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Mulher

Para viajar e ajudar a mãe, modelo leiloa a virgindade por quase R$ 10 milhões

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Para muitas mulheres, o momento de perder a virgindade deve ser especial e acontecer na companhia de uma pessoa com quem elas têm um relacionamento. Para outras, porém, basta pintar a vontade de fazer sexo – e algumas delas ainda optam por lucrar com a primeira relação sexual.

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Mahbuba Mammadzada teve a sua virgindade leiloada por quase R$ 10 milhões. A jovem conta o que fará com o valor
Reprodução/Instagram/mahbubamammadzada

Mahbuba Mammadzada teve a sua virgindade leiloada por quase R$ 10 milhões. A jovem conta o que fará com o valor

Esse é o caso da modelo Mahbuba Mammadzada, de 23 anos, do Azerbaijão. No ano passado, a jovem ganhou as manchetes de diversos veículos ao redor do mundo quando anunciou que iria leiloar a virgindade
. Nesta semana, entretanto, as ofertas chegaram ao fim e o prêmio chegou a quase R$ 10 milhões.

De acordo com a agência Cinderella Escorts, que fez todo o processo, o vencedor é um político de Tóquio, que não teve a sua identidade revelada. Agora, Mahbuba passará por um exame médico para se certificar que ela ainda não teve relações sexuais
antes de dormir com o ganhador em um hotel na Alemanha.

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Quando anunciou o desejo de vender sua primeira vez, a modelo, que atualmente vive na Turquia, provocou polêmica quando disse que o objetivo do ato. “Minha mãe fez tudo por mim, agora é a minha vez. Eu quero que ela fique orgulhosa de mim”, relata, conforme declara o Daily Mail
.

Para quem não a conhece, Mahbuba é uma profissional bem sucedida em seu país, mas disse que precisava do dinheiro para pagar uma casa para sua mãe, financiar seu diploma universitário no exterior e viajar pelo mundo. No início, ela esperava arrecadar, pelo menos, R$ 250 mil, mas o valor foi extremamente superior ao esperado.

Outra jovem também leilou a virgindade pelo mesmo valor


Por escolha e visando pagar a faculdade, comprar uma casa e viajar, a jovem Giselle, de 19 anos, leiloou a virgindade
Cinderela Escorts/Reprodução

Por escolha e visando pagar a faculdade, comprar uma casa e viajar, a jovem Giselle, de 19 anos, leiloou a virgindade

Em outro caso já noticiado pelo Delas

, uma jovem modelo de 19 anos chamada Giselle leiloou esse momento por US$ 3 milhões (o equivalente a quase R$ 10 milhões) – o mesmo valor de Mahbuba Mammadzada. O altíssimo lance veio de um empresário de Abu Dhabi. Porém, faltou pouco para que o leilão não fosse arrematado por um ator de Hollywood – não identificado pelo site –, cujo lance foi de, aproximadamente, R$ 9,1 milhões.

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Segundo o site Cinderella Escorts, o objetivo de Giselle com o leilão
da primeira vez era ter dinheiro o suficiente para pagar a faculdade, comprar uma casa nova e fazer algumas viagens. Após o término dos lances, porém, a moça afirma que nunca pensou que o valor final chegasse perto dos R$ 10 milhões. “Eu nem imaginava que os lances ficariam tão altos, isso é um sonho realizado”, conta.

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Assim como muitas outras jovens que decidem leiloar a própria virgindade
, ela não dá a mínima para as críticas e acredita ser uma forma de ter mais controle sobre o próprio corpo. “Se eu quero ter minha primeira vez com uma pessoa que não é meu primeiro amor, essa decisão é minha. O fato de que mulheres podem fazer o que quiserem com seus corpos e ter a coragem de viver sua sexualidade contra as críticas é uma forma de emancipação”, declara.

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Carla ‘Bora’ é agredida pelo namorado em Cuiabá

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Betell Fontes – Folha 360

Carla 'Bora' é agredida pelo namorado em Cuiabá

Foto: Instagram

A digital influencer Carla ‘Bora’ Reis foi agredida pelo seu namorado, na madrugada desta sexta-feira (24), em Cuiabá. Ela usou sua pagina no Instagram que possui mais de 530 mil seguidores para relatar o ocorrido.

Carla Bora ficou conhecida na internet por causa da voz grossa e pelo bordão “Bora? Bora tomar uma?. Após estourar na mídia, foi contratada pela RedeTV, onde participou do programa Encrenca.

A influencer relatou que já fez denúncia da agressão para as autoridades e utilizou as redes sociais para alertar outras mulheres. Em seguida ela mostrou uma suposta mensagem de seu namorado lhe pedindo desculpa e prometendo um noivado para reatar o relacionamento.

Carla conta que é difícil sair de um relacionamento, ainda mais quando se ama a pessoa, mas lembra que é preciso amar a si mesma em primeiro lugar.

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Mulher

Deputados de MT apresentam moção de repúdio e protesto contra ‘Lei Neymar da Penha’

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Por encaminhamento da Câmara Setorial Temática de Combate à Violência Contra a Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, os deputados Janaina Riva (MDB) e Wilson Santos (PSBD) apresentaram moção de repudio e protesto contra o teor do Projeto de Lei 3369/2019, proposto pelo deputado Federal Carlos Jordy (Vice-líder do Governo) batizado de “Lei Neymar da Penha”.

“É importante frisar que essa moção atinge tão somente o teor do projeto, não alcançando suas características constitucionais, uma vez que o deputado federal, que foi legitimamente eleito, possui a prerrogativa de propor ações legislativas, as quais eu a Câmara Temática defendemos. O repúdio se dá na ação midiática que, sem contextualizar e fazer o devido resgate histórico, modifica sem critérios técnicos, um dispositivo criminalizador e, no caso específico, afeta muito o tema”, explica a deputada.

Segundo Janaina, o PL ‘Neymar da Penha’ visa aumentar a penalidade para quem faz falsas acusações de crimes contra a dignidade sexual, porém, vale ressaltar que, em regra, os delitos contra a dignidade sexual e agressões não costumam possuir testemunhas já que geralmente praticados pelo agressor contra a vítima a sós. Para ela o projeto dificulta e desencoraja ainda mais as mulheres vítimas a denunciarem os agressores.

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“A mulher que é vítima de qualquer agressão, seja ela moral, física ou sexual geralmente tem muita dificuldade em denunciar o agressor justamente pelo julgamento e pela dificuldade de provar. E é por isso que palavra da vítima possui grande valor, quando analisada com o conjunto probatório. A mulher vítima de violência percorre um difícil caminho, até chegar à penalização do autor. Algumas acabam sendo revitimizadas, com os julgamentos sociais, com a mídia e, também, com o sistema de justiça. Não é possível permitir a inversão dos papéis, pois a legislação deve ser o principal canal a evidenciar a real vítima e o verdadeiro agressor. A cultura do estupro é percebida sempre na culpabilização e objetificação da vítima e neste sentido esse projeto de lei contraria ao que o país vive na atualidade, no que diz respeito ao enfrentamento e combate à violência contra as mulheres, máxime, a sexual”, afirma.

A deputada lembra ainda que a Lei Maria da Penha é o instrumento mais importante do País no enfrentamento à violência no âmbito doméstico e familiar, merecendo ser reconhecida nacionalmente, como é fora do Brasil. Segundo ela, a moção de repúdio e protesto se dá também ao desrespeito à Maria da Penha, mulher que dá nome à Lei e precisou recorrer às cortes internacionais para que o autor das sucessivas agressões que sofreu fosse punido, justamente por não encontrar amparo da legislação brasileira.

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“É de grande preocupação da Câmara Temática de Combate à Violência Contra a Mulher a forma desrespeitosa com que Maria da Penha Fernandes, que deu nome à Lei Maria da Penha, está sendo tratada no momento, passando, também, pela revitimação. O Brasil recebeu como recomendação internacional que a Lei 11.340\2006 fosse conhecida como Lei Maria da Penha, justamente para homenagear essa mulher vítima de violência doméstica que o País não havia dado o merecido tratamento quando sofreu as agressões. Apelidar o PL 3369\2019, de “Lei Neymar da Penha” é ofender à todas as mulheres brasileiras indistintamente. Esse projeto oferece ameaça às mulheres vítimas de estupro, que por anos a fio sofreram invisibilidade e julgamento com as discriminações e preconceitos vivenciados”, finaliza.

Assessoria de Imprensa

Jornalista Laura Petraglia – Audiovisual Jardel Silva

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