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Agronegócio

Porto de Santos recebe a maior carga de fertilizantes da história do Brasil

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Porto de Santos recebe a maior carga de fertilizantes da história do BrasilCom mais de 72 mil toneladas de sulfato de amônio a granel, o Panamax Breeze trouxe a maior carga de fertilizantes já desembarcada no Brasil. O navio atracou no Terminal Marítimo do Guarujá (Termag) no último domingo, dia 24/11, e a previsão é que ele seja totalmente descarregado até o fim desta semana.

Mais de 90% da carga irá para o município de Rondonópolis (MT). O restante irá para Cubatão, no litoral de São Paulo, e Itapetininga, no interior paulista. Grande parte desse fertilizante deve ser utilizado para a safra de milho, com o intuito de impulsionar um novo recorde.

A logística pós-desembarque também está planejada. Para transportar todo esse volume, seriam necessárias cerca de 1,270 mil carretas bitrem. Enfileiradas, formariam um comboio de mais de 50 quilômetros. Para evitar essa situação, boa parte do adubo será transportado por ferrovia.

“Os terminais têm procurado soluções multimodais para otimizar os fluxos de carga no porto. O Termag criou regras de prioridade que serão utilizadas nesta operação: tem preferência para atracação os navios que forem escoar mais de 80% do volume descarregado pela malha ferroviária”, explica Ewerton John, diretor do Grupo Orion, responsável pela escala do navio no Porto de Santos.

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A Orion atuou como agente local do transporte, viabilizada pela Indagro, considerada uma das principais tradings do setor de fertilizantes no mundo. De acordo com os responsáveis pela operação, movimentar navios com maior capacidade de carga tende a reduzir custo com frete.

Isso porque embarcações deste porte são são vistas pelos armadores como opções interessantes para a exportação de granéis agrícolas do Brasil. O Panamax Breeze, por exemplo, deve deixar o porto de Santos carregado com grãos e açúcar, negociação que deve ser concluída até o desembarque da carga de adubo.

Fonte: GLOBO RURAL

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Agronegócio

Balança comercial registra superávit de US$ 1,646 bi na primeira semana de dezembro

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Balança comercial registra superávit de US$ 1,646 bi na primeira semana de dezembroNa primeira semana do mês, o país registrou exportações no valor de 5,073 bilhões de dólares, enquanto as importações somaram 3,427 bilhões de dólares.

Em nota, o ministério da Economia informou que, na semana passada, houve aumento na venda de produtos básicos e semimanufaturados, o que ajudou a impulsionar a média diária das exportações totais do período (1,015 bilhão de dólares) em comparação à da primeira semana de dezembro de 2018 (967,3 milhões de dólares).

A balança acumula, até a primeira semana de dezembro, saldo comercial positivo de 42,7 bilhões de dólares, uma queda de 20% em relação ao superávit registrado no mesmo período do ano passado.

A última projeção do Ministério da Economia para o saldo comercial do ano, divulgada em outubro, apontava para um superávit de 41,8 bilhões de dólares, ante projeção anterior de 56,7 bilhões de dólares.

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A estimativa, no entanto, deve sofrer nova revisão depois que a Secretaria de Comércio Exterior corrigiu para cima os dados contabilizados das exportações brasileiras no período setembro a novembro, atribuindo a uma falha humana uma subnotificação de 6,488 bilhões de dólares que ajudou a piorar o resultado da balança comercial brasileira divulgado originalmente.

Fonte: Reuters

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Agronegócio

Milho em alta no mercado brasileiro

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Milho em alta no mercado brasileiroSegundo levantamento da Scot Consultoria, na região de Campinas-SP, a saca de milho de 60 quilos está cotada em R$49,00, sem o frete. Houve alta de 7,3% na comparação mensal e de 28,9% em relação a dezembro do ano passado.

Do lado das exportações, em novembro, o país embarcou diariamente, em média, 214,4 mil toneladas de milho (Secex). Apesar da queda de 18,8% no volume diário em relação a outubro deste ano, houve incremento de 17,6% na comparação com a média de novembro de 2018.

Para o final deste ano e primeiras semanas de janeiro de 2020, a expectativa é de mercado firme e aumentos nos preços não estão descartados. No entanto, as altas deverão ser mais contidas em função da menor movimentação, típica do período.

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Fonte: Scot Consultoria

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