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Mulher consegue emagrecer 45 kg com dieta, jejum e exercícios em casa

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Tanique Johnson conseguiu emagrecer 45 kg apenas com exercícios, jejum e dieta. A coach, que já chegou a pesar 119 quilos, contou em entrevista ao portal Women’s Health
que mudou seus hábitos quando sentiu os joelhos estralando. “Meu peso me deu joelhos tremulos com apenas 23 anos de idade”, diz.

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Reprodução/Instagram thickfitqueen_

Tanique Johnson conseguiu emagrecer 45 kg ao adotar uma rotina de dietam jejum e exercícios em casa


Tanique afirmou que não viu a necessidade de emagrecer
antes porque nunca sentiu que seu corpo era diferente ao de outras pessoas da mesma idade. Entretanto, ela também admitiu que não tinha hábitos alimentares bons e saudáveis. “Comia fast-food, pão e queijo. Às vezes eu até comia leite condensado”, confessa a jovem.

A mulher continua o relato falando sobre como era a sua vida antes de iniciar a mudança. “Entrei na equipe de atletismo por um ano, mas mantive minha alimentação pouco saudável. Na faculdade, as coisas realmente saíram do controle”.

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Tanique percebeu que precisava emagrecer quando foi ao médico


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Reprodução/Instagram thickfitqueen_

A coach sentiu a necessidade de emagrecer após ir ao médico e ver que pesava 119 kg: “Fiquei constrangida”


A alteração no estilo de vida começou com uma visita ao médico no ano de 2016. “Quando consultei meu médico, fiquei constrangida ao saber que pesava 119 quilos”, declara ela, que também afirmou ser esse o motivo de seus joelhos estralarem enquanto caminhava. “Eu não queria descobrir onde eu estaria daqui a cinco anos se continuasse assim”.

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Após perceber a gravidade da situação, Tanique então iniciou a mudança de hábitos e a reeducação alimentar. “Comecei a seguir vídeos do Instagram postados por vários profissionais de Educação Física e passei a comer mais vegetais – e menos fast-food – e, pela primeira vez, eu estava aderindo a um estilo de vida mais saudável e parei de inventar desculpas”, conta.

De início, a jovem estabeleceu metas para facilitar na hora de emagrecer e conquistar mais qualidade de vida. Quase dois anos depois, em 2018, ela já havia perdido mais de 36 quilos.

Para ajudar outras pessoas, ela criou uma página no Instagram e começou a postar vídeos de sua rotina diária, incluindo os treinos que fazia em casa. A reeducação alimentar
 conta com um jejum também. “Eu jejuo entre as 18h às 0h, período no qual eu tomo apenas café preto e água com limão. Depois do jejum, como muitos vegetais e proteínas e menos carboidratos”, conta.


Agora com 83 quilos, Tanique ressalta a importância da dieta
no seu processo para emagrecer e melhorar seu bem-estar. “Descobri que o jejum ajudou a reduzir meus desejos. Eu penso se quero comer só porque estou estressada ou porque estou realmente com fome”, pontua a jovem.

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A coach enfatiza ainda o papel fundamental que parentes e amigos exerceram ao ajudá-la em todas as etapas. “Felizmente, tenho familiares e amigos que me apoiaram nesta jornada e abraçaram minha mudança de estilo de vida tanto quanto eu”.

Tanique declara se sentir mais orgulhosa com sua disciplina para emagrecer
. “Embora eu ainda esteja trabalhando nos aspectos mentais – às vezes é mais fácil mudar o seu corpo do que a sua mente, – eu me sinto mais orgulhosa a cada dia”, diz ela.

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Deputados de MT apresentam moção de repúdio e protesto contra ‘Lei Neymar da Penha’

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Por encaminhamento da Câmara Setorial Temática de Combate à Violência Contra a Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, os deputados Janaina Riva (MDB) e Wilson Santos (PSBD) apresentaram moção de repudio e protesto contra o teor do Projeto de Lei 3369/2019, proposto pelo deputado Federal Carlos Jordy (Vice-líder do Governo) batizado de “Lei Neymar da Penha”.

“É importante frisar que essa moção atinge tão somente o teor do projeto, não alcançando suas características constitucionais, uma vez que o deputado federal, que foi legitimamente eleito, possui a prerrogativa de propor ações legislativas, as quais eu a Câmara Temática defendemos. O repúdio se dá na ação midiática que, sem contextualizar e fazer o devido resgate histórico, modifica sem critérios técnicos, um dispositivo criminalizador e, no caso específico, afeta muito o tema”, explica a deputada.

Segundo Janaina, o PL ‘Neymar da Penha’ visa aumentar a penalidade para quem faz falsas acusações de crimes contra a dignidade sexual, porém, vale ressaltar que, em regra, os delitos contra a dignidade sexual e agressões não costumam possuir testemunhas já que geralmente praticados pelo agressor contra a vítima a sós. Para ela o projeto dificulta e desencoraja ainda mais as mulheres vítimas a denunciarem os agressores.

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“A mulher que é vítima de qualquer agressão, seja ela moral, física ou sexual geralmente tem muita dificuldade em denunciar o agressor justamente pelo julgamento e pela dificuldade de provar. E é por isso que palavra da vítima possui grande valor, quando analisada com o conjunto probatório. A mulher vítima de violência percorre um difícil caminho, até chegar à penalização do autor. Algumas acabam sendo revitimizadas, com os julgamentos sociais, com a mídia e, também, com o sistema de justiça. Não é possível permitir a inversão dos papéis, pois a legislação deve ser o principal canal a evidenciar a real vítima e o verdadeiro agressor. A cultura do estupro é percebida sempre na culpabilização e objetificação da vítima e neste sentido esse projeto de lei contraria ao que o país vive na atualidade, no que diz respeito ao enfrentamento e combate à violência contra as mulheres, máxime, a sexual”, afirma.

A deputada lembra ainda que a Lei Maria da Penha é o instrumento mais importante do País no enfrentamento à violência no âmbito doméstico e familiar, merecendo ser reconhecida nacionalmente, como é fora do Brasil. Segundo ela, a moção de repúdio e protesto se dá também ao desrespeito à Maria da Penha, mulher que dá nome à Lei e precisou recorrer às cortes internacionais para que o autor das sucessivas agressões que sofreu fosse punido, justamente por não encontrar amparo da legislação brasileira.

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“É de grande preocupação da Câmara Temática de Combate à Violência Contra a Mulher a forma desrespeitosa com que Maria da Penha Fernandes, que deu nome à Lei Maria da Penha, está sendo tratada no momento, passando, também, pela revitimação. O Brasil recebeu como recomendação internacional que a Lei 11.340\2006 fosse conhecida como Lei Maria da Penha, justamente para homenagear essa mulher vítima de violência doméstica que o País não havia dado o merecido tratamento quando sofreu as agressões. Apelidar o PL 3369\2019, de “Lei Neymar da Penha” é ofender à todas as mulheres brasileiras indistintamente. Esse projeto oferece ameaça às mulheres vítimas de estupro, que por anos a fio sofreram invisibilidade e julgamento com as discriminações e preconceitos vivenciados”, finaliza.

Assessoria de Imprensa

Jornalista Laura Petraglia – Audiovisual Jardel Silva

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Convidados querem levar 8 pessoas à casamento e web reage: “Não é um churrasco”

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Imagina só você convidar um casal para seu casamento e depois eles “informarem” que vão levar mais oito pessoas com eles? Esses noivos passaram por isso, e a situação viralizou nas redes sociais.

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casamento
Reprodução/The Sun

Casal convidado para um casamento decide levar mais 8 pessoas com eles e internautas reagem: “Não é um churrasco”


O caso foi compartilhado no Facebook e chamou a atenção dos internautas. “Um casal foi convidado para o casamento
e eles decidiram chamar outras 8 pessoas!”, diz a postagem.

Os noivos
entregaram o convite e pediram para o casal em questão responder “gentilmente até 15 de abril de 2019” quantas pessoas da família iriam à cerimônia, e eles apontaram que “10 pessoas vão comparecer”.

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Na parte em branco, a dupla ainda especifica: “Seis adultos, quatro crianças”. Além disso, eles levantaram a hipótese de uma 11ª pessoa também ir ao evento.

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Na web, a publicação gerou diversos comentários. “É um casamento, não é churrasco”, escreve um internauta. “Eu ligaria para eles e diria ‘não’. Se as outras pessoas fossem convidadas, elas teriam recebido um convite
”, opina outro.

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Uma usuária da rede social compartilhou história semelhante que ela viveu ao ter convidados surpresas na festa de casamento
. “Tiveram a coragem de reclamar do bolo (nós tínhamos feito um muito pequeno, só para nós)”, conta.

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