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Agronegócio

Preço do leite longa vida caiu no atacado em junho

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Foi observado um mercado mais frouxo para os derivados do leite na primeira quinzena de junho

Portal do Agronegócio

Preço do leite longa vida caiu no atacado em junho

Na comparação com o fechamento do mês anterior, os preços dos lácteos caíram 0,4% no mercado atacadista, considerando a média de todos os produtos e estados cotados pela Scot Consultoria.

Para o leite longa vida (UHT), a queda foi mais acentuada nas indústrias, de 3,6% no mesmo período. O leite longa vida fechou cotado, em média, em R$2,59/litro.

Esse recuo de preços no atacado, mesmo com a produção da matéria-prima (leite cru) em queda, está atrelado a dificuldade de os laticínios escoarem a produção em patamares de preços mais altos.

No varejo, em São Paulo, o cenário foi de praticamente de estabilidade, com queda de 0,1% na primeira metade de junho, frente a quinzena anterior, na média de todos os produtos lácteos cotados.

Para essa segunda quinzena de junho, a expectativa é que o mercado continue mais frouxo, tanto no varejo como no atacado, em decorrência do consumo mais enfraquecido, normalmente, observado na segunda metade do mês.

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Outro fator que contribui para esse cenário é o início das férias escolares no final de junho, que em uma época de consumo deixando a desejar é mais um fator que pode pressionar o mercado negativamente.

Por fim, o incremento de produção da matéria-prima (leite cru) no sul do país, importante bacia leiteria nacional, também poderá contribuir com esse cenário de preços mais frouxos.

Fonte: Scot Consultoria

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Agronegócio

Dólar sofre ajuste após alta por temores sobre coronavírus, mas segue em torno de R$4,20

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Dólar sofre ajuste após alta por temores sobre coronavírus, mas segue em torno de R$4,20Depois de uma disparada na véspera devido a temores sobre o surto de coronavírus chinês, o dólar recuava contra o real nos primeiros negócios desta terça-feira, mas continuava em torno de 4,20 reais em meio à permanência da cautela nos mercados.

Na véspera, a aversão a risco impulsionou a divisa norte-americana a uma máxima em quase dois meses, de 4,2101 reais na venda, alta de 0,59%.

O contrato mais líquido de dólar futuro tinha queda de 0,20% nesta terça-feira, a 4,2020 reais.

Fonte: Reuters

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Agronegócio

Desempenho exportador das carnes na 4ª semana de 2020

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Desempenho exportador das carnes na 4ª semana de 2020Mesmo sem conseguir repetir o desempenho daquele que foi o melhor dezembro de todos os tempos, as exportações de carnes seguem num ritmo bem melhor que o observado há um ano, em janeiro de 2019, quando foi registrado – pela média diária da receita cambial – o mais fraco resultado dos últimos 19 meses.

Por exemplo, na quarta semana de 2020 (19 a 25, cinco dias úteis) obteve-se, pela média diária, receita cambial de US$47,516 milhões, valor 12% superior ao da semana anterior. E considerados os desempenhos mais recentes, o resultado de janeiro corrente (mês em que, geralmente, ocorrem os mais fracos embarques do ano) supera até aqui (outro exemplo), o que foi alcançado no último agosto, ocasião em que, normalmente, são registrados alguns dos melhores resultados mensais.

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De toda forma, por melhor que seja o desempenho do setor nesta última semana de janeiro, volume embarcado e receita cambial serão menores que os de dezembro passado. Para as três carnes.

Já em relação a janeiro de 2019, o desempenho será generalizadamente positivo. O maior ganho, neste caso (considerados os embarques até aqui efetuados), será o da carne suína, cujo volume pode ficar 42%acima do que foi registrado há um ano, neste mesmo mês.

A carne bovina, por sua vez, tende a um aumento anual em torno de 17%, enquanto para a carne de frango é sinalizado aumento da ordem de 11%.

A ressaltar, no entanto, que as três carnes – mas sobretudo a suína e a bovina – alcançam, no momento, significativa valorização em relação a janeiro de 2019 (de quase um terço a carne bovina; e de, praticamente, 30% a carne suína).

Em decorrência, os maiores ganhos devem ser observados na receita cambial. O sinalizado, por ora, é um incremento de quase 85% na receita da carne suína e de pelo menos 54% na receita da carne bovina. A carne de frango – cujo preço médio atual é 5% maior que o de um ano atrás – tende a gerar receita 17% maior que a de janeiro de 2019.

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Fonte: AviSite

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