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Agronegócio

Redução de custos supera 20% em sistema lavoura-pecuária

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Redução de custos supera 20% em sistema lavoura-pecuáriaO irrigante que quer aumentar sua produtividade precisa se dedicar periodicamente ao planejamento. É por meio dele que os objetivos do negócio são definidos e as estratégias são traçadas.

Entre os objetivos do Fernando Porto, proprietário e gestor da Fazenda Três Irmãos, que compõe o grupo familiar de propriedades administrado por ele e seus dois irmãos, estava aliar a criação de animais para pecuária de corte, o cultivo de culturas variadas, principalmente feijão e soja, e o cuidado ambiental. A Fazenda Três Irmãos, localizada no município de Jussara – GO, contabiliza mais de 5 mil animais e 13 pivôs.

Desafio

Fernando queria conciliar a melhor época de plantio do feijão como primeira cultura com a manutenção do pasto fora de época, a partir do cultivo da braquiária ruziziensis, já que a pecuária de corte é o negócio principal do grupo. A integração lavoura-pecuária visava aumentar o potencial produtivo da fazenda, que também enfrentava o problema da demanda de energia da região.

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“A gente tinha uma turma que fazia uma leitura bem simples das nossas contas na parte de irrigação. A turma amadureceu e, como todo processo de treinamento de pessoal e de dimensionamento de máquinas, chegou a hora de a gente buscar informações. Aí entrou a turma da iCrop… Eu acho necessário abrir as portas da fazenda porque quem está entrando ali vem pra somar resultados. A iCrop veio e acrescentou no nosso processo produtivo”, diz Fernando.

Impacto positivo

Apesar de o feijão necessitar irrigação em quase todo o seu ciclo, a atividade pecuária na fazenda não exigia o potencial produtivo máximo da ruziziensis, o que permitiu à iCrop estabelecer critérios mais acertados de manejo para ambos. Com isso, Fernando conseguiu não só reduzir seu custo real por hectare em mais de 20%, mas também aumentar a produção de feijão em praticamente um saco por hectare ano após ano.

Impacto positivo gerado não só pelo manejo de água, mas também pelo manejo de energia, uma das principais queixas do produtor. Benefícios que também refletiram na cultura da soja, com o controle de irrigação administrado de acordo com a avaliação dos períodos seco e chuvoso feita pelo consultor.

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Fonte: iCrop

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Agronegócio

NOTA OFICIAL – Esclarecimento sobre suposta detecção de coronavírus na China em asa de frango importada do Brasil

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Na manhã de hoje, foi publicada nota no site do município de Shenzhen, província de Guangdong, com informações da autoridade sanitária local sobre uma suposta detecção de ácido nucleico do coronavírus na superfície de uma amostra de asa de frango congelada, oriunda de um lote importado do Brasil.

Segundo a nota, outras amostras do mesmo lote foram coletadas, analisadas e os resultados foram negativos.

O Escritório de Prevenção e Controle de Epidemiologia de Shenzhen informou que todas as pessoas que manusearam ou entraram em contato com o material testaram negativo para a COVID 19.

Ainda na noite de ontem, após notícia veiculada na imprensa da província chinesa, o MAPA acionou imediatamente a Adidância Agrícola em Pequim, que consultou a Administração Geral de Aduanas da China – GACC buscando as informações oficiais que esclareçam as circunstâncias da suposta contaminação.

Até o momento, o MAPA não foi notificado oficialmente pelas autoridades chinesas sobre a ocorrência.

O MAPA ressalta que, segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há comprovação cientifica de transmissão do vírus da COVID-19 a partir de alimentos ou embalagens de alimentos congelados.

O MAPA reitera a inocuidade dos produtos produzidos nos estabelecimentos sob SIF, visto que obedecem protocolos rígidos para garantir a saúde pública.

Para mais Informações: imprensa@agricultura.gov.br

 

 

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Agronegócio

Agronegócio representou mais da metade das exportações brasileiras em julho

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Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Agronegócio representou mais da metade das exportações brasileiras em julho
Produtos como soja em grão, açúcar, celulose, algodão, carne suína e carne bovina tiveram considerável aumento de volume comercializado. As vendas para a China aumentaram 34,3%
As vendas externas do agronegócio em julho representaram 51,2% no valor total exportado pelo país, somando US$ 10 bilhões no mês passado, alta de 11,7% em relação ao valor exportado em julho de 2019.

De acordo com o Boletim da Balança do Agronegócio, divulgado nesta quarta-feira (12) pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SCRI-Mapa), as importações, por outro lado, tiveram diminuição de 16,3% atingindo US$ 982 milhões em julho. O saldo da balança ficou em US$ 9 bilhões.

Produtos importantes da pauta brasileira de exportação agropecuária tiveram considerável aumento de volume comercializado: soja em grão (+39,4%), açúcar (+92,3%), celulose (+35,1%), algodão (+64,4%), carne suína (+45,0%) e carne bovina (+20,9%).

As exportações de soja em grão chegaram a 10,4 milhões de toneladas em julho deste ano e geraram US$ 3,61 bilhões em receitas para o Brasil. A China foi o principal país importador da soja em grão brasileira, registrando aquisições de 7,9 milhões de toneladas ou 75,8% da quantidade exportada pelo grão.

As vendas externas de açúcar subiram de US$ 526 milhões em julho de 2019 para US$ 964 milhões em julho de 2020. Um incremento de 83,4% no período em análise. O aumento de 92,3% na quantidade exportada, que atingiu 3,5 milhões de toneladas no mês de julho de 2020, contribuindo para o aumento das exportações.

As exportações de celulose aumentaram 35,1% em quantidade, mas a queda de 37,2% no preço médio do produto fez com que houvesse redução no valor de exportação, que ficou em US$ 480 milhões em julho de 2020 (-15,2%). Já o algodão, não cardado nem penteado, totalizou US$ 107 milhões, com vendas de 77 mil toneladas.

Entre as carnes, a suína e a bovina foram as de melhores desempenhos nas exportações. A expansão da carne bovina de 23%, subiram de US$ 631 milhões (julho de 2019) para US$ 776 milhões em julho deste ano. O aumento ocorreu principalmente em função das vendas de carne bovina in natura à China, que cresceram 143,3%, atingindo US$ 375,50 milhões.

As exportações de carne suína tiveram incremento de 34,2% em valor, atingindo a cifra de US$ 202 milhões em julho de 2020. A China também foi o país responsável pelo aumento das exportações brasileiras, tendo adquirido US$ 106,68 de carne suína in natura brasileira em julho de 2020 (+90,3%). Já as exportações de carne de frango tiveram decréscimo no período de análise, passando de US$ 673 milhões em julho de 2019 para US$ 490 milhões em julho de 2020 (-27,2%).

Países compradores

Quanto aos mercados compradores, o crescimento de quase US$ 1 bilhão nas exportações para a China explica a expansão das vendas externas em julho deste ano.

As vendas ao país asiático atingiram US$ 3,85 bilhões (aumento de 34,3%) ou uma participação de 38,4% de todo o valor exportado pelo Brasil em produtos do agronegócio.

Para mais Informações: imprensa@agricultura.gov.br

 

 

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