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Agronegócio

Primeira patente da Intergado é aprovada e assegura tecnologia que auxilia pecuaristas na tomada de decisão

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Composta por uma plataforma de rastreabilidade e gestão para a bovinocultura, o direito de propriedade marca um grande ativo tecnológico para a empresa

Portal do Agronegócio

A Intergado – startup que desenvolve e disponibiliza soluções de pecuária de precisão que melhoram a qualidade da informação e maximizam os resultados financeiros dos clientes – teve a sua primeira patente aprovada no início de fevereiro de 2019. Composta por uma plataforma de rastreabilidade e gestão para a bovinocultura, o direito de propriedade marca um grande ativo tecnológico para a empresa, em um mercado que está sempre em ascensão.

Idealizada pelo médico veterinário e zootecnista Marcelo Ribas, em conjunto com os empreendedores Tobias Soares e João Luiz Neves, especialistas nas áreas de propriedade intelectual e no desenvolvimento de soluções baseadas em IOT e telemetria de dados, a Intergado tem a intenção de transformar o agronegócio brasileiro e auxiliar os produtores de gado de corte na rápida tomada de decisão. Para isso, utiliza hardwares e softwares para aperfeiçoar os serviços alimentares e de engorda para os criadores de rebanhos e instituições de pesquisa, somando cerca de 97 clientes.

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“Quando o projeto Intergado foi criado, em 2009, o Brasil tinha acabado de passar por um fechamento do mercado de exportação de carne e a alegação dos importadores era de que a nossa produção não transmitia segurança aos consumidores. Na época, já tínhamos a percepção de que a tecnologia poderia melhorar a produtividade do setor e foi nesse cenário que começamos a desenvolver soluções capazes de identificar eletronicamente os animais e registrar automaticamente informações zootécnicas”, explica Marcelo Ribas, sócio e diretor executivo da empresa.

Após anos desenvolvendo e testando equipamentos em fazendas de Belo Horizonte (MG), a Intergado tem em sua gama de produtos tecnologias voltadas para a produção de carne (Intergado Beef); Melhoramento Genético (Intergado Efficiency); e pesquisas (Intergado Science). Desde que recebeu o investimento do fundo CRIATEC 3, em junho do ano passado, a startup também entrou em evidência no ambiente de inovação, sendo cada vez mais procurada por empresas nacionais e multinacionais do agronegócio.

“Nosso foco sempre foi fazer a diferença na vida do produtor rural e tornar as decisões no campo mais ágeis e precisas, de forma acessível ao pecuarista. Ao mesmo tempo, nos preocupamos com o bem-estar animal: a partir de nossas soluções, identificamos precocemente animais doentes e conseguimos indicar o melhor momento para abate, potencializando o lucro dos produtores em até 30%”, finaliza Ribas.

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Fonte: Piar Comunicação

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Agronegócio

Tecnologias digitais e a transformação do agronegócio

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Tecnologias digitais e a transformação do agronegócioO campo tem sido invadido pelos dados para que decisões cada vez mais inteligentes sejam tomadas pelo produtor rural, como entender os inputs gerados pelos equipamentos (telemetria) e aumentar a eficiência, por meio de analytics avançados e gerenciamento das operações de forma mais holística e científica.

A gestão das propriedades rurais pode ser otimizada por meio de softwares de gerenciamento agrícola, assim como o plantio e a colheita também podem ser potencializados com tecnologias voltadas à agricultura de precisão, análise preditiva, irrigação inteligente, robótica e drones. Soluções digitais de escoamento de safra, com marketplaces, também têm se mostrado com uma alternativa bastante interessante. Como exemplo, pode-se citar a plataforma CBC Agronegócios, na qual empresas negociam produtos como grãos, cereais, sementes e insumos.

O setor agro, de forma em geral, vem buscando formas de otimizar a produção e isso inclui a diminuição da dependência humana para determinadas atividades. Outra demanda é da indústria financeira, preocupada em dar mais acesso ao crédito para os produtores rurais, diminuindo a burocracia e revisitando processos muito manuais e engessados.

As seguradoras, por sua vez, estão se preparando para fornecer seguro agrícola adaptado às necessidades específicas dos agricultores. Informados por big data e em tempo real, o agricultor e a seguradora podem adaptar sua cobertura dinamicamente, com base na mudança de risco e nas ações tomadas pelo segurado para mitigar esse risco. Além disso, como parte de um ecossistema agrotecnológico, há um grande valor para o agricultor em tudo aquilo que simplesmente acontece mais rápido, seja de reparos de equipamentos a pagamentos de sinistros. A tecnologia digital é um divisor de águas para o seguro agrícola e tem como principais desafios as mudanças climáticas, a cadeia de fornecimentos e a falta de cobertura.

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É perceptível, por exemplo, o aumento das empresas que comercializam máquinas e implementos agrícolas com interesse em medir seu NPS (Net Promoter Score) – métrica de lealdade do cliente -, metodologia que tem se disseminado amplamente em diferente indústrias. Isso mostra a preocupação das empresas em melhorar a satisfação de seus clientes, colocando-os, de fato, no centro das suas decisões. Isso tem estimulado as empresas a desenharem a jornada de compra, identificando o momento ideal para coleta do feedback e estudando os melhores canais a serem utilizados. Para viabilização desse processo, são necessárias a adoção de novas tecnologias e também uma mudança de modelo mental das empresas produtoras, das revendas, das assistências técnicas que estão diante de um produtor rural cada vez mais atualizado e exigente.

Um exemplo de utilização de recursos tecnológicos é da AGCO International, que implementou ferramentas em IoT em suas máquinas agrícolas, ou seja, equipamentos que funcionam de forma autônoma. Como resultado, obteve-se um aumento de precisão de rota dos tratores de um metro para até dez centímetros; registro dos dados de semeadura do produtor: quanto foi semeado de cada semente, cada defensivo agrícola e em qual área da fazenda; dados de telemetria enviados às concessionárias da AGCO: nível de óleo e combustível, temperatura do motor e do óleo e horas de uso do motor.

Outro caso que pode ser citado é o da seguradora Allianz. A companhia usa a solução da startup 365FarmNet – que é baseada em dados de satélite – para melhorar a avaliação de risco em tempo real para seguros agro. A tecnologia é aplicada para garantir desvios dos rendimentos previstos das colheitas. Ela utiliza dados de satélite abertos da Agência Espacial Europeia (ESA) para mapear o acúmulo de biomassa, com o objetivo de melhorar a avaliação de riscos em tempo real, bem como uma avaliação de reivindicações mais eficiente e precisa. Isso significa duas coisas: maior previsibilidade de resultados e uma melhor proporção de insumo/produto agrícola.

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Existem diversos cases de sucesso na indústria e uma proliferação de eventos para tratar do tema inovação e novas tecnologias no meio agro. Empresas consolidadas, que atuam no meio agro, têm avançado em prover melhores serviços por meio de uma atuação em ecossistema, trazendo uma atuação virtuosa e de ganhos para o produtor rural por intermédio da tecnologia. E há ainda muita oportunidade de inclusão de tecnologias digitais, especialmente, quando se trata de agricultura familiar, que representa 88% das propriedades rurais.

Sendo assim, um caminho para encurtar esse acesso é por meio da parceria entre empresas e startups, ligando os menores a tecnologias que permitem ter ganhos na produção e na qualidade do produto. Operar em ecossistema é uma saída inteligente, mais acessível e responsável diante do desafio crescente do setor que representa aproximadamente ¼ do PIB nacional.

Caroline Capitani, VP de Negócios e Inovação da ilegra, empresa global de design, inovação e software

Data de Publicação: 01/04/2020 às 13:20hs
Fonte: OliverPress

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Agronegócio

Genética Nelore ganha destaque no Brasil

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Genética Nelore ganha destaque no BrasilO nelore chegou ao Brasil no final do século XVIII e hoje é a raça mais criada e base para cruzamento em gado de corte. O zebuíno tem como principais características a adaptabilidade aos trópicos, sendo muito rústico e resistente a doenças e parasitas, entrega uma carne de boa qualidade e aceitação no mercado.

De olho nesse desempenho criadores de todo país vem investindo em touros com genética apurada. Visitamos a Agro-Pecuária CFM, em Magda, noroeste paulista, para conhecer como o programa de melhoramento genético resultou na venda de quase 43 mil touros nelore para 116 criadores de 15 estados. A reportagem em vídeo está logo abaixo, em mais um episódio da série “Pecuária 4.0: o caminho do boi brasileiro”.

Na CFM os leilões de touros CEIP superam os R$ 10 milhões. O Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP) é atribuído pelo Ministério da Agricultura a touros comprovadamente superiores. Baseado nisso a CFM pode comercializar 30% dos melhores machos de cada safra. O restante é descartado e segue para engorda. “A seleção busca manter as qualidades mais desejadas nos descendentes. Animais de personalidade difícil ou baixo ganho de peso não servem para genética”, explica o gerente, Tamires Miranda Neto.

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Além da venda de machos também ao comercializadas doses de sêmen, retiradas por empresas parceiras. São 20 touros constantemente nas centrais de inseminação e dez em teste, avaliados constantemente. A primeira venda de material genético ocorre aos 24 meses.

Fonte: Agrolink
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