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Mato Grosso

Representante da embaixada do Reino Unido elogia oficinas indígenas

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A representante da embaixada do Reino Unido, Katerina Elias-Trostmann, elogiou as oficinas indígenas realizadas pelo Programa REM em Mato Grosso. Durante visita em Cuiabá na última semana, ela se reuniu com o secretário adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), Alex Marega, para conhecer um pouco mais das ações da Sema.

“Nunca houve uma interação com os povos indígenas igual a que ocorreu com o programa REM. É prioridade do projeto a aproximação com as comunidades indígenas e tradicionais e com a agricultura familiar”, afirmou Alex Marega. Sobre os repasses financeiros do Programa REM, que premia países e estados pioneiros no combate ao desmatamento na Amazônia, o secretário adjunto afirmou que este tipo de incentivo é necessário para o futuro da conservação ambiental do país. Os recursos do projeto são dos governos da Alemanha e do Reino Unido.

No último ano, oito oficinas realizadas em diferentes municípios do estado resultaram na proposta do Subprograma Territórios Indígenas, que será financiado pelo Programa REM. O documento foi entregue durante assembleia da Federação dos Povos Indígenas de Mato Grosso, realizada no Xingu em novembro, com a participação de mais de 500 pessoas. Os indígenas definiram nove temas prioritários como gestão do território, fortalecimento sociocultural, mecanismos para garantir a participação dos povos nativos nos processos de tomadas de decisão e melhorias na infraestrutura das aldeias.

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Marega também apresentou as ações de combate ao desmatamento ilegal em Mato Grosso. “Todos os projetos que temos estão atrelados ao controle de desmatamento, com foco em saber onde ele está acontecendo e quem está fazendo. Este ano vamos aumentar nossa capacidade de analisar o Cadastro Ambiental Rural, contratar mais técnicos, adquirir equipamentos e melhorias no sistema para que a validação do cadastro seja mais rápida e eficiente. E tudo que estamos fazendo é com o acompanhamento do Ministério Público”.

O diretor-executivo do Comitê Estadual da Estratégia PCI, Fernando Sampaio, apresentou as metas da estratégia, que englobam expandir e aumentar a eficiência da produção agropecuária e florestal, conservação dos remanescentes de vegetação nativa, recomposição dos passivos ambientais, inclusão socioeconômica da agricultura familiar e redução de emissões de sequestro de carbono.

A Representante da embaixada, que atua no setor de mudanças climáticas, florestas e uso de terra, aprovou o projeto que foi apresentado durante a COP 21, em 2015, em Paris. “É uma metodologia muito boa, que precisa ser mais divulgada para fora do país, como boa prática”, avaliou.

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As mudanças climáticas foram outro assunto discutido na reunião, que também teve a participação da Coordenadora do Programa REM em Mato Grosso, Lígia Vendramin. “Aproximar Reino Unido com a pauta do clima é prioridade dentro da nossa embaixada. Estamos muito interessados em saber sobre a preservação florestal e conhecer um pouco mais da produção sustentável no estado”, afirmou Katerina Elias-Trostmann.  

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Mato Grosso

Governo nomeia 300 Apoios Administrativos Educacional do cadastro de reserva

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Foram chamados 170 para Manutenção de Infraestrutura Limpeza e 130 para Nutrição (Merendeira)

Adilson Rosa | Seduc MT

– Foto por: Assessoria

O Governo do Estado publicou, nesta sexta-feira (24.01), no Diário Oficial do Estado (DOE) a nomeação de 300 Apoios Administrativos Educacional (AAEs) sendo 170 Manutenção de Infraestrutura Limpeza e 130 Nutrição (Merendeira). Confira aqui a lista de nomeação conforme Ato nº5.500/2020.

Os nomeados foram classificados no cadastro de reserva do concurso público regido pelo edital 01/2017.

Os nomeados deverão procurar a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), responsável pela posse e efetivo exercício.

Para informações sobre a posse, os exames médicos e agendamento da perícia médica o candidato nomeado deverá ligar para o disque-servidor no 0800-647-3633. Além do disque-servidor, a Seplag também disponibiliza em seu site uma lista de perguntas frequentes.

As informações a respeito da nomeação estão na Instrução Normativa 03/2013, da Seplag, que “dispõe sobre o ingresso de candidatos nomeados em concurso público para cargo efetivo na Administração Pública Direta e Indireta do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso”.

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Mato Grosso

Hortifrúti registra alta de preços nesse início de ano

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Produtos como maxixe, vagem, milho verde e o de pipoca tiveram aumento no custo direto ao mercado atacadista nesta semana

Luciana Cury | Seaf-MT

Preço da uva niagara, ao contrário de outros itens, reduziu 20%. A caixa de 7kg de uva custava R$ 60 há sete dias, e hoje está sendo vendida a R$ 48 – Foto por: Assessoria Seaf

Preço da uva niagara, ao contrário de outros itens, reduziu 20%. A caixa de 7kg de uva custava R$ 60 há sete dias, e hoje está sendo vendida a R$ 48

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Após períodos consecutivos de estagnação nos preços, o setor de hortifrúti começa a dar sinal de que pode voltar a pesar no bolso do consumidor nesse início de ano. De acordo com o levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), o maxixe, a vagem, o milho verde e o de pipoca tiveram alta no custo direto ao mercado atacadista nesta semana.

A vagem e o milho de pipoca foram os grandes puxadores da alta de preços no período analisado. O legume figura com alta de 40%, subindo de R$ 50 para R$ 70 a caixa com 12kg. Já o milho de pipoca, denominado milho amarelo, passou de R$ 38 para R$ 52 a saca com 50kg, representando uma alta de 37% em apenas uma semana.

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O maxixe e o milho verde, esse muito usado na culinária na fabricação de pamonha, bolos e curau, aumentaram 20%.  Os dois na semana passada custavam R$ 50. Já nesta semana passou a valer R$ 70 a caixa com 16kg de maxixe, e 45kg de milho verde.

Segundo o engenheiro agrônomo da Seaf, Luiz Henrique Carvalho, variação da oferta e dos preços de verduras, legumes e frutas é sazonal. “É normal haver flutuação de preços. Os valores dependem da oferta dos alimentos, e isso depende de fatores imprevisíveis como o clima”, afirma Luiz.

Redução

Em contrapartida, foi registrado queda nos preços do quiabo, do abacate e da uva niagara. Todos eles tiveram os valores reduzidos em 20% no período de cotação. A caixa de 7kg de uva custava R$ 60 há sete dias, e hoje está sendo vendida a R$ 48. Já o abacate era vendido a R$ 100 a caixa com 18kg, passando a custar R$ 80. Por último o quiabo está ao preço de R$ 40 a caixa com 14kg. Na semana passada essa mesma quantidade era de R$ 50.

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Cotação

A cotação de preços dos principais produtos da agricultura familiar é realizada semanalmente, toda terça-feira, a partir das 5 horas, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço leva em conta o preço mínimo, mais comum, e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

Além disso, o índice de preço médio dos 48 principais produtos da agricultura familiar em 21 estados brasileiros podem ser conferidos no site http://www.prohort.conab.gov.br/

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