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Agronegócio

SUÍNOS/CEPEA: Quantidade de carne exportada em fev/19 é recorde para o mês

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Cepea, 14/3/2019 – Após o forte recuo das exportações brasileiras de carne suína entre dezembro e janeiro, os embarques aumentaram com força em fevereiro. Segundo a Secex, no último mês, o volume embarcado somou 53,3 mil toneladas, 14% maior do que o registrado em janeiro, 27% acima do que a embarcado em fev./18 e um recorde para o período, considerando a série histórica da Secex. De acordo agentes consultados pelo Cepea, esse resultado esteve atrelado à elevação da demanda por parte de países asiáticos, em decorrência dos casos de Peste Suína Africana (PSA). Os surtos da doença, que vêm sendo observados desde agosto do ano passado, principalmente em rebanhos chineses, reduziram a oferta local de produtos de origem suinícola. Consequentemente, a necessidade de importação da China e de outros países afetados tem aumentado. No Brasil, além do bom desempenho das exportações neste início de março, a menor oferta interna de animais para abate também tem contribuído para as valorizações do suíno vivo e da carne no mercado doméstico. Na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), o animal vivo se valorizou 3,1% entre 6 e 13 de março, fechando a R$ 4,15/kg nessa quarta, 13. Quanto à carne, o valor da carcaça especial negociada na Grande São Paulo subiu 2,8% na mesma comparação, a R$ 6,35/kg nessa quarta. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA Diárias de Mercado
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Agronegócio

Aprosoja cobra ampla discussão sobre impactos do uso de Dicamba

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Defesa Agrícola

Aprosoja cobra ampla discussão sobre impactos do uso de Dicamba

Para a entidade, há questões técnicas que ainda precisam ser sanadas

25/03/2019

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e vice-presidente da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan, e diretores da entidade participaram do Workshop Técnico sobre o Uso, Regulamentação e Riscos do Dicamba, realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Para a entidade, há questões técnicas que ainda precisam ser sanadas e, por isso, defende que a discussão seja ampliada.
 
O produtor rural e diretor administrativo da Aprosoja, Lucas Costa Beber, relatou a percepção dos produtores rurais com relação ao herbicida, durante o Workshop. “Não somos contra novas tecnologias, mas é necessário que sejam feitas mais pesquisas para assegurar o uso desse produto. Outro grande problema é a associação de biotecnologias resistente a ervas e pragas em várias culturas, o que, a longo prazo, pode aumentar ainda mais os custos de produção, ocasionado resistência das pragas dificultando ainda mais o controle no longo prazo!”, disse.
 
Outra preocupação da entidade é que o debate tem sido acelerado, muito em função da liberação de uma nova biotecnologia para soja, milho e algodão. Essa nova geração de OGM é tolerante ao Dicamba e Glifosato. O presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, afirma que os produtores têm hoje um alto comprometimento com a sustentabilidade e essa responsabilidade os obriga a debater mais o assunto antes de apoiar a liberação do produto. Galvan assevera que o planejamento de lançamento da biotecnologia pela multinacional não deve pautar às discussões técnicas e por isso defende a ampliação do debate.
 
O consultor técnico da Aprosoja, Wanderlei Dias Guerra, lembra que nos Estados Unidos há milhares de processos tramitando contra a biotecnologia e que as questões técnicas que ensejaram lá esse alto volume de demandas judiciais devem ser melhor elucidadas para que no Brasil o lançamento da biotecnologia não traga os mesmos problemas.
 
Galvan reforça que a Aprosoja, bem como, seus associados são apoiadores de novas tecnologias que aumentem a eficiência no campo, observando sempre a mitigação de impactos ambientais e que seu posicionamento diante dessa questão não reflete uma restrição à aprovação de novas moléculas, mas tão somente um comportamento responsável diante de uma questão complexa.
 
Além da Aprosoja-MT e da Aprosoja Brasil, estiveram presentes também representantes da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), da Associação Brasileira de Produtores de Milho (Abramilho) e da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Fonte: APROSOJA
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Agronegócio

MILHO/CEPEA: Indicador cai mais de 9% em março

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Cepea, 25/03/2019 – No acumulado parcial deste mês (de 28 de fevereiro a 22 de março), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa já recuou 9,26%, fechando a R$ 38,41/saca de 60 kg nessa sexta-feira, 22. Pesquisadores do Cepea afirmam que o avanço da colheita da temporada de verão tem elevado a necessidade de venda de produtores, pressionando as cotações. Quanto ao comprador, muitos desses agentes se retraíram do mercado, à espera de novas baixas nos próximos dias. Eles estão atentos ao clima, que segue favorecendo o desenvolvimento das lavouras, contexto que reforça a expectativa de oferta elevada. Atualmente, a Conab estima a safra 2018/19 em 92,8 milhões de toneladas, a segunda maior da história. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA Diárias de Mercado
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