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Solteira decide planejar o casamento mesmo sem noivo e estima gastar R$ 124 mil

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A irlandesa Theresa Mahon, de 38 anos, já tem seu vestido de noiva, já escolheu o buffet, o tipo de decoração, a música da primeira sua valsa e já tem definido quase todos os detalhes do seu casamento, só tem um problema: ela não tem um noivo. Solteira há três anos, ela passou os últimos meses investindo em seu grande dia e, para planejar o casamento, já gastou 1,5 mil libras (em torno de R$ 7,4 mil).

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Theresa não se importa com o que as pessoas acham. Ela quer planejar o casamento e todos os dias gasta horas nisso
shutterstock

Theresa não se importa com o que as pessoas acham. Ela quer planejar o casamento e todos os dias gasta horas nisso


Theresa, que trabalha como vendedora, diz que não acha estranho investir e planejar o casamento
sem ter um noivo. “É um grande trabalho, então começar agora é o mais sensato”, afirma. “Toda vez que eu abro meu guarda-roupa e vejo o vestido branco que vou me casar, sinto um flash de emoção. Estou convencida de que não vou demorar para encontrar um homem e caminhar para o altar.”

Segundo informações do portal britânico The Sun
, essa fixação por casamento
começou aos 10 anos, quando a vendedora assistia ao clássico da Disney “Cinderela” e sonhava com seu dia de princesa. “Quando criança, eu costumava me vestir com grandes vestidos brancos e fingia que tinha perdido meu sapato para tentar encontrar meu príncipe encantado. Meus amigos me apelidaram de Cinderela”, lembra.

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Aos 19 anos, ela começou a namorar, engravidou e achou que seria pedida em casamento, mas foi abandonada e passou a criar seu filho sozinha. Com 22 anos, ela começou a namorar novamente, teve mais dois filhos e continuava sonhando em se casar: “Ele [o namorado] sabia que eu queria um grande casamento, eu falava sobre isso sem parar, mas ele não queria se apressar. Isso causou discussões e acabamos nos separando depois de seis anos juntos”.

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Depois dessas duas decepções amorosas, Theresa decidiu que enquanto não encontra “um homem de verdade, maduro o suficiente para se acalmar”, ela iria planejar seu casamento. A irlandesa sabe que isso é uma obsessão, pois desde a infância recortava amostra de tecidos, guardava desenho de roupas de festa e ficava escolhendo o cardápio do casório.

Planejar o casamento virou questão de honra 


Theresa Mahon quis começar a planejar o casamento para que tudo fique perfeito quando ela encontrar um noivo
Reprodução/Facebook

Theresa Mahon quis começar a planejar o casamento para que tudo fique perfeito quando ela encontrar um noivo


Com o passar dos anos, ela passou a colocar tudo em uma planilha e começou a fazer orçamentos e estima que vai gastar 25 mil libras (em torno de R$ 124 mil) com todo o casamento. A vendedora espera que o futuro marido divida todas essas despesas com ela. “Eu gasto até quatro horas por dia fazendo várias coisas no dia do meu casamento”, comenta.

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A escolha das madrinhas aconteceu há três anos e elas já foram informadas para poderem ajudar no planejamento. “No começo, elas ficaram chocadas, pensando que eu encontrei um noivo
secreto, mas quando eu disse que não tinha um, elas apenas reviraram os olhos. Meus pais são menos solidários, eles acham que vou assustar os homens.”

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Theresa já escolheu o local da união, será em um castelo; já decidiu o cardápio, sopa de cenoura e coentro para entrada, peru e legumes assados ​​para o prato principal e profiteroles para sobremesa; definiu que a decoração será branca e roxa e já comprou a roupa das madrinhas dessa cor. Ela ainda quer um buquê de tulipas brancas com cravos rosas.

A irlandesa também já encontrou seu vestido dos sonhos e pagou 1 mil libras (em torno de R$ 4,9 mil)  por ele e mais 120 libras (em torno de R$ 596) pelo véu. Para completar o visual, no mês passado, ela comprou sapatos incrustados de cristal por 250 libras (em torno de R$ 1,2). “Não estou delirando, só quero planejar o casamento
para que saia tudo como eu sonhei”, finaliza Theresa.

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Mulher

Deputados de MT apresentam moção de repúdio e protesto contra ‘Lei Neymar da Penha’

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Por encaminhamento da Câmara Setorial Temática de Combate à Violência Contra a Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, os deputados Janaina Riva (MDB) e Wilson Santos (PSBD) apresentaram moção de repudio e protesto contra o teor do Projeto de Lei 3369/2019, proposto pelo deputado Federal Carlos Jordy (Vice-líder do Governo) batizado de “Lei Neymar da Penha”.

“É importante frisar que essa moção atinge tão somente o teor do projeto, não alcançando suas características constitucionais, uma vez que o deputado federal, que foi legitimamente eleito, possui a prerrogativa de propor ações legislativas, as quais eu a Câmara Temática defendemos. O repúdio se dá na ação midiática que, sem contextualizar e fazer o devido resgate histórico, modifica sem critérios técnicos, um dispositivo criminalizador e, no caso específico, afeta muito o tema”, explica a deputada.

Segundo Janaina, o PL ‘Neymar da Penha’ visa aumentar a penalidade para quem faz falsas acusações de crimes contra a dignidade sexual, porém, vale ressaltar que, em regra, os delitos contra a dignidade sexual e agressões não costumam possuir testemunhas já que geralmente praticados pelo agressor contra a vítima a sós. Para ela o projeto dificulta e desencoraja ainda mais as mulheres vítimas a denunciarem os agressores.

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“A mulher que é vítima de qualquer agressão, seja ela moral, física ou sexual geralmente tem muita dificuldade em denunciar o agressor justamente pelo julgamento e pela dificuldade de provar. E é por isso que palavra da vítima possui grande valor, quando analisada com o conjunto probatório. A mulher vítima de violência percorre um difícil caminho, até chegar à penalização do autor. Algumas acabam sendo revitimizadas, com os julgamentos sociais, com a mídia e, também, com o sistema de justiça. Não é possível permitir a inversão dos papéis, pois a legislação deve ser o principal canal a evidenciar a real vítima e o verdadeiro agressor. A cultura do estupro é percebida sempre na culpabilização e objetificação da vítima e neste sentido esse projeto de lei contraria ao que o país vive na atualidade, no que diz respeito ao enfrentamento e combate à violência contra as mulheres, máxime, a sexual”, afirma.

A deputada lembra ainda que a Lei Maria da Penha é o instrumento mais importante do País no enfrentamento à violência no âmbito doméstico e familiar, merecendo ser reconhecida nacionalmente, como é fora do Brasil. Segundo ela, a moção de repúdio e protesto se dá também ao desrespeito à Maria da Penha, mulher que dá nome à Lei e precisou recorrer às cortes internacionais para que o autor das sucessivas agressões que sofreu fosse punido, justamente por não encontrar amparo da legislação brasileira.

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“É de grande preocupação da Câmara Temática de Combate à Violência Contra a Mulher a forma desrespeitosa com que Maria da Penha Fernandes, que deu nome à Lei Maria da Penha, está sendo tratada no momento, passando, também, pela revitimação. O Brasil recebeu como recomendação internacional que a Lei 11.340\2006 fosse conhecida como Lei Maria da Penha, justamente para homenagear essa mulher vítima de violência doméstica que o País não havia dado o merecido tratamento quando sofreu as agressões. Apelidar o PL 3369\2019, de “Lei Neymar da Penha” é ofender à todas as mulheres brasileiras indistintamente. Esse projeto oferece ameaça às mulheres vítimas de estupro, que por anos a fio sofreram invisibilidade e julgamento com as discriminações e preconceitos vivenciados”, finaliza.

Assessoria de Imprensa

Jornalista Laura Petraglia – Audiovisual Jardel Silva

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Convidados querem levar 8 pessoas à casamento e web reage: “Não é um churrasco”

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Imagina só você convidar um casal para seu casamento e depois eles “informarem” que vão levar mais oito pessoas com eles? Esses noivos passaram por isso, e a situação viralizou nas redes sociais.

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casamento
Reprodução/The Sun

Casal convidado para um casamento decide levar mais 8 pessoas com eles e internautas reagem: “Não é um churrasco”


O caso foi compartilhado no Facebook e chamou a atenção dos internautas. “Um casal foi convidado para o casamento
e eles decidiram chamar outras 8 pessoas!”, diz a postagem.

Os noivos
entregaram o convite e pediram para o casal em questão responder “gentilmente até 15 de abril de 2019” quantas pessoas da família iriam à cerimônia, e eles apontaram que “10 pessoas vão comparecer”.

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Na parte em branco, a dupla ainda especifica: “Seis adultos, quatro crianças”. Além disso, eles levantaram a hipótese de uma 11ª pessoa também ir ao evento.

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Na web, a publicação gerou diversos comentários. “É um casamento, não é churrasco”, escreve um internauta. “Eu ligaria para eles e diria ‘não’. Se as outras pessoas fossem convidadas, elas teriam recebido um convite
”, opina outro.

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Uma usuária da rede social compartilhou história semelhante que ela viveu ao ter convidados surpresas na festa de casamento
. “Tiveram a coragem de reclamar do bolo (nós tínhamos feito um muito pequeno, só para nós)”, conta.

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