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Noiva se recusa a servir pratos veganos: “Eles podem levar a própria comida”

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Mais uma noiva está causando na web. Dessa vez, a mulher que está prestes a se casar se recusa a disponibilizar opções de comida para veganos em seu casamento. Em um fórum de casamentos na internet, ela explica que não vai fazer um cardápio especial para que não come carne e pede para as pessoas veganas levarem sua própria refeição para a festa. 

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Noiva pede para veganos levarem seu próprio alimento para a festa de casamento, e web reage


A noiva inicia a publicação pedindo conselho dos demais participantes do fórum online sobre os veganos
. Logo após, ela diz: “Em nenhum lugar do convite está perguntando o que os convidados querem comer”.

A mulher, que não teve a identidade revelada, explica que os convidados veganos usaram uma postagem dela no Facebook para expor a necessidade de pratos para pessoas que não comem nada de origem animal.

“Uma amiga do meu noivo escreveu que ela e o marido são veganos e o cardápio tem coisas que eles não comem. E que se nós tivéssemos alguma pergunta, era para ligar”, escreveu a noiva, que declara ainda ter sentido incomodada com o comentário a ponto de acabar ignorando ele.

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A moça continua o desabafo falando sobre uma outra publicação na rede social, dessa vez feita pelo seu noivo. Na ocasião, uma das pessoas veganas comentou novamente sobre as opções no cardápio do casamento,
pedindo dois pratos veganos.

Para comprovar ainda mais insatisfação com as exigências dos convidados, a noiva faz questão de reforçar o nível de importância que esse assunto tem para eles. “Se nossos pais precisam [de um prato especial], ok, claro. Mas para eles, não”, diz ela.

Concluindo o texto, a mulher afirma que tacos de carne e frango serão as opções disponíveis para a festa e sugere ao casal vegano que eles levem sua própria comida ou peçam em um restaurante próximo ao local – que serve churrasco, de acordo com ela –, mas com o dinheiro deles. “O que eles vão comer? A alface e o feijão?”, questiona a noiva no grupo de casamentos online.

Veganos merecem cardápio especial? 


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Tem gente que acha que a noiva deve, sim, se preocupar com os veganos que estarão em seu casamento


Nas redes sociais, o assunto acabou se tornando pauta para debates. Um usuário do Facebook escreveu: “Se eu convido alguém para meu casamento
, eu já deveria saber que essa pessoa é vegana”.

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O internauta também exemplifica a questão. “Meu irmão não pode comer nozes e amendoim, ele vai morrer [se comer]. Sei que isso é muito extremo, mas eles deveriam ter opções de comida para pessoas com necessidades dietéticas”. 

Outra pessoa opinou sobre o tratamento que o casal vegano estava recebendo dos noivos. “Se eles são importantes o suficiente para mim que eu estou os convidando, eu faria de tudo para eles terem um bom evento, o que significa permitir que eles tenham o que comer”, pontuou.

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Entre os demais comentários, há internautas pedindo para os noivos comunicarem com antecedência quais são os pratos disponíveis, assim, convidados  veganos
, podem se programar e irem preparados ao evento.

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Mulher

Deputados de MT apresentam moção de repúdio e protesto contra ‘Lei Neymar da Penha’

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Por encaminhamento da Câmara Setorial Temática de Combate à Violência Contra a Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, os deputados Janaina Riva (MDB) e Wilson Santos (PSBD) apresentaram moção de repudio e protesto contra o teor do Projeto de Lei 3369/2019, proposto pelo deputado Federal Carlos Jordy (Vice-líder do Governo) batizado de “Lei Neymar da Penha”.

“É importante frisar que essa moção atinge tão somente o teor do projeto, não alcançando suas características constitucionais, uma vez que o deputado federal, que foi legitimamente eleito, possui a prerrogativa de propor ações legislativas, as quais eu a Câmara Temática defendemos. O repúdio se dá na ação midiática que, sem contextualizar e fazer o devido resgate histórico, modifica sem critérios técnicos, um dispositivo criminalizador e, no caso específico, afeta muito o tema”, explica a deputada.

Segundo Janaina, o PL ‘Neymar da Penha’ visa aumentar a penalidade para quem faz falsas acusações de crimes contra a dignidade sexual, porém, vale ressaltar que, em regra, os delitos contra a dignidade sexual e agressões não costumam possuir testemunhas já que geralmente praticados pelo agressor contra a vítima a sós. Para ela o projeto dificulta e desencoraja ainda mais as mulheres vítimas a denunciarem os agressores.

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“A mulher que é vítima de qualquer agressão, seja ela moral, física ou sexual geralmente tem muita dificuldade em denunciar o agressor justamente pelo julgamento e pela dificuldade de provar. E é por isso que palavra da vítima possui grande valor, quando analisada com o conjunto probatório. A mulher vítima de violência percorre um difícil caminho, até chegar à penalização do autor. Algumas acabam sendo revitimizadas, com os julgamentos sociais, com a mídia e, também, com o sistema de justiça. Não é possível permitir a inversão dos papéis, pois a legislação deve ser o principal canal a evidenciar a real vítima e o verdadeiro agressor. A cultura do estupro é percebida sempre na culpabilização e objetificação da vítima e neste sentido esse projeto de lei contraria ao que o país vive na atualidade, no que diz respeito ao enfrentamento e combate à violência contra as mulheres, máxime, a sexual”, afirma.

A deputada lembra ainda que a Lei Maria da Penha é o instrumento mais importante do País no enfrentamento à violência no âmbito doméstico e familiar, merecendo ser reconhecida nacionalmente, como é fora do Brasil. Segundo ela, a moção de repúdio e protesto se dá também ao desrespeito à Maria da Penha, mulher que dá nome à Lei e precisou recorrer às cortes internacionais para que o autor das sucessivas agressões que sofreu fosse punido, justamente por não encontrar amparo da legislação brasileira.

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“É de grande preocupação da Câmara Temática de Combate à Violência Contra a Mulher a forma desrespeitosa com que Maria da Penha Fernandes, que deu nome à Lei Maria da Penha, está sendo tratada no momento, passando, também, pela revitimação. O Brasil recebeu como recomendação internacional que a Lei 11.340\2006 fosse conhecida como Lei Maria da Penha, justamente para homenagear essa mulher vítima de violência doméstica que o País não havia dado o merecido tratamento quando sofreu as agressões. Apelidar o PL 3369\2019, de “Lei Neymar da Penha” é ofender à todas as mulheres brasileiras indistintamente. Esse projeto oferece ameaça às mulheres vítimas de estupro, que por anos a fio sofreram invisibilidade e julgamento com as discriminações e preconceitos vivenciados”, finaliza.

Assessoria de Imprensa

Jornalista Laura Petraglia – Audiovisual Jardel Silva

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Mulher

Convidados querem levar 8 pessoas à casamento e web reage: “Não é um churrasco”

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Imagina só você convidar um casal para seu casamento e depois eles “informarem” que vão levar mais oito pessoas com eles? Esses noivos passaram por isso, e a situação viralizou nas redes sociais.

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Reprodução/The Sun

Casal convidado para um casamento decide levar mais 8 pessoas com eles e internautas reagem: “Não é um churrasco”


O caso foi compartilhado no Facebook e chamou a atenção dos internautas. “Um casal foi convidado para o casamento
e eles decidiram chamar outras 8 pessoas!”, diz a postagem.

Os noivos
entregaram o convite e pediram para o casal em questão responder “gentilmente até 15 de abril de 2019” quantas pessoas da família iriam à cerimônia, e eles apontaram que “10 pessoas vão comparecer”.

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Na parte em branco, a dupla ainda especifica: “Seis adultos, quatro crianças”. Além disso, eles levantaram a hipótese de uma 11ª pessoa também ir ao evento.

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Na web, a publicação gerou diversos comentários. “É um casamento, não é churrasco”, escreve um internauta. “Eu ligaria para eles e diria ‘não’. Se as outras pessoas fossem convidadas, elas teriam recebido um convite
”, opina outro.

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Uma usuária da rede social compartilhou história semelhante que ela viveu ao ter convidados surpresas na festa de casamento
. “Tiveram a coragem de reclamar do bolo (nós tínhamos feito um muito pequeno, só para nós)”, conta.

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