conecte-se conosco


Agronegócio

Reforma administrativa ameaça votação da MP do Código Florestal

Publicado

A medida provisória (MP 867/18) que prorroga o prazo para os proprietários rurais aderirem ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) e muda vários dispositivos do Código Florestal tem uma semana decisiva no Congresso

Portal do Agronegócio

O prazo de validade da proposta termina em 3 de junho, próxima segunda-feira, e o texto ainda precisa ser aprovado pelos plenários da Câmara e do Senado.

Deputados ouvidos pelo Congresso em Foco entendem que a votação da MP 870/2019, que trata da reforma administrativa, marcada para esta terça-feira (28) no Senado, ameaça a análise da proposta. A MP 870 também perde validade na próxima segunda. Se os senadores alterarem otexto aprovado pelos deputados na semana passada, a medida terá de retornar à Câmara. Com isso, observam os parlamentares, o tempo ficará ainda mais exíguo para a apreciação da MP 867.

“O prazo está muito curto e até agora não foi aberta qualquer posição de negociação do texto. O momento de negociar MP é na comissão especial e eles não tiveram esse papel naquele momento, é um tema muito complicado e os deputados estavam todos debruçados sobre a medida provisória da reforma administrativa. Se o Senado votar a MP 870 hoje, e é bem provável que faça com modificações, a Câmara terá de se dedicar ou hoje à noite ou amanhã a votá-la novamente. Teremos um desafio pela frente”, avalia o presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, Rodrigo Agostinho (PSB-SP).

Veja Também:  Produtor comemora taxa de prenhez acima de 55% com o uso de embriões

O deputado considera grande a chance de a MP 867 perder validade por falta de acordo entre os parlamentares. Segundo ele, mesmo integrantes da bancada ruralista entendem a proposta como exagerada por causa, principalmente, do dispositivo que pode funcionar como uma anistia para áreas desmatadas. A medida provisória deve ser discutida nesta terça-feira no almoço semanal da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA). O clima desse encontro deve ser determinante para o futuro da texto que altera o Código Florestal.

O deputado Zé Vitor (PR-MG), que integra a FPA, admite que há dúvidas entre os colegas da frente parlamentar. “O que sinto é que muitas pessoas estão pensando que estamos mudando um código que já estava feito, que foi amplamente discutido, e estamos trazendo mais insegurança. Eu não acho que é isso, pode parecer para aqueles que não conhecem a fundo a proposta que estamos simplesmente anistiando, mas não é essa a proposta, não vejo que a MP dá margem para insegurança jurídica”, destaca.

O relator da medida provisória, deputado Sérgio Souza (MDB-PR), acredita que o texto deve ser aprovado nesta terça-feira (28) no plenário Câmara da maneira como saiu da comissão especial. “O plenário é soberano, queremos sim [que o texto seja aprovado na íntegra]. É importante que seja aprovada porque se cair a MP, isso traz um prejuízo muito grande ao setor produtivo. Com a não prorrogação do PRA [Programa de Regularização Ambiental], por exemplo, várias regularizações ambientais feitas no passado podem ser processadas”, afirmou ao Congresso em Foco. O deputado disse que as negociações para viabilizar a aprovação da medida devem ocorrer em plenário.

Veja Também:  Suínos: mercado continua em queda, principalmente nos preços do animal vivo

A MP 867/18 foi enviada ao Congresso pelo governo Michel Temer e a prorrogação do prazo para adesão ao Programa de Regularização Ambiental, instrumento pelo qual o proprietário regulariza a situação de sua terra mediante um plano de recuperação de áreas desmatadas ou compensação pelas irregularidades passadas, já era criticada por ambientalistas. Na tramitação no Congresso, mais assuntos foram inseridos no texto. Segundo o Observatório do Código Florestal, rede de 28 entidades que monitoram a aplicação do Código Florestal, alguns “jabutis” “têm potencial desastroso para a política ambiental e agrícola do país”.

Fonte: CAMARA DOS DEPUTADOS

Comentários Facebook
publicidade

Agronegócio

Óleo de soja da cooperativa está mais sustentável

Publicado

COAMO: Óleo de soja da cooperativa está mais sustentávelCom o início das atividades da unidade industrial da Coamo em Dourados (MS), em novembro de 2019, a cooperativa iniciou a utilização de novas embalagens para o óleo de soja refinado da marca Coamo, nas linhas de produção das fábricas da cooperativa em Dourados e Campo Mourão (PR). Essa nova embalagem foi idealizada para reduzir a demanda de plástico – PET, mas sem prejudicar a praticidade e a segurança do seu manuseio junto ao consumidor. “Estamos sempre atentos às necessidades e oportunidades de novos projetos, com o desenvolvimento de novas soluções para otimizar nossas operações”, afirma o diretor Industrial da Coamo, Divaldo Correa.

Menos plástico – Com essa mudança, haverá uma redução de 565,1 toneladas anuais na demanda de plástico no processo produtivo das indústrias, o que representa 11,24% a menos de matéria-prima para produção de garrafas. “Trata-se de uma proposta sustentável que preconiza a redução de matéria-prima, além de garantir mais eficiência no transporte das embalagens, com a diminuição do número de viagens para a mesma quantidade de embalagens transportadas entre o fornecedor e as unidades industriais”, explica Correa.

Veja Também:  Exportações de algodão devem ser as maiores da história

Primeira linha – O diretor Industrial ainda lembra que a primeira linha de produção e envase do óleo de soja Coamo iniciou em 2007, na indústria de Campo Mourão. “Na época, a garrafa utilizada pesava 20 g, com uma tampa de 3,2 g. Com o passar dos anos o peso da garrafa foi reduzido para 18g e, depois, para 16,9g, e o peso da tampa para 2,2 g. No projeto atual, o peso da garrafa foi reduzido para 15g, uma redução de 25% em relação à primeira embalagem utilizada e 11,24% em relação à embalagem anterior. Cabe ressaltar que essa nova embalagem acondiciona o mesmo peso líquido contido nas embalagens precedentes.”

Nova versão – A nova versão já está disponível nas gôndolas dos supermercados e está alinhada ao princípio dos 3R’s adotado pela Coamo: reduzir, reciclar, reutilizar. “A Coamo desde a sua origem adota práticas sustentáveis que vão desde a escolha da semente produzida nos campos dos mais de 29 mil associados até o processo de produção industrial e distribuição nos pontos de vendas”, ressalta Divaldo Correa.

Veja Também:  Produtor comemora taxa de prenhez acima de 55% com o uso de embriões
Fonte: Imprensa Coamo

Comentários Facebook
Continue lendo

Agronegócio

Preço do boi e vaca gorda em Mato Grosso tem nova valorização

Publicado

Preço do boi e vaca gorda em Mato Grosso tem nova valorizaçãoOs preços da arroba do boi e da vaca gorda seguiram em valorização, na semana passada, com aumentos de 1,86% e de 2,74%, respectivamente, ante a semana anterior. O boi fechou em média a R$ 181,38 a arroba e o preço médio da arroba da vaca fechou em R$ 170,81.

Com a contínua alta da arroba do boi gordo, a relação de troca boi/bezerro novamente subiu na semana passada, em 1,67%. Sendo assim, o indicador ficou em 1,91cab./cabeça.

As escalas de abate aumentaram levemente, com variação semanal de 0,25dia, fechando em 7,30dias. Apesar de os frigoríficos estarem se abastecendo para o carnaval, a dificuldade de compra ainda pauta o mercado, principalmente de machos.

Fonte: Só Notícias

Barra News – A sua fonte diária de informação – Barra do Bugres MT.

Comentários Facebook
Veja Também:  Produtor rural deve renovar autorização de funcionamento gratuitamente
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

O QUE VOCÊ ESTÁ ACHANDO DA GESTÃO DO GOVERNADOR MAURO MENDES ?

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Esportes

Mais Lidas da Semana