conecte-se conosco


Agronegócio

Soja Plus iniciou capacitação de produtores rurais

Publicado

Sustentabilidade

Soja Plus iniciou capacitação de produtores rurais

Produtores rurais que desejarem fazer o curso devem procurar os Sindicatos Rurais ou supervisores de campo da Aprosoja-MT


01/04/2019

Cursos de qualidade de vida no trabalho, oferecidos pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), por meio do Programa Soja Plus, iniciou por Diamantino e já capacitou dezoito novos produtores rurais. Qualificação é oferecida gratuitamente pela Associação em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT). Para 2019 estão programadas 33 edições, nos 24 núcleos da Aprosoja.
 
Os cursos são baseados na Norma Regulamentadora 31 (NR31) – Qualidade de Vida no Trabalho e Saúde e Segurança no Trabalho Rural. Principal objetivo é preparar os produtores de soja e milho de Mato Grosso, quanto às questões de legislação trabalhistas, previdenciária, gestão e segurança no trabalho, bem como prevenção de acidentes.
 
Dois dias de curso em Diamantino foram qualificados como essenciais e importantes, conforme relatos de participantes. De acordo com a organização do Soja Plus, participação dos produtores foi bastante efetiva, tiraram dúvidas, fizeram perguntas e aproveitaram ao máximo a capacitação. 
 
Um dos alunos desta primeira edição de 2019 foi o produtor rural associado à Aprosoja, Luciano Guardalara que gostou principalmente das informações de legislação apresentadas na capacitação. Próximo passo é se adequar as normas apresentadas no curso e manter a propriedade regular. “Gostei muito. Muita informação que a gente as vezes conhece, mas não com tanta intensidade. Foi importante pra atualizar muita coisa, tirar dúvidas e é bom participar e ter esses conhecimentos para evitar maiores prejuízos. Sempre que tiver vou participar, na medida da minha necessidade”, avaliou.
 
Mais municípios – Cursos ainda vão passar por Vera, Ipiranga do Norte, Jaciara, Tabaporã, Lucas do Rio Verde, Tapurah, Sapezal, Cláudia, Sinop, Alta Floresta, Alto Taquari, Matupá, Porto Alegre do Norte, Confresa, Nova Mutum, Nova Maringá, Porto dos Gaúchos, Campos de Júlio, Tangará da Serra, Campo Verde, Itiquira, Rondonópolis, Sorriso, Querência, Gaúcha do Norte, Canarana, Água Boa, Nova Xavantina, Campo Novo do Parecis, Vila Rica, Primavera do Leste, Paranatinga e São José do Xingu.  Produtores rurais que desejarem fazer o curso devem procurar os Sindicatos Rurais ou supervisores de campo da Aprosoja-MT.

Comentários Facebook
publicidade

Agronegócio

Confinamento bovino cresce 5% em 2019, para 3,57 milhões de animais, diz Assocon

Publicado

Confinamento bovino cresce 5% em 2019, para 3,57 milhões de animais, diz Assocon

O ano de 2019 deve terminar com, aproximadamente, 3,57 milhões de bovinos confinados, alta de 5% em relação a 2018, estimou o presidente da Associação Nacional de Pecuária Intensiva (Assocon), Maurício Velloso. O resultado tem como base a apuração feita pela entidade em 1.400 unidades de confinamento no País. “Se somarmos a nossa análise com outras realizadas por frigoríficos e demais agentes do mercado, o avanço pode ficar entre 10% e 12% no comparativo anual”, afirma o executivo.

Velloso explica que muitos pecuaristas não conseguiram se beneficiar da atual disparada nos preços da arroba porque não haviam optado pelo confinamento anteriormente e, por consequência, não têm gado terminado para entregar neste fim de ano. No último bimestre, as chuvas vieram com atraso e postergaram a terminação dos animais a pasto para meados de janeiro, quando os preços da carne bovina tendem a arrefecer e afetar a capacidade de pagamento da indústria.

Veja Também:  ARROZ/PERSPEC 2019: Com baixa rentabilidade, área e oferta devem cair e preços, se sustentar

“A maior parte dos pecuaristas está vendo a arroba em patamar elevado, sem ter animais terminados porque não fez a lição de casa. A mensagem que fica deste ano é que as coisas precisam mudar e a tendência é que a aplicação de tecnologias que conferem produtividade sustentável aumente no ano que vem”, avalia. O presidente comenta, ainda, que é necessário aumentar o foco na gestão de riscos da operação pecuária.Apesar da alta de 5% no confinamento em geral ter sido modesta, Velloso destaca que outras formas de intensificação na terminação do gado cresceram significativamente.

Segundo ele, muitos pecuaristas estão utilizando alimentação suplementada e outras técnicas que permitem uma terminação mais ágil no próprio pasto, sem a necessidade de recorrer a boitéis ou unidades que mantenham o animal em ambiente fechado. “Não conseguimos mensurar os dados de modo preciso, mas seguramente o confinamento a pasto foi o grande salto do segmento no Brasil e praticamente dobrou em 2019”, estima. Esta elevação é atribuída à conscientização dos produtores rurais.

Veja Também:  OVOS/CEPEA: Preços do ovo branco e do vermelho registram maior diferença da série
Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

Comentários Facebook
Continue lendo

Agronegócio

SOJA: Agricultura alerta produtores sobre riscos da ferrugem asiática

Publicado

SOJA: Agricultura alerta produtores sobre riscos da ferrugem asiática

Primeiros esporos – Os primeiros esporos foram observados em um coletor instalado no município de Vitorino. No entanto, não há identificação da doença nas plantas do talhão monitorado. “A presença dos esporos é um indicativo do patógeno (organismo capaz de causar doença) no ambiente, porém não necessariamente significa infecção da doença a campo”, explicou o gestor estadual do Projeto Grãos na Emater-PR, Edivan José Possamai.

Monitoramento – O gerente de Sanidade Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária (Adapar), Marcílio Martins Araújo, também destacou que é natural que ocorra aparecimento de esporos a cada ciclo, “da mesma forma que já tivemos em outros anos”. “Mas é um indicativo de que eventualmente a doença pode se desenvolver, por isso há necessidade de que os técnicos e agricultores aumentem o monitoramento da lavoura”.

Veja Também:  ALGODÃO/CEPEA: Ritmo de negócios é lento e cotações têm leve recuo

Alerta – Segundo Possamai, uma das tarefas que cabem aos produtores de soja e técnicos é fazer a inspeção das folhas para observar se há sintomas da doença. Além disso, os agricultores devem acompanhar semanalmente as informações da rede formada por 240 coletores de esporos espalhados pelo Estado, acessando http://www.emater.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=349.

Eficiência – “Esse é um instrumento que o Estado oferece para melhorar a eficiência do manejo da ferrugem asiática da soja”, ressaltou. Por meio da rede, é possível acompanhar, a partir da confirmação dos esporos, o possível desenvolvimento da doença nos demais municípios da região e do Estado.

Apoio – Os técnicos reforçam, no entanto, que os dados dos coletores são apenas mais uma ferramenta de apoio no manejo da doença. Para que seja realizado o manejo químico da ferrugem com o uso de fungicidas, além dessa informação devem ser levados em conta a inspeção foliar, o estádio de desenvolvimento da cultura e condições climáticas.

Ferrugem da soja – A doença é causada por um fungo. Em razão de sua agressividade e potencial de redução de produtividade é uma das maiores preocupações dos produtores de soja. Quando a doença se instala provoca a desfolha precoce, podendo comprometer a completa formação dos grãos.

Veja Também:  OVOS/CEPEA: Preços do ovo branco e do vermelho registram maior diferença da série

Disseminação – Os esporos são facilmente disseminados pelo vento, por isso a importância dos coletores instalados no Estado. A folha doente apresenta pequenos pontos de cor mais escura na parte superior. Na parte de baixo, é possível perceber pequenas ondulações. Ali o fungo produz os esporos. A tendência é que essas ondulações tomem uma cor castanha mais escura que o restante da folha.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Comentários Facebook
Continue lendo

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Esportes

Mais Lidas da Semana