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Mato Grosso

Policiais civis param contra a Reforma da Previdência e fazem ato em frente à Segurança Pública em MT

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Policiais protestam em frente à Sesp, em Cuiabá — Foto: Guilherme Pirajá/ Sinpol-MT

Policiais protestam em frente à Sesp, em Cuiabá — Foto: Guilherme Pirajá/ Sinpol-MT

Os investigadores e escrivães da Polícia Civil pararam as atividades na tarde desta terça-feira (25), em todo o estado, para protestar contra a Reforma da Previdência. Eles fazem uma manifestação em frente à Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp), no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

Os organizadores estimam público de 100 pessoas no início da tarde.

A categoria reclama que o texto, tanto o elaborado pelo governo federal quanto o da comissão formada na Câmara dos Deputados para analisar o projeto do Executivo, trata a Polícia Civil e outras entidades de forma diferenciada das Forças Armadas.

“Não concordamos com a fragmentação das forças de segurança. O texto mantém o direito apenas dos militares da Marinha, do Exército, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar e exclui a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Civil e dos agentes do sistema prisional e do sistema socioeducativo tirando a aposentadoria especial, embora também sejam atividades de risco e de dedicação exclusiva”, afirmou a presidente do Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de Mato Grosso (Sinpol), Edileuza Mesquita.

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Com a paralisação, os atendimentos nas delegacias serão suspensos, das 13h às 18h. Só serão mantidos os serviços na Central de Flagrantes, na 1ª Delegacia de Polícia Civil e na Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), apenas quando houver acidente com vítima fatal.

Policiais cobram mudança no texto da Reforma da Previdência — Foto: Guilherme Pirajá/ Sinpol-MT

Policiais cobram mudança no texto da Reforma da Previdência — Foto: Guilherme Pirajá/ Sinpol-MT

Conforme a presidente do Sinpol, a expectativa das polícias que ficaram de fora dos benefícios concedidos aos militares é que emendas sejam acrescentadas ao texto, estendendo os direitos.

Uma comissão de entidades classistas se reuniu em Brasília para alterar o relatório da comissão especial da Câmara.

A idade da regra geral é 62 para mulheres e 65 para homens e para os policiais civis seria 55, tanto para mulher quanto para homem, com 30 anos de contribuição e 25 anos dedicados à polícia.

Proposta de reforma para a previdência dos militares — Foto: Infografia: Juliane Souza/G1

Com o texto do relator, de acordo com a sindicalista, piorou, porque a mulher ia aposentar com 25 anos e agora vai aposentar com 30. “O relatório da comissão especial da reforma fez foi piorar para a polícia que não é das Forças Armadas. Trava o tempo de contribuição durante a licença-maternidade. Qualquer servidor que sair para tratamento de saúde para de contar e só volta quando voltar a trabalhar”, explicou.

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Outra reivindicação da categoria é a regulamentação de sobreaviso, porque, segundo ela, hoje o profissional é chamado para trabalhar em qualquer horário e não recebe hora extra. “Mato Grosso tem um efetivo reduzido de investigadores de polícia e para atender a demanda é preciso trabalhar a mais, mas não recebe gratificação. Existe um desgaste físico e mental dos investigadores em razão da sobrecarga de serviço”, afirmou.

São 2.070 investigadores e 690 escrivães para atender 115 municípios mato-grossenses. “Tem municípios que não tem escrivão e o policial tem que fazer o serviço operacional”, disse.

Por G1 MT

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Mato Grosso

Em três dias, Polícia Militar captura cinco foragidos em cidades de MT

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Foragido acusado de homicídio foi capturado em Barra do Garça – Foto por: PMMT

Foragido acusado de homicídio foi capturado em Barra do Garça

Laura Gonçalves | PMMT

Policiais militares de Várzea Grande, Poconé e Barra do Garças capturaram, de segunda a quarta-feira (02 a 04.12), cinco homens com mandados de prisão em aberto. Somente Várzea Grande foram três ocorrências.

Em Barra do Garças, no bairro Setor Industrial, um homem, identificado como E.P.S. (60 anos), estava com mandado em aberto por homicídio. Sua captura foi durante abordagem ocorrida no bairro.

Em Várzea Grande, no bairro Jardim Potiguar, uma equipe da Rotam em patrulhamento abordou um grupo de pessoas que estava na frente de um bar. No nome de E. P. A. (29 anos), que antes havia passado nome falso, constou mandado em aberto por tráfico de drogas.

Um dos foragidos de Várzea Grande foi capturado no bairro Jardim Potiguar    Foto: PMMT

Na região central, os policiais em rondas viram um homem, identificado como W.F.C.(28), em atitude suspeita, quando revolveram aborda-lo. Em seu nome constou mandado expedido em Pontes e Lacerda.

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No bairro São Mateus, a equipe do Grupo de Apoio (Gap) abordou V.V.S. (32) durante uma ronda. O seu mandado aberto era por não pagamento de pensão.

Na zona rural de Poconé, os militares prenderam O.S.J. (39) em uma  operação policial. O homem estava dirigindo uma carreta Volvo branca. Em seu nome constou mandado de prisão expedido pela 2ª Vara de Primavera do Leste.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.65.3939 (ligação gratuita). Nesse número, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes. Exemplos: a presença de foragidos da Justiça com mandado de prisão em aberto e ponto de venda de droga.

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Mato Grosso

Moro autoriza uso da Força Nacional na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia

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O ministro da Justiça, Sérgio Moro, autorizou emprego da Força Nacional de Segurança Pública em apoio à secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública, nas ações de Polícia Judiciária, no combate à criminalidade organizada na região de fronteira de Mato Grosso. Em Mato Grosso, são mais de 720 quilômetros de divisa seca e mais de 200 quilômetros de divisa por água. Os dados foram publicados Diário Oficial da União.

Ainda de acordo com a portaria também será implementado o Programa VIGIA,  em caráter episódico e planejado, pelo prazo de 180 dias. O programa é uma parceria entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública e Ministério da Defesa visa a capacitação para policiais federais, civis e militares que atuam nas fronteiras do país.

Entre as linhas de atuação do programa estão operações integradas; aquisição de equipamentos; capacitações e bases operacionais com integração de sistemas. A medida atende um pedido formulado em junho pelo senador Wellington Fagundes (PL), durante reunião do Bloco Parlamentar Vanguarda. “O objetivo é aumentar a fiscalização e a repressão contra os crimes transfronteiriços, como contrabando, tráfico de drogas, armas e munições, que é o que mais estamos precisando neste momento”, disse o senador.

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Na conversa com o ministro Sérgio Moro, em junho passado, acompanhado pelo senador Jayme Campos, Fagundes mostrou ao ministro a situação de abandono da faixa de fronteira em Mato Grosso. Destacou que a fronteira do Estado têm sido um caminho aberto para entrada de armas ilegais, e do contrabando, além, do tráfico de drogas – crime que, segundo ele, “tem destruído nossa juventude e as famílias brasileiras”.

Redação Só Notícias (foto: Marcelo Camargo/arquivo)

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