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Mulher descobre gravidez 30 minutos antes do parto acontecer

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A norte-americana Ally Opfer entrou em trabalho de parto logo após terminar um longo dia de trabalho. Essa parece uma história de gravidez como outra qualquer, no entanto, um detalhe faz toda a diferença: a jovem não sabia que estava grávida. “Acordei me sentindo absolutamente normal, sem saber o que estava prestes a passar”, escreve em relato publicado no site “CafeMom”.

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Ally Opfer passou um dia todo sentindo dores, mas só descobriu gravidez trinta minutos antes do parto
Reprodução/Instagram/@ALLLLYY_OP

Ally Opfer passou um dia todo sentindo dores, mas só descobriu gravidez trinta minutos antes do parto

Ela conta que ainda pela manhã começou a sentir câibras, mas jamais imaginou que seria uma gravidez
. “Ela foi gradualmente se tornando algo mais doloroso, então eu percebi que estava próximo o dia da minha menstruação, já que eu já tinha sangrado um pouco também”, diz. Ally foi para o trabalho e continuou o seu dia normalmente, apesar da dor.

“Na manhã seguinte, minha irmã me acordou e eu disse a ela que estava com cãibras horríveis, que nada ajudava a passar e que eu tinha ficado acordada a noite inteira sentindo dor”, lembra. Naquele dia, Ally ficou o tempo todo na cama até sua mãe voltar do trabalho. Ela até fez um teste para saber se estava grávida, mas o resultado deu negativo. Então, com cólicas e cãibras ficando cada vez piores, ela decidiu ir ao hospital.

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Descoberta da gravidez


Ally Opfer fez um teste de gravidez, mas o resultado foi negativo e só descobriu que estava em trabalho de parto no hospital
Reprodução/Instagram/@ALLLYY_OP

Ally Opfer fez um teste de gravidez, mas o resultado foi negativo e só descobriu que estava em trabalho de parto no hospital

Após alguns exames de sangue e um ultrassom, o médico deu a ela uma notícia surpreendente. “Você já esteve grávida antes?, ele perguntou. É claro que eu disse ‘não’, mas muito confusa. Ele disse: bem, parece que você está com 38 semanas de gestação e 10 centímetros de dilatação. Você está em trabalho de parto
e precisamos levá-la para dar à luz agora”, conta.

“Eu entrei em choque. Não estava pronta para ter um bebê. Eu não podia ter um bebê naquele momento. Meu rosto ficou branco e eu comecei a chorar e a gritar. Eu fui ter meu filho aterrorizada”, completa.

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Os médicos descobriram que Ally tinha pré-eclâmpsia, então, ela precisou passar por uma cesárea
de emergência. E, trinta minutos após a notícia de que estava grávida, o bebê já havia nascido bem e com saúde. Oliver chegou na família como um marco, já que foi o primeiro menino a nascer depois de 43 anos desde que o último membro masculino da família veio ao mundo.

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Apesar da surpresa da família em relação à gravidez
, todos ficaram felizes com a notícia. “Minha família inteira estava cheia de alegria por ter esse presente mágico e inesperado. Ele é o primeiro neto dos meus pais”, fala a norte-americana.

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Carla ‘Bora’ é agredida pelo namorado em Cuiabá

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Betell Fontes – Folha 360

Carla 'Bora' é agredida pelo namorado em Cuiabá

Foto: Instagram

A digital influencer Carla ‘Bora’ Reis foi agredida pelo seu namorado, na madrugada desta sexta-feira (24), em Cuiabá. Ela usou sua pagina no Instagram que possui mais de 530 mil seguidores para relatar o ocorrido.

Carla Bora ficou conhecida na internet por causa da voz grossa e pelo bordão “Bora? Bora tomar uma?. Após estourar na mídia, foi contratada pela RedeTV, onde participou do programa Encrenca.

A influencer relatou que já fez denúncia da agressão para as autoridades e utilizou as redes sociais para alertar outras mulheres. Em seguida ela mostrou uma suposta mensagem de seu namorado lhe pedindo desculpa e prometendo um noivado para reatar o relacionamento.

Carla conta que é difícil sair de um relacionamento, ainda mais quando se ama a pessoa, mas lembra que é preciso amar a si mesma em primeiro lugar.

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Mulher

Deputados de MT apresentam moção de repúdio e protesto contra ‘Lei Neymar da Penha’

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Por encaminhamento da Câmara Setorial Temática de Combate à Violência Contra a Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, os deputados Janaina Riva (MDB) e Wilson Santos (PSBD) apresentaram moção de repudio e protesto contra o teor do Projeto de Lei 3369/2019, proposto pelo deputado Federal Carlos Jordy (Vice-líder do Governo) batizado de “Lei Neymar da Penha”.

“É importante frisar que essa moção atinge tão somente o teor do projeto, não alcançando suas características constitucionais, uma vez que o deputado federal, que foi legitimamente eleito, possui a prerrogativa de propor ações legislativas, as quais eu a Câmara Temática defendemos. O repúdio se dá na ação midiática que, sem contextualizar e fazer o devido resgate histórico, modifica sem critérios técnicos, um dispositivo criminalizador e, no caso específico, afeta muito o tema”, explica a deputada.

Segundo Janaina, o PL ‘Neymar da Penha’ visa aumentar a penalidade para quem faz falsas acusações de crimes contra a dignidade sexual, porém, vale ressaltar que, em regra, os delitos contra a dignidade sexual e agressões não costumam possuir testemunhas já que geralmente praticados pelo agressor contra a vítima a sós. Para ela o projeto dificulta e desencoraja ainda mais as mulheres vítimas a denunciarem os agressores.

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“A mulher que é vítima de qualquer agressão, seja ela moral, física ou sexual geralmente tem muita dificuldade em denunciar o agressor justamente pelo julgamento e pela dificuldade de provar. E é por isso que palavra da vítima possui grande valor, quando analisada com o conjunto probatório. A mulher vítima de violência percorre um difícil caminho, até chegar à penalização do autor. Algumas acabam sendo revitimizadas, com os julgamentos sociais, com a mídia e, também, com o sistema de justiça. Não é possível permitir a inversão dos papéis, pois a legislação deve ser o principal canal a evidenciar a real vítima e o verdadeiro agressor. A cultura do estupro é percebida sempre na culpabilização e objetificação da vítima e neste sentido esse projeto de lei contraria ao que o país vive na atualidade, no que diz respeito ao enfrentamento e combate à violência contra as mulheres, máxime, a sexual”, afirma.

A deputada lembra ainda que a Lei Maria da Penha é o instrumento mais importante do País no enfrentamento à violência no âmbito doméstico e familiar, merecendo ser reconhecida nacionalmente, como é fora do Brasil. Segundo ela, a moção de repúdio e protesto se dá também ao desrespeito à Maria da Penha, mulher que dá nome à Lei e precisou recorrer às cortes internacionais para que o autor das sucessivas agressões que sofreu fosse punido, justamente por não encontrar amparo da legislação brasileira.

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“É de grande preocupação da Câmara Temática de Combate à Violência Contra a Mulher a forma desrespeitosa com que Maria da Penha Fernandes, que deu nome à Lei Maria da Penha, está sendo tratada no momento, passando, também, pela revitimação. O Brasil recebeu como recomendação internacional que a Lei 11.340\2006 fosse conhecida como Lei Maria da Penha, justamente para homenagear essa mulher vítima de violência doméstica que o País não havia dado o merecido tratamento quando sofreu as agressões. Apelidar o PL 3369\2019, de “Lei Neymar da Penha” é ofender à todas as mulheres brasileiras indistintamente. Esse projeto oferece ameaça às mulheres vítimas de estupro, que por anos a fio sofreram invisibilidade e julgamento com as discriminações e preconceitos vivenciados”, finaliza.

Assessoria de Imprensa

Jornalista Laura Petraglia – Audiovisual Jardel Silva

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