro está sendo utilizado corretamente. Por enquanto vemos governantes desviando dinheiro em plena pandemia, o que dirá em na educação. A população precisa começar a se movimentar, para que a nação tire o rótulo do futuro e comece a dar uma realidade para as próximas gerações.

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Nutricionista aponta cinco falsos alimentos saudáveis que estão sabotando sua dieta 

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Créditos – Foto: Divulgação / MF Press Global

Ao tentar equilibrar a alimentação em busca da perda de peso, muitas pessoas acabam caindo na armadilha dos falsos saudáveis. Isso porque, muitos alimentos que parecem inofensivos, são ricos em gorduras ou substâncias químicas que aumentam a ingestão calórica e acabam dificultando o processo de emagrecimento.

A nutricionista Gabi Lodewijks, aponta que muitos deles são os produtos anunciados como light ou diet. “Uma boa dica é sempre olhar o rótulo. Essas nomenclaturas quase sempre são as responsáveis por gerar essa confusão. Nos refrigerantes Lights, por exemplo, há grande teor de sódio. Já no chocolate diet, a quantidade de gordura é bem maior”, alerta.

Ainda que os falsos saudáveis existam, a nutricionista aponta que não é preciso apontá-los como vilões, podendo ser encaixados em uma dieta ou reeducação alimentar de acordo com o objetivo.  “É a quantidade de consumo desses alimentos que vai ditar se eles vão atrapalhar ou não a perda de peso. O problema é que, ao pensar que são saudáveis, as pessoas tendem a consumi-los sem restrições”, alerta.

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Confira os cinco alimentos que não são tão saudáveis quanto parecem:

Gelatina

Apesar de parecer uma alimentação leve, a gelatina não deixa de ser um alimento processado, que possui conservantes, corantes e açúcares em sua composição. Em crianças, o consumo exacerbado pode levar ao desenvolvimento de problemas gástricos e até alergia.

Barra de cereais

Um dos lanches “fitness” mais rápidos adotados, não é tão nutricional assim. Esse snack, pode esconder gorduras e açúcares na composição, em especial os com cobertura de chocolate.  Na hora de comprar, a nutricionista aponta que é preciso ter atenção ao rótulo. Cereais e oleaginosas devem ser os primeiros da lista. Para verificar os açúcares procure por nomes como xarope de glicose, glucose de milho, açúcar invertido ou maltodextrina. “Optar por um mix de frutas secas pode ser uma saída melhor para o lanchinho da tarde”, recomenda.

Granola

Caso o cliente não preste atenção em qual granola está comprando, pode cair em uma pegadinha e consumir mais açúcar do que gostaria. “Compre versões sem compostos cristalizados, além disso, a granola de boa procedência possui grãos e sementes em maior quantidade”, recomenda Gabi.

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Pao integral 

Por não haver legislação que regule quando de fato um alimento é integral ou não, muitos pães ditos integrais vêm com farinha branca em maior quantidade. “Quando for comprar, a farinha integral deve ser a primeira da lista, o que significa que é o ingrediente em maior quantidade no produto”.

Peito de peru

Mesmo pouco calórico quando em comparação com demais carnes, o peito de peru não deixa de ser um alimento embutido e, portanto, rico em sódio, corantes e conservantes.  Duas fatias médias podem conter até 500 mg de sódio, 1/4 do valor diário recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

 

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