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Agronegócio

Rumo registra novo recorde na operação de fertilizantes

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Mais de 72 mil toneladas do produto estão sendo transportadas via ferrovia com destino ao Mato Grosso

Portal do Agronegócio

Prestes a completar um ano de operação, o projeto Fertilizantes idealizado pela Rumo, maior operadora de ferrovias do país, em parceria com a JM-Link, segue batendo recordes operacionais significativos de importação do produto. Em abril de 2019, o navio Theresa Hebei atracou no Porto de Santos com mais de 72 mil toneladas de fertilizantes da Companhia Belarusian Potash Company (BPC), superando a marca de 71 mil toneladas registrada em novembro do ano passado.

Responsável por administrar o principal corredor ferroviário de exportação de grãos do país, que conecta a cadeia produtiva do Centro-Oeste ao Porto de Santos, a Companhia desenvolveu uma estratégia comercial de round-trip (ciclo completo), onde parte dos vagões descarregados com grãos no porto passaram a retornar carregados de fertilizantes até o terminal da Rumo em Rondonópolis (MT). “Nossa projeção é que, em 2019, ao redor de 50% do consumo de fertilizantes importados para o Mato Grosso seja proveniente da ferrovia”, destaca Jose Eduardo Grandi Cavalcanti, Executivo de Vendas da Rumo.

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Projeções

Para 2019, a Rumo estima uma movimentação de aproximadamente 2 milhões de toneladas de fertilizantes. O valor equivale a quase 23 mil vagões, o que representa cerca de 50 mil viagens de caminhões nas estradas com destino a Rondonópolis. Esta operação melhora o custo logístico para os produtores rurais, aumenta a segurança nas estradas e reduz a emissão dos poluentes no meio ambiente.

“O projeto trouxe uma alternativa rentável para o mercado de importação, otimizando os custos logísticos por meio da alta capacidade do modal ferroviário. A perspectiva para os próximos anos é de seguir expandindo as operações neste segmento”, explica Cavalcanti.

Para viabilizar a operação de fertilizantes, a Rumo em parceria com a JM-Link já investiu mais de R$ 200 milhões na infraestrutura do terminal. O complexo tem capacidade para descarregar até 7,5 milhões de toneladas por ano, e é estruturado com duas linhas ferroviárias que descarregam oito vagões ao mesmo tempo, duas correias transportadoras independentes de 1.200 t/hora cada e capacidade estática de 64 mil toneladas. Visando o crescimento de acordo com a demanda e o plano de crescimento, o terminal poderá chegar a 192 mil toneladas de capacidade estática nos próximos anos.

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Fonte: Rumo

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Agronegócio

Óleo de soja da cooperativa está mais sustentável

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COAMO: Óleo de soja da cooperativa está mais sustentávelCom o início das atividades da unidade industrial da Coamo em Dourados (MS), em novembro de 2019, a cooperativa iniciou a utilização de novas embalagens para o óleo de soja refinado da marca Coamo, nas linhas de produção das fábricas da cooperativa em Dourados e Campo Mourão (PR). Essa nova embalagem foi idealizada para reduzir a demanda de plástico – PET, mas sem prejudicar a praticidade e a segurança do seu manuseio junto ao consumidor. “Estamos sempre atentos às necessidades e oportunidades de novos projetos, com o desenvolvimento de novas soluções para otimizar nossas operações”, afirma o diretor Industrial da Coamo, Divaldo Correa.

Menos plástico – Com essa mudança, haverá uma redução de 565,1 toneladas anuais na demanda de plástico no processo produtivo das indústrias, o que representa 11,24% a menos de matéria-prima para produção de garrafas. “Trata-se de uma proposta sustentável que preconiza a redução de matéria-prima, além de garantir mais eficiência no transporte das embalagens, com a diminuição do número de viagens para a mesma quantidade de embalagens transportadas entre o fornecedor e as unidades industriais”, explica Correa.

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Primeira linha – O diretor Industrial ainda lembra que a primeira linha de produção e envase do óleo de soja Coamo iniciou em 2007, na indústria de Campo Mourão. “Na época, a garrafa utilizada pesava 20 g, com uma tampa de 3,2 g. Com o passar dos anos o peso da garrafa foi reduzido para 18g e, depois, para 16,9g, e o peso da tampa para 2,2 g. No projeto atual, o peso da garrafa foi reduzido para 15g, uma redução de 25% em relação à primeira embalagem utilizada e 11,24% em relação à embalagem anterior. Cabe ressaltar que essa nova embalagem acondiciona o mesmo peso líquido contido nas embalagens precedentes.”

Nova versão – A nova versão já está disponível nas gôndolas dos supermercados e está alinhada ao princípio dos 3R’s adotado pela Coamo: reduzir, reciclar, reutilizar. “A Coamo desde a sua origem adota práticas sustentáveis que vão desde a escolha da semente produzida nos campos dos mais de 29 mil associados até o processo de produção industrial e distribuição nos pontos de vendas”, ressalta Divaldo Correa.

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Fonte: Imprensa Coamo

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Agronegócio

Preço do boi e vaca gorda em Mato Grosso tem nova valorização

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Preço do boi e vaca gorda em Mato Grosso tem nova valorizaçãoOs preços da arroba do boi e da vaca gorda seguiram em valorização, na semana passada, com aumentos de 1,86% e de 2,74%, respectivamente, ante a semana anterior. O boi fechou em média a R$ 181,38 a arroba e o preço médio da arroba da vaca fechou em R$ 170,81.

Com a contínua alta da arroba do boi gordo, a relação de troca boi/bezerro novamente subiu na semana passada, em 1,67%. Sendo assim, o indicador ficou em 1,91cab./cabeça.

As escalas de abate aumentaram levemente, com variação semanal de 0,25dia, fechando em 7,30dias. Apesar de os frigoríficos estarem se abastecendo para o carnaval, a dificuldade de compra ainda pauta o mercado, principalmente de machos.

Fonte: Só Notícias

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