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Mulher

Surpresa! Mulher só descobre gravidez na hora do parto

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A britânica Klara Dollan, de Londres, acordou e achou que seria mais um dia normal na sua rotina. No entanto, começou a sentir dores no estômago na hora de ir trabalhar. Mal sabia ela que, na verdade, tratava-se de uma gravidez.

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Mulher com filha no parque
Reprodução/Facebook

Klara Dollan achou que estava apenas com dor de estômago, mas, na verdade, eram as contrações de uma gravidez surpresa

Para aliviar as dores, ela tomou apenas um parecetamol antes de seguir para o trabalho, afinal, era seu primeiro dia em um novo emprego. Ao site “The Guardian”
, ela conta que algumas horas depois trabalhando seguiu passando mal e precisou voltar para casa. Lá, descobriu que o mal-estar era, na verdade, uma gravidez
e, sozinha, deu à luz uma menina em seu próprio banheiro.

Klara fala que um vizinho a ouviu gritando e chamou uma ambulância. Apesar de toda a confusão a filha, Amelia, nasceu saudável.

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Gravidez surpresa


Mãe e filha sentadas no parque
Reprodução/Facebook

A britânica estava acostumada a não ficar menstruada e tomava anticoncepcional, por isso nem chegou a cogitar gravidez

A britânica conta que estava acostumada a não ficar menstruada e que tomava pílula anticoncepcional para se prevenir, mas havia parado por duas semanas. Klara chegou a ganhar peso, mas achou que era uma consequência do fim do relacionamento com o pai da criança. Não desconfiava que estava grávida
.

“Não havia nada aparecendo. Eu não estava sentindo nada. Não tinha sintomas, desejos, náusea, nada”, fala ela ao jornal. Por conta disso, a hora de dar à luz
foi uma grande surpresa. “Meu corpo estava apenas me dizendo para acabar com aquela dor. Então, vi uma cabeça saindo. Eu fiquei em choque absoluto”, lembra.

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De acordo com as informações do “The Guardian”, é mais comum do que se imagina uma mulher seguir com uma gestação sem saber. Inclusive, existe um nome para o fenômeno. Para os médicos, chama-se “ gravidez
enigmática”. Um estudo publicado em 2002 no “British Medical Journal” aponta que acontece em cerca de uma em cada 2,5 mil gestações.

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Mulher

Carla ‘Bora’ é agredida pelo namorado em Cuiabá

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Betell Fontes – Folha 360

Carla 'Bora' é agredida pelo namorado em Cuiabá

Foto: Instagram

A digital influencer Carla ‘Bora’ Reis foi agredida pelo seu namorado, na madrugada desta sexta-feira (24), em Cuiabá. Ela usou sua pagina no Instagram que possui mais de 530 mil seguidores para relatar o ocorrido.

Carla Bora ficou conhecida na internet por causa da voz grossa e pelo bordão “Bora? Bora tomar uma?. Após estourar na mídia, foi contratada pela RedeTV, onde participou do programa Encrenca.

A influencer relatou que já fez denúncia da agressão para as autoridades e utilizou as redes sociais para alertar outras mulheres. Em seguida ela mostrou uma suposta mensagem de seu namorado lhe pedindo desculpa e prometendo um noivado para reatar o relacionamento.

Carla conta que é difícil sair de um relacionamento, ainda mais quando se ama a pessoa, mas lembra que é preciso amar a si mesma em primeiro lugar.

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Mulher

Deputados de MT apresentam moção de repúdio e protesto contra ‘Lei Neymar da Penha’

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Por encaminhamento da Câmara Setorial Temática de Combate à Violência Contra a Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, os deputados Janaina Riva (MDB) e Wilson Santos (PSBD) apresentaram moção de repudio e protesto contra o teor do Projeto de Lei 3369/2019, proposto pelo deputado Federal Carlos Jordy (Vice-líder do Governo) batizado de “Lei Neymar da Penha”.

“É importante frisar que essa moção atinge tão somente o teor do projeto, não alcançando suas características constitucionais, uma vez que o deputado federal, que foi legitimamente eleito, possui a prerrogativa de propor ações legislativas, as quais eu a Câmara Temática defendemos. O repúdio se dá na ação midiática que, sem contextualizar e fazer o devido resgate histórico, modifica sem critérios técnicos, um dispositivo criminalizador e, no caso específico, afeta muito o tema”, explica a deputada.

Segundo Janaina, o PL ‘Neymar da Penha’ visa aumentar a penalidade para quem faz falsas acusações de crimes contra a dignidade sexual, porém, vale ressaltar que, em regra, os delitos contra a dignidade sexual e agressões não costumam possuir testemunhas já que geralmente praticados pelo agressor contra a vítima a sós. Para ela o projeto dificulta e desencoraja ainda mais as mulheres vítimas a denunciarem os agressores.

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“A mulher que é vítima de qualquer agressão, seja ela moral, física ou sexual geralmente tem muita dificuldade em denunciar o agressor justamente pelo julgamento e pela dificuldade de provar. E é por isso que palavra da vítima possui grande valor, quando analisada com o conjunto probatório. A mulher vítima de violência percorre um difícil caminho, até chegar à penalização do autor. Algumas acabam sendo revitimizadas, com os julgamentos sociais, com a mídia e, também, com o sistema de justiça. Não é possível permitir a inversão dos papéis, pois a legislação deve ser o principal canal a evidenciar a real vítima e o verdadeiro agressor. A cultura do estupro é percebida sempre na culpabilização e objetificação da vítima e neste sentido esse projeto de lei contraria ao que o país vive na atualidade, no que diz respeito ao enfrentamento e combate à violência contra as mulheres, máxime, a sexual”, afirma.

A deputada lembra ainda que a Lei Maria da Penha é o instrumento mais importante do País no enfrentamento à violência no âmbito doméstico e familiar, merecendo ser reconhecida nacionalmente, como é fora do Brasil. Segundo ela, a moção de repúdio e protesto se dá também ao desrespeito à Maria da Penha, mulher que dá nome à Lei e precisou recorrer às cortes internacionais para que o autor das sucessivas agressões que sofreu fosse punido, justamente por não encontrar amparo da legislação brasileira.

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“É de grande preocupação da Câmara Temática de Combate à Violência Contra a Mulher a forma desrespeitosa com que Maria da Penha Fernandes, que deu nome à Lei Maria da Penha, está sendo tratada no momento, passando, também, pela revitimação. O Brasil recebeu como recomendação internacional que a Lei 11.340\2006 fosse conhecida como Lei Maria da Penha, justamente para homenagear essa mulher vítima de violência doméstica que o País não havia dado o merecido tratamento quando sofreu as agressões. Apelidar o PL 3369\2019, de “Lei Neymar da Penha” é ofender à todas as mulheres brasileiras indistintamente. Esse projeto oferece ameaça às mulheres vítimas de estupro, que por anos a fio sofreram invisibilidade e julgamento com as discriminações e preconceitos vivenciados”, finaliza.

Assessoria de Imprensa

Jornalista Laura Petraglia – Audiovisual Jardel Silva

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