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Mulher processa salão por “destruir” seu cabelo e pede R$ 83 mil de indenização

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Jessica Bray está processando o salão Saint James Hair Studio, na cidade de Melbourne, em Vitória, na Austrália, após um procedimento de beleza malsucedido. “Disseram para eu raspar o cabelo por causa dos danos”, diz ela ao portal News
.

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cabelo
Reprodução/The Sun

Jessica Bray antes e depois dos procedimentos capilares no salão Saint James Hair Studio, que fica na Austrália


Jéssica alega que no início o trabalho da equipe do salão era muito satisfatório. No entanto, os profissionais começaram a errar na manutenção do seu cabelo
. “De início, eu pensei que era uma vez e que eles consertaram isso para minha satisfação”, fala.

Os fios foram, aos poucos, ficando cada vez mais frágeis e quebradiços, o que também contribuiu para a diminuição da  autoestima 
dela. Mais uma vez, Jéssica voltou ao salão para tentar resolver o problema. “Eu puxei os fios com cuidado e eles caíram na minha mão. O dono viu e correu para me ajudar”, desabafa. No entanto, não conseguiram reverter a situação.

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Então, ela decidiu visitar outro estabelecimento para arrumar as mechas
. Segundo ela, o cabelereiro ficou chocado com o tratamento recebido e com o estado edos fios. O profissional também relatou a necessidade de reconstruir as raízes da moça para reparar os danos. “O cabelo tem um papel importante, é uma coisa muito grande para uma mulher”, enfatiza ela.

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Jéssica pede indenização após o estrago no cabelo


Mulher de costas mostrando cabelo danificado
Reprodução/The Sun

Cabelo de Jessica após os procedimentos capilares. “Disseram para eu raspar o cabelo por causa dos danos”

O caso aconteceu em abril de 2018, mas até hoje Jéssica sofre com a queda incessante dos seus fios. Por isso, está processando o estabelecimento. A mulher pede US$ 30.230,60 – equivalente a R$ 83 mil – de indenização por danos morais, incluindo R$ 41 mil por humilhação e aflição e aproximadamente R$ 5.200 por uma peruca que ela teve que comprar.

Danica Buljan, membro do Tribunal Civil e Administrativo de Vitória, revela ainda que o salão infringiu a lei ao deixar de prestar serviços de qualidade e com cuidado ao consumidor. Jessica diz que não teve uma audiência justa e deseja rever a decisão.

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Danica decidiu que Jéssica tem direito ao reembolso de US$ 270 (R$ 741) pelo serviço prestado e determinou uma indenização de US$ 114 (R$ 313) pela consulta ao psicólogo, que ela fez por causa da humilhação e da angústia.

No entanto, James Yong, dono do salão, afirmou ao jornal  Sydney Morning Herald
 que o embate entre eles já teria sido resolvido. “O cabelo é como arte, é subjetivo. Eu acho que é bom, mas o cliente pode não gostar ”, pontua Yong.

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Deputados de MT apresentam moção de repúdio e protesto contra ‘Lei Neymar da Penha’

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Por encaminhamento da Câmara Setorial Temática de Combate à Violência Contra a Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, os deputados Janaina Riva (MDB) e Wilson Santos (PSBD) apresentaram moção de repudio e protesto contra o teor do Projeto de Lei 3369/2019, proposto pelo deputado Federal Carlos Jordy (Vice-líder do Governo) batizado de “Lei Neymar da Penha”.

“É importante frisar que essa moção atinge tão somente o teor do projeto, não alcançando suas características constitucionais, uma vez que o deputado federal, que foi legitimamente eleito, possui a prerrogativa de propor ações legislativas, as quais eu a Câmara Temática defendemos. O repúdio se dá na ação midiática que, sem contextualizar e fazer o devido resgate histórico, modifica sem critérios técnicos, um dispositivo criminalizador e, no caso específico, afeta muito o tema”, explica a deputada.

Segundo Janaina, o PL ‘Neymar da Penha’ visa aumentar a penalidade para quem faz falsas acusações de crimes contra a dignidade sexual, porém, vale ressaltar que, em regra, os delitos contra a dignidade sexual e agressões não costumam possuir testemunhas já que geralmente praticados pelo agressor contra a vítima a sós. Para ela o projeto dificulta e desencoraja ainda mais as mulheres vítimas a denunciarem os agressores.

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“A mulher que é vítima de qualquer agressão, seja ela moral, física ou sexual geralmente tem muita dificuldade em denunciar o agressor justamente pelo julgamento e pela dificuldade de provar. E é por isso que palavra da vítima possui grande valor, quando analisada com o conjunto probatório. A mulher vítima de violência percorre um difícil caminho, até chegar à penalização do autor. Algumas acabam sendo revitimizadas, com os julgamentos sociais, com a mídia e, também, com o sistema de justiça. Não é possível permitir a inversão dos papéis, pois a legislação deve ser o principal canal a evidenciar a real vítima e o verdadeiro agressor. A cultura do estupro é percebida sempre na culpabilização e objetificação da vítima e neste sentido esse projeto de lei contraria ao que o país vive na atualidade, no que diz respeito ao enfrentamento e combate à violência contra as mulheres, máxime, a sexual”, afirma.

A deputada lembra ainda que a Lei Maria da Penha é o instrumento mais importante do País no enfrentamento à violência no âmbito doméstico e familiar, merecendo ser reconhecida nacionalmente, como é fora do Brasil. Segundo ela, a moção de repúdio e protesto se dá também ao desrespeito à Maria da Penha, mulher que dá nome à Lei e precisou recorrer às cortes internacionais para que o autor das sucessivas agressões que sofreu fosse punido, justamente por não encontrar amparo da legislação brasileira.

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“É de grande preocupação da Câmara Temática de Combate à Violência Contra a Mulher a forma desrespeitosa com que Maria da Penha Fernandes, que deu nome à Lei Maria da Penha, está sendo tratada no momento, passando, também, pela revitimação. O Brasil recebeu como recomendação internacional que a Lei 11.340\2006 fosse conhecida como Lei Maria da Penha, justamente para homenagear essa mulher vítima de violência doméstica que o País não havia dado o merecido tratamento quando sofreu as agressões. Apelidar o PL 3369\2019, de “Lei Neymar da Penha” é ofender à todas as mulheres brasileiras indistintamente. Esse projeto oferece ameaça às mulheres vítimas de estupro, que por anos a fio sofreram invisibilidade e julgamento com as discriminações e preconceitos vivenciados”, finaliza.

Assessoria de Imprensa

Jornalista Laura Petraglia – Audiovisual Jardel Silva

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Mulher

Convidados querem levar 8 pessoas à casamento e web reage: “Não é um churrasco”

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Imagina só você convidar um casal para seu casamento e depois eles “informarem” que vão levar mais oito pessoas com eles? Esses noivos passaram por isso, e a situação viralizou nas redes sociais.

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casamento
Reprodução/The Sun

Casal convidado para um casamento decide levar mais 8 pessoas com eles e internautas reagem: “Não é um churrasco”


O caso foi compartilhado no Facebook e chamou a atenção dos internautas. “Um casal foi convidado para o casamento
e eles decidiram chamar outras 8 pessoas!”, diz a postagem.

Os noivos
entregaram o convite e pediram para o casal em questão responder “gentilmente até 15 de abril de 2019” quantas pessoas da família iriam à cerimônia, e eles apontaram que “10 pessoas vão comparecer”.

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Na parte em branco, a dupla ainda especifica: “Seis adultos, quatro crianças”. Além disso, eles levantaram a hipótese de uma 11ª pessoa também ir ao evento.

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Na web, a publicação gerou diversos comentários. “É um casamento, não é churrasco”, escreve um internauta. “Eu ligaria para eles e diria ‘não’. Se as outras pessoas fossem convidadas, elas teriam recebido um convite
”, opina outro.

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Uma usuária da rede social compartilhou história semelhante que ela viveu ao ter convidados surpresas na festa de casamento
. “Tiveram a coragem de reclamar do bolo (nós tínhamos feito um muito pequeno, só para nós)”, conta.

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