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Mato Grosso

Reitoria da Unemat apresenta aplicação de recursos à Comissão de Educação

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O reitor Rodrigo Zanin, a vice-reitora Nilce Maria, e pró-reitores da Universidade do Estado de Mato Grosso Carlos Alberto Reyes Maldonado (Unemat), estiveram nesta quarta-feira (03.04) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a convite da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto. O reitor apresentou a aplicação dos recursos financeiros referentes ao ano de 2018, que representam os 2,5% da receita corrente líquida garantidos na Constituição do Estado de Mato Grosso.

Rodrigo Zanin explicou que a Unemat abrange o Estado de Mato Grosso como um todo, por meio dos 13 câmpus, 17 núcleos pedagógicos e 24 polos educacionais de ensino à distância. “A Unemat está presente em 45 dos 141 municípios do Estado, temos cerca de 23 mil acadêmicos   atendidos em 60 cursos de entrada regular e outros 129 ofertados em modalidades diferenciadas, além dos nossos cursos de pós-graduação. Ofertamos quatro doutorados institucionais, quatro interinstitucionais, três doutorados em rede e mais 16 mestrados em formatos acadêmicos e profissionais”, detalhou o reitor.

O reitor ainda mostrou que o investimento aluno/ano da Unemat é de R$ 17 mil, menor em comparação a outras instituições de ensino superior públicas estaduais. Uma das metas da gestão é aumentar os Índices Gerais de Cursos das Instituições (ICG) de 3 para 4, numa escala de 5.  Rodrigo ainda apresentou o crescimento orçamentário desde a previsão do percentual da corrente líquida e o aumento nos últimos nove anos de 14 para 23 mil alunos. “As modalidades diferenciadas com turmas parceladas, fora de sede, especiais, tem contribuído para esses avanços. Com muito planejamento e responsabilidade estamos ampliando o acesso à Unemat”, disse Zanin.  

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“Ficou muito evidente o trabalho que a Unemat vem fazendo, é importante que as pessoas que estão aqui tomem conhecimento e os deputados, que dão as diretrizes da parte orçamentária, deem a atenção necessária para esse grande patrimônio do Estado de Mato Grosso”, disse o secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, Nilton Borgato, após as apresentações do reitor.

O deputado Thiago Silva, presidente da Comissão de Educação, reforçou que o fortalecimento da Unemat e o compromisso de trabalhar pela democratização do acesso à universidade pública são objetivos da Comissão. “Nós somos defensores da universidade pública”, frisou Thiago Silva.

O deputado Valdir Barranco, licenciado pela Unemat, câmpus de Alta Floresta, também é incentivador da Unemat e da Comissão Pró-Unemat criada para pleitear um câmpus em Rondonópolis. A comissão estava presente, assim como professores e estudantes do município.  

“A gente não se esquece da nossa faculdade. Eu saí da roça e a universidade abriu uma avenida de oportunidades na minha vida e, por isso, meu apoio ao sonho de abrir um câmpus em Rondonópolis”, disse o deputado eleito pelo município onde atualmente a Unemat possui um Núcleo Pedagógico que oferta, com entrada regular anual, os cursos de Ciência da Computação e Letras e, na modalidade diferenciada, duas turmas de Direito.

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O reitor não descarta a expansão da Unemat, uma vez que esse é um sonho de todos os municípios do Estado. “Mas precisamos ter responsabilidade com o orçamento e as condições estruturais da Universidade, precisamos encontrar um caminho responsável com o apoio da Assembleia Legislativa, respeitando sempre os encaminhamentos dos conselhos internos da Universidade”.

A Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto da ALMT é formada pelos deputados Thiago Silva, Valdir Barranco, Sebastião Rezende, Wilson Santos e Dr. João. Além dos deputados da Comissão, estiveram presentes os deputados Delegado Claudinei, Lúdio Cabral e Romoaldo Júnior.

Rodrigo Zanin, já se encontrava na capital desde a véspera para cumprir agendas com o controlador-geral do Estado e com os secretários de Estado de Planejamento e de Meio Ambiente. Zanin estabeleceu parceria que irá disponibilizar à Unemat acesso à biblioteca, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), que dispõe de volumes da área ambiental e ampla mapoteca e também para realizar processo seletivo temporário para a contratação de 50 analistas ambientais para o Cadastro Ambiental Rural (CAR) da Sema.  

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Mato Grosso

Radiologista de Mato Grosso alerta para a importância da mamografia

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A Clínica Vida possui equipamento digital que possibilitam imagens muito mais precisas com menores doses de radiação e menor necessidade de compressão

Médica radiologista há mais de 20 anos em Mato Grosso, a Dra. Hilda Menna Barreto alerta as mulheres para que comecem a fazer anualmente, a partir dos 40 anos de idade, a mamografia, que é considerado um dos exames mais eficazes para o diagnóstico precoce do câncer de mama.

Dra. Hilda Menna Barreto, especialista em métodos de diagnóstico por imagem das mamas, fez seu próprio diagnóstico de Carcinoma “in situ” de mama há cerca de três anos através de um exame de mamografia de rotina.

“Graças à mamografia eu pude descobrir o câncer em estágio bem precoce, fazer o tratamento e hoje estou curada”, afirma a especialista, que acabou se transformando num exemplo para as mulheres que ainda não se conscientizaram da importância do exame. “O câncer de mama é o que mais mata mulheres no Brasil”, alerta.

Dra. Hilda Menna Barreto, que se formou em Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro há quase 30 anos, explica que no caso do câncer de mama, estudos apontam que aproximadamente 95% dos casos diagnosticados no início (com menos de 1,0 cm) têm possibilidade de cura. Porém, apesar disso, o Brasil ainda é um dos países onde a incidência do câncer de mama ainda continua crescendo, assim como os índices de mortalidade relacionados a ele.

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“Detecção precoce significa diagnosticar a doença o mais cedo possível, identificando casos iniciais, para aumentar as chances de cura e diminuir a agressividade do tratamento”, observa a radiologista.

A detecção precoce é realizada através do rastreamento entre mulheres assintomáticas por meio de exame de mamografia, que deve ser feita de forma regular anualmente em mulheres a partir dos 40 anos de idade e a partir dos 35 anos para as mulheres com risco aumentado (mãe, irmã ou filha com câncer de mama).

Em caso de sintomas como nódulo palpável, secreção saindo pelo mamilo ou deformidade de uma das mamas o médico especialista: ginecologista ou mastologista deve ser consultado para indicar o melhor exame a ser realizado em cada caso.

A Dra. Hilda, em uma palestra bastante esclarecedora na Clínica Vida Diagnóstico e Saúde, de Várzea Grande, reforçou o tempo todo a respeito da importância da mamografia como a principal ferramenta para o diagnóstico precoce e citou também a ultrassonografia e a Ressonância Magnética das Mamas como métodos complementares, quando necessário.

“É preciso que as mulheres não tenham medo de fazer a mamografia, não se deixem levar por boatos ou crendices. O exame é rápido e pode ser um pouco incômodo, mas com certeza muito menos do que, por exemplo, uma depilação com cera quente que a maioria das mulheres fazem rotineiramente. “O diagnóstico precoce ajuda a salvar vidas”.

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A radiologista ainda observou que hoje existem equipamentos digitais que vieram para substituir a mamografia convencional e possibilitam imagens muito mais precisas com menores doses de radiação e menor necessidade de compressão, sendo portanto muito menos incômodos.

“Aqui na Vida Diagnóstico e Saúde nós já trabalhamos com esse tipo de mamógrafo digital, que dá muito mais conforto às pacientes”, completou.

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Mato Grosso

Crédito: as novas alternativas para micro e pequenas empresas

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Obter capital de giro é um dos principais pontos de atenção dos empreendedores, mas é preciso cuidado

Assessoria de imprensa Sebrae MT – Luiza Menezes

Para que uma empresa, independente do seu tamanho, cresça é preciso dar atenção a pontos fundamentais que fazem com que ela se desenvolva e gere bons resultados. A necessidade de crédito por parte dos empresários é um dos quesitos mais importante. No entanto, quando se trata de micro e pequenas empresas, a questão é um pouco diferente, pois buscar recursos financeiros em bancos, cooperativas ou agências de fomento, depende muito da situação em que o empresário está. Um estudo feito pelo Sebrae Nacional aponta que pegar empréstimo em banco é a sexta opção dos donos de micro e pequenas empresas que precisam de capital de giro.

O economista e analista da Gerência de Competitividade Empresarial do Sebrae MT, Fábio Apolinário, explica que um dos motivos para isso é por causa do histórico do Brasil em dificultar o acesso a crédito (o sistema tradicional financeiro brasileiro, basicamente, foi estruturado para grandes empresas, por causa disso, as suas exigências são baseadas nelas) e o próprio histórico de relacionamento com o banco que gera dificuldade de conseguir crédito com ele. “O processo de crédito envolve muitas etapas. Tem que ter cadastro, um histórico, apresentar garantias, comprovar a capacidade de pagamento e tem que ter reciprocidade, ou seja, tem que ter relacionamento com o banco para acessar os produtos. Então, a dificuldade de se relacionar com o banco é grande, o empresário acaba ou não procurando uma instituição financeira ou só busca quando precisa e isso atrapalha”, destaca Apolinário.

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Conheça a necessidade da empresa antes de pegar dinheiro

Normalmente, quando empresários procuram crédito por meio de bancos, cooperativas ou agências de fomento é quando eles estão precisando de dinheiro e muitas vezes, essa necessidade vem por um problema de gestão: eles, provavelmente, não estão fazendo a melhor gestão do negócio e não consegue usar corretamente os recursos e aí falta dinheiro.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) possui várias ferramentas que auxiliam o micro e pequeno empreendedor a ter um diagnóstico e ver se realmente é crédito que o negócio precisa ou se pode ser feito um ajuste dos gastos que estão ocorrendo. Além de diversas atividades online (EAD) e presenciais, como: atendimentos, palestras, oficinas, cursos e as consultorias (a ferramenta mais elaborada, pois é um trabalho individual para a empresa, onde é possível ver qual é a situação dela).

Novas alternativas de crédito

Nos últimos anos outras possibilidades surgiram para colaborar com os micro e pequenos negócios. Entre elas estão as fintechs, na sua maioria startups, que trabalham para inovar e otimizar serviços do sistema financeiro. A maior parte delas desenvolve inovações na área de serviços financeiros, com processos baseados em tecnologia. São novos modelos de negócios relacionados a conta corrente, cartão de crédito e débito, empréstimos pessoais e corporativos, pagamentos, investimentos, seguros e muitos outros.

A mais recente opção no Brasil é a Empresa Simples de Crédito (ESC), que regulamenta algo que, teoricamente, já existia. “A ESC permite que você crie um negócio, que não precisa de autorização do banco central, montar um empresa com o seu dinheiro e que empreste o seu dinheiro para outras pequenas empresas, com as garantias que um banco tem”, esclarece Apolinário.

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Contudo, Fábio Apolinário ressalta que ainda não está claro como o mercado financeiro vai reagir. “Embora eles não assumam isso, há uma certa resistência, pois querendo ou não isso abre o mercado ainda mais. Mas hoje eles veem também alguns pontos como oportunidades, pois a ESC só pode emprestar. Então, por exemplo, o dinheiro tem que sair da conta da empresa para a conta do cliente. E, obrigatoriamente, o dono de uma ESC tem que ter conta em algum banco e esse dinheiro vai movimentar o banco do mesmo jeito e esse cliente vai poder acessar os serviços que um banco pode oferecer”, afirma Apolinário.

Não espere a economia reagir

O país está passando por um processo estável na economia, a crise ainda não foi totalmente recuperada. Por isso, Apolinário enfatiza que o empresário não pode esperar o mercado reagir. “Não adianta ele ficar esperando a economia dar uma resposta, o empresário precisa ir atrás para resolver os problemas dele. Então,  as micro e pequenas empresas que estão com problemas necessitam da ajuda de um especialista para tomar uma boa decisão. E mesmo aquelas que estão bem, é muito importante que elas também analisem antes de tomar qualquer recurso com o sistema financeiro para que elas não fiquem inadimplentes. O Sebrae existe para a colaborar com o crescimento das micro e pequenas empresas, independente da sua situação.

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