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Mato Grosso

Polícia Civil registra aumento de 31% em cumprimento de mandados de prisões

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Raquel Teixeira | PJC-MT

– Foto por: PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil, por meio do trabalho desenvolvido pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol), encerrou 2019 com o cumprimento de 658 mandados de prisões decretados pela justiça, um aumento de 31% em relação ao ano anterior. Os mandados cumpridos realizadas são de pessoas procuradas pela justiça e que tiveram envolvimento na prática de diferentes crimes.

O número supera a meta proposta pela unidade e demonstra o empenho de todos os servidores, conforme destaca a delegada titular da Polinter, Silvia Maria Pauluzi. “O resultado alcançado é fruto do empenho e dedicação das equipes da unidade, que trabalharam de maneira incansável para superar as metas propostas”.

Entre as diligências investigativas para cumprimento de mandados e de captura durante o ano passado destacam-se a localização e prisão de um lutador de artes marciais mistas, suspeito da morte de um empresário no estado do Pará. Ele foi preso no mês de dezembro, em Cuiabá, em ação de apoio à Polícia Civil do Pará. O crime ocorreu no dia 9 de dezembro, em um garimpo no município de Moraes de Almeida.

Outra localização e prisão de foragido da justiça de Mato Grosso efetivada pela Polinter contou com apoio da Polícia Civil do Amazonas. O autor dos homicídios contra a ex-namorada e o filho, ocorridos em 2012 na capital, foi preso em Manaus, após ter seu paradeiro identificado em investigações da Polícia de Mato Grosso. Jeanderson Xavier Rangel teve mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Criminal da Capital. Ele foi condenado a 43 anos e 10 meses pela morte da ex-namorada e do filho dela de apenas quatro anos de idade. Ele fugiu de uma unidade do Sistema Penitenciário, em Cuiabá, em fevereiro de 2016.

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Parte dos mandados cumpridos pela unidade são de pessoas condenadas pela justiça. A delegada da Polinter pontua ainda que o serviço de denúncia auxiliam nos trabalhos da unidade. “As denúncias são um grande auxílio para o trabalho da unidade e ao longo mês geraram resultado positivo levando a captura de foragidos muitos já condenados e sentenciados pela justiça”, informa Sílvia Pauluzi.

Disque denúncia 

A maioria das informações sobre foragidos vem por meio do 197, disque denúncia da PJC, mas, a Polinter tem dois outros números exclusivos para recebimento de denúncias: o “Disque Capturas” está disponível pelos telefones (65) 9 9933-4614 ou (65) 9 9915-3224 (whatsapp).

A Polinter também trabalha em conjunto com outras delegacias que apoiam investigações em andamento, de forma que, diuturnamente são atendidos pelo Setor de Mandados da Unidade, inúmeros pedidos de remessa e distribuição de mandados de prisão emitidos pelo Poder Judiciário.

Cartas precatórias

A Gerência Estadual de Polinter e Capturas também é responsável pelo intercâmbio com outras unidades policiais da federação, bem como a captura e recaptura de foragidos, competindo-lhe ainda receber, distribuir e cumprir cartas precatórias procedentes do Poder Judiciário Estadual, de Delegacias do interior de Mato Grosso e das demais unidades policiais do país.

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Durante o ano passado foram cumpridas 814 cartas precatórias do interior do estado e de outras unidades do país intermediadas pela Polinter. No cumprimento de cartas precatórias são realizadas oitiva de vítimas, de pessoas investigadas, além de interrogatórios de pessoas presas e que estão reclusas em unidades prisionais da capital, com indiciamento formal em inquéritos policiais instaurados por outras delegacias.

Reforma

Em 2019 também foi realizada reforma da Polinter, com apoio do Sistema Penitenciário que cedeu reeducandos para execução da obra. A delegada Sílvia Pauluzi destaca que obras de reparo e manutenção na rede elétrica e hidráulica e na infraestrutura do prédio contribuíram para um ambiente de trabalho mais acolhedor e respeitoso.

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Mato Grosso

Reeducandos e trabalho em Nobres

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A cada três dias trabalhados, reduz um dia de pena

(Foto: Assessoria/ Sesp- MT)

Em Nobres (a 122 km de Cuiabá), 14 reeducandos da Cadeia Pública do município têm demonstrado que o trabalho é uma boa oportunidade de ressocialização.

Os reeducandos têm trabalhado na reforma de batalhões policiais, pavimentação de vias, reformas de pontes, entre outras atividades.

Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), a cada três dias de trabalho, os reeducandos diminuem um dia de pena.

Eles também recebem um salário ao final do mês e conseguem auxiliar no sustento dos familiares.

O projeto funciona em parceria com a Fundação Nova Chance (Funac) e com a Prefeitura de Nobres.

“Todas essas atividades fazem com que nossos recuperandos façam parte do desenvolvimento destes municípios”, destacou o diretor da Cadeia Pública de Nobres, Misael José de Almeida.

Fonte: O Livre

 

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Mato Grosso

Sérgio Ricardo também firma delação e primeira investigação já está na 7ª Vara de Cuiabá

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De acordo com o jornal A Gazeta, o conselheiro afastado sabia que eram quase nulas suas chances de voltar ao cargo

(Foto: TCE-MT)

Afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE) desde bem antes da Operação Malebolge, que tirou outros quatro conselheiros de seus cargos, Sérgio Ricardo firmou acordo de colaboração premiada junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A informação é do jornal A Gazeta, que circula nesta sexta-feira (21). Segundo a reportagem, Sérgio Ricardo sabia que sua situação era bem mais complicada que a dos demais e que suas chances de um dia conseguir o cargo novamente era bem menores.

Além de ter sido acusado – junto com Antonio Joaquim, José Carlos Novelli, Valter Albano e Valdir Teis – de cobrar propina para julgar processos em favor do governo Silval Barbosa no TCE, já pesava contra ele uma denúncia da época ainda da Operação Ararath: a compra da vaga que ele ocupava na Corte.

Segundo A Gazeta, a delação de Sérgio Ricardo já foi homologada e, inclusive, investigações já tiveram início a partir dela. A primeira foi encaminhada à 7ª Vara Criminal de Cuiabá na segunda-feira (17) e classificada como “urgente”.

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Ainda de acordo com o jornal, a delação do ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), José Riva, teria contribuído com a decisão de Sérgio Ricardo de também firmar um acordo com a Justiça.

Além de o ex-deputado ser apontado como um dos envolvidos na suposta compra da vaga de Sérgio Ricardo no TCE, o conselheiro afastado foi membro da Mesa Diretora da ALMT durante parte dos 20 anos em que Riva esteve no comando do Parlamento. Dessa forma, é possível que esteja entre os 38 deputados que o ex-presidente entregou ao Tribunal de Justiça.

Fonte: O Livre

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