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Agronegócio

Nota conjunta: Entidades se manifestam contra a taxação do setor de produção de alimentos

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Nota conjunta: Entidades se manifestam contra a taxação do setor de produção de alimentos


Créditos: Assessoria de Comunicação

23 de Janeiro de 2019

As entidades do agronegócio signatárias do presente documento vêm a público manifestar preocupação com a sobretaxação do setor produtivo, a exemplo da proposta do governo do Estado de Mato Grosso.
 
A sobretaxação do agronegócio afeta todas as cadeias, ou seja, produtores rurais, as empresas compradoras, as agroindústrias e os exportadores e trará um resultado negativo a todo o país.
 
Como já ocorreu em alguns Estados, medidas como esta são danosas ao setor, tendo em vista a situação atual de endividamento dos produtores causada por problemas com a comercialização e também com a redução da produção devido ao clima e a situações adversas.
 
O cenário para o empreendedor rural se agrava devido à variação cambial, que elevou os custos de produção, tirando a rentabilidade do produtor. O tabelamento do frete, instituído pelo governo federal no ano passado, atrasou a comercialização de grãos e impediu produtores e exportadores de aproveitarem melhor momento para venda de seus produtos no mercado internacional.
 
Algumas cadeias como a da soja veem com apreensão a indefinição em torno da guerra comercial entre Estados Unidos e China, que pode reduzir os valores dos prêmios pagos nos portos aos exportadores.
 
A taxação será danosa também para o etanol feito à base de milho, que recentemente recebeu investimentos privados para construção de usinas para o aproveitamento do excedente de grãos gerando combustível mais limpo para toda a sociedade.
 
Não é punindo a produção que serão resolvidos os problemas financeiros dos entes federados. Infelizmente os estados fizeram dívidas, incharam a máquina pública, não investiram em ganhos de gestão e eficiência e agora estão com dificuldades financeiras.
 
Elevar a carga tributária sobre a produção de bens primários solaparia o setor mais importante da economia brasileira, o agronegócio, que além de garantir, com folga, a segurança alimentar do país, exporta para importantes mercados consumidores asiáticos e europeus. O campo gera ¼ dos empregos formais e ¼ do PIB brasileiro, ou seja, produz riqueza e bem-estar social.
 
O momento é de reconhecimento ao setor mais importante para a economia do país e não de aumentar a carga tributária, que provocará encarecimento dos produtos agropecuários e elevação da inflação e do custo da cesta básica à população.
 
ABAG – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO AGRONEGÓCIO
 
ABBA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA BATATA
 
ABCS – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADORES DE SUÍNOS
 
ABCZ – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRIADORES DE ZEBU
 
ABIEC – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS EXPORTADORAS DE CARNE
 
ABIFUMO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DO FUMO
 
ABIOVE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE ÓLEOS VEGETAIS
 
ABIPESCA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE PESCADOS
 
ABPA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PROTEÍNA ANIMAL
 
ABRAFRIGO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FRIGORÍFICOS
 
ABRAMILHO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE MILHO
 
ABRAPA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE ALGODÃO
 
ABRASS – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE SEMENTES DE SOJA
 
ACRIMAT – ASSOCIAÇÃO DOS CRIADORES DE MATO GROSSO
 
AGROBIO – ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS DE BIOTECNOLOGIA NA AGRICULTURA E AGROINDÚSTRIA
 
ALCOPAR – ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES DE BIOENERGIA DO ESTADO DO PARANÁ
 
AMPA – ASSOCIAÇÃO MATOGROSSENSE DOS PRODUTORES DE ALGODÃO
 
ANDEF – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DEFESA VEGETAL
 
APROSMAT – ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE SEMENTES DE MT
 
APROSOJA MS – ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE SOJA DE MATO GROSSO DO SUL
 
APROSOJA BRASIL – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE SOJA
 
APROSOJA MT – ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE SOJA E MILHO DO ESTADO DE MATO GROSSO
 
CECAFÉ – CONSELHO DOS EXPORTADORES DE CAFÉ DO BRASIL
 
CITRUS BR – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS EXPORTADORES DE SUCOS CÍTRICOS
 
CNC – CONSELHO NACIONAL DO CAFÉ
 
FAEP – FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO ESTADO DO PARANÁ
 
FAESP – FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO ESTADO DE SÃO PAULO
 
FAMATO – FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO MATO GROSSO
 
FENSEG – FEDERAÇÃO NACIONAL DE SEGUROS GERAIS
 
FNBF – FÓRUM NACIONAL DAS ATIVIDADES DE BASE FLORESTAL
 
FNS – FÓRUM NACIONAL SUCROENERGÉTICO
 
IBÁ – INDÚSTRIA BRASILEIRA DE ÁRVORES
 
OCB – ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS BRASILEIRAS
 
ORPLANA – ORGANIZAÇÃO DE PLANTADORES DE CANA DA REGIÃO CENTRO SUL DO BRASIL
 
SINDAN – SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS PARA SAÚDE ANIMAL
 
SINDICERV – SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DA CERVEJA
 
SINDIVEG – SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS PARA DEFESA VEGETAL
 
SRB – SOCIEDADE RURAL BRASILEIRA
 
UNICA – UNIÃO DA INDUSTRIA DE CANA-DE-AÇÚCAR
 
UNIPASTO – ASSOCIAÇÃO PARA O FOMENTO À PESQUISA DE MELHORAMENTO DE FORRAGEIRAS
 
VIVA LÁCTEOS – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LATICÍNIOS

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Agronegócio

Cana-de-açúcar: “O ânimo já começou a mudar”

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Cana-de-açúcar: "O ânimo já começou a mudar"Os resultados obtidos na safra 2019/20 de cana-de-açúcar em termos de produtividade agrícola e de ATR já foram melhores na avaliação do presidente do Fórum Nacional Sucroenergético, André Rocha, e apesar dos problemas climáticos em 2019, são boas as expectativas para a próxima safra 2020/21, que se inicia em abril.

Rocha, que também é presidente-executivo do Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol do Estado de Goias, do Sindicato da Indústria de Fabricação de Açúcar do Estado de Goiás (Sifaeg/Sifaçúcar), lembra que as empresas continuam alavancadas e o endividamento do setor não diminuiu se comparado o ano de 2018 com 2019.

“Não diminuiu porque as empresas acabaram investindo mais em 2019, então esse é o lado positivo. Precisamos de uns cinco bons anos para que as empresas possam se adequar e fazer os investimentos necessários em eficiência, melhorar sua produção e produtividade e ao mesmo tempo, reduzir o seu comprometimento financeiro”, afirmou.

Apesar da redução da Taxa Selic (taxa básica) as taxas de juros não caíram, cita Rocha lembrando que há empresas com alto grau de endividamento e muitas dificuldades, mas, por outro lado, há empresas que já estão bem melhores, com mais fôlego, onde já houve percepção de mudança, com operações de fusões e aquisições, empresas aumentando sua capacidade de produção. “O animo já começou a mudar. Com a queda do juro, haverá crédito disponível para as empresas buscarem o aumento de eficiência necessário”.

Nos últimos dois anos, comentou, aumentou a desigualdade do setor. “Quem estava bem, já estava buscando eficiência, tinha feito o dever de casa e tinha acesso a crédito, que representa um terço das unidades industriais do setor no Brasil, já está bem melhor. Mas, quem estava mal, continua praticamente do mesmo jeito”, disse citando, entretanto, que já visualiza um inicio de recuperação, com algumas empresas saindo da recuperação judicial.

Na visão do presidente do Fórum, há três situações que têm influenciado o cenário do setor sucroenergético no Brasil. A principal é o RenovaBio, “uma espécie de Proálcool moderno que vai mudar uma série de paradigmas”, que está cumprindo seu cronograma, com várias unidades já finalizando sua certificação.

Mas Rocha aposta também no aumento da produção do etanol de milho, que deve permitir a produção de etanol o ano todo, otimizando a estrutura e devolvendo ao Brasil sua condição de protagonista no segmento, acabando com os estresses das entressafras e mudando o mercado nos próximos anos. Diante das expectativas geradas pelo RenovaBio, a terceira situação que tem sido determinante para o setor são os investimentos feitos pelas usinas no aumento de sua eficiência e da produtividade, o que deve alavancar a produção.

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Rocha elogiou a atuação dos ministros do Meio Ambiente e da Agricultura e Abastecimento, Ricardo Salles e Tereza Cristina, “que mostram conhecer o setor, o que tem facilitado a interlocução com o governo”. Falou sobre os ajustes e reformas que vêm sendo feitos nos estados e no governo federal e na expectativa de que isso resulte no reaquecimento da economia brasileira.

“Há muitas expectativas em torno das reformas econômicas, de que o governo se acerte, reduza gastos e volte a crescer. Para melhorar ainda mais o consumo de etanol, precisaríamos ter um reaquecimento da economia. O consumo de combustíveis e de energia, que é outra fonte de recursos do setor, estão intimamente ligados ao crescimento do PIB. Esperamos que com ajustes, os estados e o país possam crescer e aumentar o consumo de etanol. Apesar do consumo recorde em 2019, pelo tamanho da frota flex brasileira, há ainda muito a crescer”.

Quanto ao açúcar, o presidente do Fórum disse que a commodity ainda apresenta preços baixos em relação ao etanol, o que fez com que muitas usinas migrassem sua produção para o etanol, num esforço para reduzir a produção de açúcar. “O mercado tem se adequado. Com dois anos de redução na produção brasileira, vemos os estoques mundiais em maior equilíbrio, devendo haver uma recuperação dos preços de açúcar nos próximos anos”.

Melhoras em 2020

Com as boas chuvas que vem ocorrendo desde o final do ano passado, Antonio Cesar Salibe, presidente da UDOP, acredita que a safra na região Centro-Sul do Brasil será boa. “O clima é o grande balizador e não os tratos culturais”, afirmou. Quanto às perspectivas de mercado, disse que com a menor produção de açúcar, principalmente no Brasil, e aumento do déficit mundial da commodity, a expectativa é que os preços melhorem. Mas a grande aposta é o etanol com o Renovabio. “Será um grande estímulo para que se plante cana e produza. E nos próximos anos, sim, teremos uma safra maior”.

Salibe ressaltou, entretanto, para as usinas que não estão bem financeiramente, não é qualquer preço que remunera a produção. “Essas usinas vão precisar de parceiros para ajudar neste processo de recuperação. A solução seria a injeção de dinheiro de fora, através de parcerias e de fusão. Mas para as unidades industriais que estão bem, as perspectivas são boas. Com os bons preços pagos pelo etanol e, provavelmente, também pelo açúcar, a tendência é que as condições financeiras das empresas melhorem já a partir de 2020”, avaliou.

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Para Arnaldo Luiz Corrêa, diretor da Archer Consulting – Assessoria em Mercados de Futuros, Opções e Derivativos Ltda – não há como não ficar otimista em relação ao Brasil para 2020. “Todos os indicadores econômicos estão mais positivos do que se esperava”. Ele citou que o ambiente de negócios passou a conviver com uma taxa de juros no nível mais baixo da história recente e que existe uma concreta possibilidade de reformas estruturais serem aprovadas no primeiro trimestre do ano legislativo.

Corrêa ressaltou que no setor sucroalcooleiro, o sentimento não é diferente. Ele citou, por exemplo, a agência de classificação de risco e crédito Moody?s que mudou sua perspectiva para o setor sucroalcooleiro de negativa para estável por conta de uma melhora do EBITDA que reflete os bons preços do etanol obtidos durante a safra 2019/20. Também disse que a perspectiva de consumo do etanol é muito boa, com viés de alta.

Na opinião do especialista de mercado, apesar de o consumo total de combustíveis, no acumulado de doze meses, ter atingido o recorde em volume, com 60.3 bilhões de litros em setembro último, existe uma demanda reprimida que deve mudar com a melhora do poder aquisitivo da classe média.

Em publicação recente, Celso Ming, também escreveu que parecem sólidos os indicadores que apontam para a melhora econômica do Brasil, citando como importante indicador de bons augúrios a decisão tomada pela Standard & Poor?s, uma das três mais importantes agências de avaliação de risco, que colocou o rating do Brasil em “perspectiva positiva”. Isso significa que está na iminência de reconhecer a melhora da qualidade dos títulos de dívida do Brasil. E deve levar as outras agências do ramo (Moody?s e Fitch) a trilharem o mesmo caminho.

Pelos cálculos da Conab, as safras agrícolas que começam em fevereiro são de novos recordes de produção de grãos, para mais de 246 milhões de toneladas, aumento físico de 1,6%. É desempenho que deverá ter efeitos multiplicadores sobre a renda do interior. E mesmo uma das fontes mais citadas de incerteza global com impacto sobre o Brasil, as escaramuças comerciais entre Estados Unidos e China, parecem estar entrando em um acordo, complementou Ming.

Fonte: Jornal Paraná

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Agronegócio

Produção de etanol de milho e importações ampliam oferta de biocombustível na entressafra

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Produção de etanol de milho e importações ampliam oferta de biocombustível na entressafraComo a quantidade de cana-de-açúcar processada pelas unidades no Centro-Sul somou apenas 86,80 mil toneladas nos primeiros quinze dias do mês, as produções de etanol de cana-de-açúcar e de açúcar foram residuais.

A quantidade fabricada de açúcar atingiu 3,65 mil toneladas no período, enquanto o volume de etanol de cana-de-açúcar totalizou apenas 5,99 milhões de litros. Com isso, o volume total de etanol produzido na quinzena alcançou 101,36 milhões de litros (94,26 milhões de litros de etanol hidratado e 7,10 milhões de litros de etanol anidro).

Além da produção de etanol de milho e dos estoques nas usinas, a oferta do biocombustível na entressafra foi ampliada com a importação de 177,72 milhões de litros no mês de janeiro, de acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior. Deste total importado no mês, 95,76 milhões de litros foram registrados em portos do Centro-Sul.

Levantamento atualizado junto às empresas indica que nesta entressafra estão em operação na região Centro-Sul 2 unidades processadoras de cana-de-açúcar e outras 10 unidades produtoras de etanol a partir do milho, sendo 3 dedicadas exclusivamente a esta matéria-prima.

No acumulado desde o início da safra 2019/2020 até 31 de janeiro, a moagem atingiu 578,81 milhões de toneladas, crescimento de 2,69% sobre o valor observado em igual período do ciclo anterior (563,63 milhões de toneladas).

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A produção acumulada de açúcar somou 26,48 milhões de toneladas, contra 26,36 milhões de toneladas em idêntico período do ciclo passado.

O volume de etanol, por sua vez, totalizou 32,30 bilhões de litros, dos quais 9,88 bilhões de litros de etanol anidro e 22,42 bilhões de litros de etanol hidratado. Desse total, a produção de etanol de milho somou 1,24 bilhão de litros, com aumento de 101,70% sobre o volume apurado no mesmo período da última safra.

Vendas de etanol

Em janeiro de 2020, as vendas de etanol pelas unidades produtoras da região Centro-Sul totalizaram 2,55 bilhões de litros, queda de 5,5% ante janeiro de 2019. Desse total, 67,06 milhões de litros foram destinados à exportação e 2,49 bilhões de litros ao mercado interno.

No mercado doméstico, o volume de etanol anidro comercializado alcançou 735,47 milhões de litros, retração de 6,3% comparado com as vendas no primeiro mês de 2019.

Em relação ao etanol hidratado, a venda mensal indicou um ajuste de mercado esperado para o período de entressafra. No primeiro mês de 2020, foram comercializados 1,75 bilhão de litros pelas unidades do Centro-Sul, queda de 4,3% sobre o mesmo período do último ano. Deste total, 877,44 milhões de litros correspondem a vendas durante os últimos 15 dias de janeiro.

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Para o diretor técnico da UNICA, Antonio de Padua Rodrigues, “estamos observando o funcionamento natural do mercado, com preços direcionando as relações de oferta e demanda. As regras claras e a ampla informação disponível a todos os agentes permitem que o mercado funcione de maneira eficiente”.

O consumo em janeiro deve ser mais bem avaliado após a publicação dos dados de vendas de combustíveis pelas distribuidoras. As informações de vendas das unidades produtoras oferecem uma primeira indicação da dinâmica do mercado, mas é preciso avaliar o movimento de estoque no elo de distribuição ou mesmo de outros comercializadores ao longo da cadeia do etanol.

No acumulado da safra até o final de janeiro deste ano, a quantidade de etanol comercializada pelos produtores alcançou 28,54 bilhões de litros, sendo 19,96 bilhões de hidratado e 8,58 bilhões de anidro. Deste total, 1,64 bilhão de litros foram destinados ao mercado externo e 26,90 bilhões foram vendidos domesticamente.

Esse volume comercializado internamente representa um crescimento de 9,48% na comparação com o último ciclo. Se forem consideradas apenas as vendas internas de hidratado, que somaram 19,40 bilhões no acumulado desde o início da safra, o aumento atinge 10,93% em comparação a igual período do último ano-safra.

Fonte: Unica

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