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Operação em presídio de MT retira freezer, ventiladores e até microondas; celas não terão mais energia

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A operação de reforma e limpeza que está sendo feita na Penitenciária Central do Estado (PCE) já retirou ventiladores, microondas e até freezers de dentro das celas em que estavam os reeducandos. A informação foi divulgada pelo secretário de Segurança Pública (Sesp), Alexandre Bustamante, na última quinta-feira (15). O episódio gerou o temor de que um novo ‘salve geral’ [série de atentados contra o Estado] pudesse ocorrer em Cuiabá, a exemplo de 2016.

“É uma operação necessária. Precisamos dar a limpeza, faxina adequada. Tem muita coisa lá dentro. Não vou dizer quem colocou ou quando, mas vamos retirar. Tinha muito freezer, equipamentos que a lei não permite. Até microondas foi retirado”, disse o secretário.

Segundo Bustamante, como a unidade é antiga, as tomadas são internas nas celas, o que deverá mudar com a reforma. “Retiramos os ventiladores e agora vamos fixá-los nas paredes. Todas as tomadas serão externas. Vamos retirar toda a energia de dentro das celas em que estão os reeducandos”.

Além disto, o secretário ainda pontuou que um acumulado de panos, que prejudicam a saúde dos detentos também está sendo retirado. Um balanço deverá ser divulgado pela pasta apenas no fim da operação.

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A operação de reforma na Penitenciária Central do Estado foi iniciada na segunda-feira (12) e estão sendo realizadas mudanças nas celas, pinturas e retirada de produtos que estão em desconformidade com o Manual de Procedimento Operacional Padrão do Sistema Penitenciário.

Além da reforma, a operação de revista geral tem o objetivo de fortalecer as ações de enfrentamento a crimes que possam ser cometidos dentro da unidade penal, além de se antecipar a possíveis atos delituosos.

Durante esta semana estão suspensas as visitas aos reeducandos, assim como o atendimento a advogados e defensores públicos. Apenas as escoltas emergenciais, em caso de saúde, serão realizadas.

A operação é realizada apenas na Penitenciária Central do Estado, não sendo estendida a nenhuma outra unidade no interior ou mesmo na Capital.

Entre os materiais em excesso que estão sendo retirados, segundo o Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindspen), estão televisores, ventiladores, prestobarba, sanduicheiras e outros eletrodomésticos. “É uma limpa. O excesso atrapalha o trabalho de revista dentro da unidade. É até uma questão de saúde, temos um número alarmante de doenças infectos contagiosas”, disse a presidente do Sindspen, Jacira Maria da Costa.

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Ameaça

Áudios que circulam pelas redes sociais apontam para a possibilidade de um novo ‘salve geral’ em Cuiabá. As mensagens começaram a circular na última terça-feira (13), após um limpa ser feito dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE), com o objetivo de fortalecer as ações de enfrentamento a crimes que possam ser cometidos dentro da unidade penal, além de se antecipar a possíveis atos delituosos. A Secretaria de Segurança Pública (Sesp) informou que os envolvidos serão responsabilizados criminalmente.

Com informações do Olhar Direto

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Madrasta é presa suspeita de matar criança envenenada para ter herança

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Madrasta foi presa suspeita de matar criança de 11 anos envenenada em Cuiabá para ter herança de R$ 800 mil — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação

 Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação

Uma mulher foi presa nesta segunda-feira (9) suspeita de ter matado a enteada de 11 anos envenenada, em Cuiabá. Segundo a Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica), Jaira Gonçalves de Arruda, de 42 anos, cometeu o crime para conseguir a herança da vítima, de R$ 800 mil.

A investigação apontou que a madrasta deu doses diárias de veneno para a menina durante dois meses. Uma substância de venda proibida foi ministrada gota a gota, entre abril e junho deste ano, de acordo com a Deddica. A operação que prendeu Jaira recebeu o nome do conto de fadas “Branca de Neve”.

Mirella Poliane Chue de Oliveira, de 11 anos, morreu em 14 de junho, após ser internada em um hospital particular da capital mato-grossense. Inicialmente, houve suspeita de meningite, bem como de abuso sexual, mas um exame de necrópsia no Instituto de Medicina Legal (IML), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), descartou estas hipóteses.

O laudo pericial, até aquele momento, apontava como morte por causa indeterminada. Depois, através de exames, foram detectadas duas substâncias no sangue da vítima: uma delas veneno que provoca intoxicação crônica ou aguda e a morte.

Os sintomas da ingestão são visão borrada, tosse, vômito, cólica, diarreia, tremores, confusão mental e convulsões.

Internações

A Deddica descobriu que a menina era envenenada aos poucos para não levantar suspeitas. Todas as vezes que a menina passava mal era levada ao hospital, onde ficava internada de três a sete dias e, depois, melhorava. Ao retornar para casa, ela voltava a adoecer.

Foram, ao todo, nove internações em dois meses. Ela recebia diagnósticos de infecção, pneumonia e até meningite. Na última vez em que foi parar no hospital, a menina já chegou morta. O hospital não quis declarar o óbito, mas suspeitava ser meningite.

Na ocasião, foi acionada a Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), que diante de falta de evidências sobre morte violenta, requisitou vários exames por precaução. Num deles, foi detectada a substância venenosa no sangue da menina.

Motivo do crime

O caso foi encaminhado à Deddica que, por meio de investigação, descobriu o plano de envenenamento por conta de uma herança.

Madrasta foi presa suspeita de matar criança de 11 anos envenenada em Cuiabá para ter herança de R$ 800 mil — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação

Madrasta foi presa suspeita de matar criança de 11 anos envenenada em Cuiabá para ter herança de R$ 800 mil — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação

Parte do dinheiro ficaria depositada em uma conta para a menina movimentar na idade adulta. A Justiça autorizou que fosse usada uma pequena parte desse fundo para despesas da criança, mas a maior quantia só poderia ser acessada aos 24 anos. O dinheiro começou a ser pago neste ano.

Até 2018, a menina era criada pelos avós paternos. Em 2017, a avó morreu e, no ano seguinte, o avô também faleceu. Então, a garota passou a ser criada pelo pai e pela madrasta, Jaira Gonçalves de Arruda. A partir daí, a mulher deu início ao plano de matar a criança para ficar com a indenização, segundo investigadores.

A suspeita foi ouvida após a morte da menina e contou que convive com o pai da vítima desde que ela tinha 2 anos de idade e que se considerava mãe dela.

Jaira declarou que a enteada começou a ficar doente em 17 de abril de 2019, apresentando dor de cabeça, tontura, dor na barriga e vômito. A suspeita foi levada para a sede da Deddica, em Cuiabá.

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Gefron e Polícia Federal apreendem mais de 600 quilos de drogas

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609 quilos de cocaína apreendidos

Ação conjunta do Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron) e da Polícia Federal (PF) resultou na apreensão de 609 quilos de substância análoga a cloridrato de cocaína. A ação aconteceu no domingo, 01 de setembro, na zona rural do município de Brasnorte. A droga estava escondida no assoalho de um caminhão com placa de Pontes e Lacerda. Quatro pessoas foram presas.

Ainda durante as buscas pela propriedade rural, os policiais encontraram mais drogas enterradas e demais materiais utilizados para refino e embalagem do entorpecente, a exemplo da prensa industrial, máquinas para lacrar sacola, balança de precisão, dentre outros itens.

Além das prisões e da apreensão das drogas, foram aprendidos também um caminhão e dois veículos Fiat Uno. Aos policiais, o motorista confirmou ter recebido R$ 10 mil para fazer o transporte do entorpecente. A droga e os suspeitos foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal de Cáceres.

Nos primeiros seis meses de 2019, as Forças de Segurança de Mato Grosso já apreenderam mais de cinco toneladas de drogas. As apreensões fazem parte das ações repressivas das unidades das forças de segurança: Polícia Militar (PM), Polícia Judiciária Civil (PJC) e Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron) nas 15 Regiões Integradas de Segurança Pública (Risps), que abrange os 141 municípios.

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Fonte: diariodaserra

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