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Agronegócio

SOJA/CEPEA: Encerramento da colheita aumenta ritmo de negócios no BR

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Cepea, 8/4/2019 – A proximidade do encerramento da colheita de soja no Brasil e as expectativas quanto ao possível acordo comercial entre Estados Unidos e China – o que levaria o país asiático a voltar a comprar a oleaginosa norte-americana – têm levado sojicultores brasileiros a disponibilizar maiores lotes do grão no mercado. Quanto à demanda doméstica, indústrias adquirem apenas volumes pequenos – parte das fábricas indica ter estoques até meados de maio, alegando que as vendas internas de farelo e de óleo estão reduzidas. Além disso, com a finalização da colheita no Brasil, consumidores do complexo soja esperam adquirir volumes a preços menores. Nesse cenário, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) recuou ligeiro 0,3% entre 29 de março e 5 de abril, a R$ 77,45/saca de 60 kg na sexta-feira, 5. No mesmo comparativo, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná permaneceu estável (+0,01), a R$ 72,52/sc de 60 kg no dia 5. A queda no mercado doméstico foi limitada pela valorização dos contratos futuros na CME Group (Bolsa de Chicago). A alta internacional, por sua vez, esteve atrelada às estimativas de menor área a ser semeada com soja nos Estados Unidos. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Agronegócio

FMC promove Dia de Campo em Barra do Bugres

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Galeria de Fotos e vídeo no final da matéria

Barra News / FMC

No último sábado, a FMC que atende aos mercados globais de agricultura, industrial e de consumo com soluções e aplicações inovadoras e produtos de qualidade, realizou na Fazenda Bom Pastor um dia de Campo, voltado para a Cana de Açúcar e o tema foi Nematoides: prevenção, manejo e controle.

Vários agricultores de Barra do Bugres e região, participaram do evento, que contou com a presença de representantes da FMC incluindo Engenheiro Agrônomo e técnico responsável na área de cana de açúcar em nossa região.

Duas áreas plantadas, onde foram aplicados os produtos da empresa foram visitadas e os agricultores, puderam acompanhar enloco os resultados apresentados nas lavouras.

Dante Petroni, um dos proprietários da fazenda, falou da importância da realização do evento, ressaltando o nível tecnológico presente na agricultura nos dia de hoje.

Já o representante da FMC regional Cana de Açúcar Engenheiro Agrônomo Donato Lot, reforçou a importância do investimento em produtos de qualidade, para um resultado surpreendente no campo.

O evento encerrou com um delicioso almoço, em um conceituado restaurante de Barra do Bugres, onde todos, puderam trocar ideia e tirar dúvidas com os palestrantes.

Nematoides: prevenção, manejo e controle

Os nematoides são animais que podem viver em diferentes habitats e, algumas espécies, podem gerar danos às plantas cultivadas, chamados de nematoides parasitos. Esses organismos podem atacar o sistema radicular, bulbos e tubérculos de culturas como, cana-de-açúcar, café, soja, laranja, milho, batata, hortaliças, entre outras.

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Para identificar as áreas que apresentam problemas com nematoides, é necessário que o produtor realize uma amostragem com raízes vivas, para que possam sobreviver e se multiplicar. Dessa maneira, a época chuvosa (primavera/verão) é a mais adequada para amostrar uma área e diagnosticar os problemas, pois é quando as populações de nematoide estão em seu ápice.

Nas culturas anuais, a coleta das amostras deve ser realizada de preferência na época de florescimento da cultura, quando as raízes estão bem desenvolvidas e os nematoides podem ser encontrados em níveis elevados.

Apesar de serem feitas no período chuvoso, deve-se evitar faze-lo em solo encharcado, pois as raízes podem apodrecer muito rápido.  Outro ponto que merece destaque é que a amostra deve ser realizada em vários locais, já que a variabilidade espacial das populações é alta. É recomendado que o amostrador colete as raízes e o solo ao redor das plantas e envie para análise em laboratório.

Em relação ao manejo das áreas infestadas, os métodos mais utilizados no Brasil são integrados e incluem o uso de variedades resistentes, rotação de culturas, adição de matéria orgânica e uso nematicidas químicos e biológicos.  A aplicação de nematicidas químicos vem ocorrendo com frequência nas últimas décadas e apresentado resultados satisfatórios.

Esses produtos geralmente mantem as populações desses parasitos mais baixos nas raízes das plantas tratadas por períodos que variam entre dois a seis meses, dependendo da dose e da época em que são empregados.

As soluções biológicas a base de diversos microorganismos, como fungos e bactérias, também tem sido utilizadas e apresentado ótimos resultados.  Para auxiliar os produtores, levando capacitação e informação técnica sobre a prevenção e o controle efetivo dos nematoides, a FMC Agricultural Solutions está promovendo um projeto nacional, denominado Comando Nematoide.

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Em parceria com a DMLab, empresa referência em análises nematológicas, a companhia montou um laboratório móvel com as tecnologias necessárias para levar as melhores práticas e ferramentas para o manejo efetivo da praga.

O Comando Nematoide está passando pelos principais polos agrícolas produtores de soja, milho, cana-de-açúcar, algodão, feijão e café.

Serão percorridos 10 estados e mais de 100 cidades em aproximadamente um ano. Em cada parada, estão sendo disponibilizados material técnico com cartilha sobre a praga e seu manejo, artigos e vídeos informativos.

A equipe FMC está entusiasmada em levar conhecimento a todas as regiões do país sobre um assunto considerado um grande problema em diversas propriedades. Além de oferecer assistência para identificar os problemas com nematoides, estão sendo oferecidas tecnologias eficientes para alavancar a produtividade e rentabilidade das plantações.

Sobre a FMC

Há mais de um século, a FMC Corporation atende aos mercados globais de agricultura, industrial e de consumo com soluções e aplicações inovadoras e produtos de qualidade. Em 1o de novembro de 2017, a FMC adquiriu uma parcela significativa do setor de Proteção de Culturas da DuPont.

A FMC emprega mais de 7.000 pessoas em todo o mundo e opera seus negócios em dois segmentos: FMC Agricultural Solutions e FMC Lithium. Para obter mais informações, visite www.FMC.com e www.fmc.com.br

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Agronegócio

Produtores querem fim do FETHAB e 100% do valor aplicado em estradas precárias

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Rural

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Produtores rurais esperam que até 2022, o Fethab do milho e o adicional chamado Fethab 2 sobre a soja sejam extintos. A contribuição criada no ano passado sobre o milho pelo governador Mauro Mendes (DEM), com aprovação da Assembleia, tinha perspectiva de arrecadar mais de R$ 150 milhões até dezembro. Já o aumento da tarifa sobre a soja visou arrecadar cerca de R$ 900 milhões sobre a soja.

O presidente da Aprosoja, Antônio Galvan pondera que o impacto para os produtores de milho só não foi prejudicial porque o preço do cereal valorizou ao longo do ano. “Na prática, continuamos contrários ao Fethab Milho. É uma tributação e não uma contribuição. O que está acontecendo com o milho hoje é uma exceção. Eu mesmo tinha definido em não plantar milho ano passado, pelos valores que estava naquele momento. Não era rentável. Há poucos anos que o milho é rentável em Mato Grosso”, relata o presidente, que neste ano pretende aumentar a área plantada em razão da melhor rentabilidade.

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Segundo Galvan, alguns fatores contribuíram para a virada do preço do milho no último ano, tais como o período de estiagem que comprometeu a produção na Índia e a quebra de safra em mais de 35 milhões de toneladas dos Estados Unidos. Já em Mato Grosso, também aumentou o consumo interno do grão, em razão do início da atividade de usinas de etanol de milho em Sinop e em Lucas do Rio Verde.

“O mercado demandou, então hoje com o preço que está o milho dá rentabilidade. Mas se o mercado tivesse continuado com aquela realidade, não teria como plantar milho. Agora, diante da demanda não dá para fugir da tua atividade”.

Em 2019, como protesto ao Fethab Milho, os produtores chegaram a marchar em protesto na Assembleia e no Palácio Paiaguás, para pedir a extinção da taxação. O governo não atendeu a demanda. “Continuamos críticos. Não aceitamos e não vamos aceitar que não seja aplicado 100% do Fethab em infraestrutura. Esperamos que em 2022 encerre a cobrança do Fethab Milho e o adicional da soja”.

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Por ocasião da criação do Fethab do Milho, o preço da saca de milho era comercializada em Mato Grosso na média de R$ 21, chegando a R$ 40, em período de maior comercialização. Hoje o preço se situa em R$ 33.

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