conecte-se conosco


Barra do Bugres e Região

Três médicos legistas atendem em Tangará, mas número ainda é insuficiente

Publicado

Polícia

A falta de médico legista em Tangará da Serra tem sido motivo de reclamação de pessoas que buscam o Instituto Médico Legal (IML) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), para procedimentos após morte de um familiar.

“Até quando as famílias de Tangará vão sofrer com a falta de médicos legistas? Se tem qual o motivo de ser levado à outra cidade para ser periciado? ”, questionou um cidadão em um grupo de WhatsApp.

O assunto inclusive já foi divulgado por diversas vezes pelo Diário da Serra. Em uma das ocasiões os corpos de um casal vítimas de acidente de trânsito, foram liberados à família para o velório depois de 20 horas, em razão de que o serviço de necropsia precisou ser realizado em Campo Novo do Parecis.

Procuramos o coordenador da Politec em Tangará da Serra, Claudio Sobrinho, que informou que no momento três médicos legistas fazem os atendimentos no município. E na cidade mais próxima, no caso Campo Novo do Parecis, mais dois profissionais estão disponíveis.

Veja Também:  Governo quer reforçar aplicação de lei sobre contratação de reeducandos

“Obviamente que devido a situações de carga horária e devido a quantidade de médico, não tem como ter todos os dias, até porque extrapolaria a carga horária deles”, explica.

Sendo assim, ressalta o coordenador, nos dias em que não há médico atendendo em Tangará os corpos são levados para Campo Novo do Parecis para passarem por exame,  necropsia e na sequencia retorna para a cidade.

Não há falta de médico legista no momento, garante o coordenador, destacando que o que existe é um atraso devido a essa situação de deslocamento do corpo até Campo Novo. “(…) tempo de exame, necropsia, arrumação do cadáver e retorno (…) isso demora um tempo, porém é preferível fazer isso do que esperar o outro dia para o médico atender. Esse foi o jeito que encontramos para facilitar o atendimento”, declara o responsável pela Politec se referindo a decisão tomada por ele e pelo gerente do Instituto Médico Legal (IML), Marcos Nishimura.

A situação conforme o coordenador,  vem ocorrendo desde o ano retrasado, porém o trabalho é feito desta forma para minimizar o atendimento. “Não está existindo prejuízo para o tempo de atendimento”, garante.

Veja Também:  Tangaraenses conquistam 17 medalhas em estadual de judô

DEMANDA – A deficiência de médicos legistas atinge outros polos do estado. Mas mesmo com a quantidade reduzida de médicos nos IML’s não há previsão de contratação de legistas e nem concurso público para suprir essa necessidade. “ (…) a única certeza que nós temos é que o estado diz a todo momento que não está em condições de contratar ou fazer concurso por enquanto”, disse o coordenador da Politec.

Lucélia Andrade/Redação DS

Comentários Facebook
publicidade

Barra do Bugres e Região

Tangará da Serra tem novo saldo positivo na geração de empregos e comércio lidera

Publicado

No mês passado, o comércio foi o setor que teve o melhor desempenho. Foram 55 vagas a mais, saldo de 413 contratos formalizados e 358 encerrados. A agropecuária teve o segundo melhor resultado com 25 novas vagas, diferença de 118 admissões e 93 demissões.

A construção civil aprece na sequência, com 22 novos postos de trabalho, resultado de 84 trabalhadores contatados e 62 demitidos. A indústria de transformação criou 10 a mais e os serviços industriais de utilidade pública abriram 3 vagas cada a mais.

Já a extrativismo mineral encerrou uma vaga a mais, no mês passado. Com esse resultado, as empresas e indústrias de Tangará da Serra geraram de janeiro até outubro 900 vagas. Foram 10.448 contratados formalizados e 9548 encerrados. Em 12 meses, foram criadas 860 vagas.

Veja Também:  Prefeitos da região debatem necessidades em encontro realizado em Tangará

Só Notícias/Cleber Romero (foto: assessoria/arquivo)

Comentários Facebook
Continue lendo

Barra do Bugres e Região

Violência contra a mulher é tema de palestra em frigorífico de Tangará da Serra

Publicado

por –  – Bem Notícias

A violência contra mulher e o feminicídio foram tema de uma série de palestras realizadas pela Polícia Militar no município de Tangará da Serra.
A iniciativa integra o projeto ‘ Patrulha Maria da Penha’, que dessa vez teve como público 350 funcionários da empresa frigorífica Marfrig, com sede na cidade. A ação é coordenada pelo 7º Comando Regional da PM em parceria com a iniciativa privada e as palestras são ministradas pelos policiais que atendem na região.  O objetivo da iniciativa é reduzir e combater crimes de violência contra a mulher e o feminicídio por meio de atividades preventivas e educativas.

Durante as palestras os policiais passaram informações sobre as formas de violência doméstica, como buscar ajuda e auxiliar pessoas que enfrentam essa problemática.  Explicaram ainda como funciona o projeto criado para proteger as vítimas de violência doméstica ( Patrulha Maria da Penha). Entre o público estavam mulheres e homens de diferentes idades, que trabalham no frigorífico.

A sargento Valéria Cunha de Mello, do 19 º Batalhão de Policia Militar, faz parte da equipe formada por 11 militares que levam o ciclo de palestras para o setor privado. A militar conta que a experiência nos atendimentos do policiamento ostensivo ajuda na maneira de abordar o tema nas palestras e a idéia é mostrar que a PM está próxima para ajudar a todos.

Veja Também:  Governo quer reforçar aplicação de lei sobre contratação de reeducandos

“A nossa experiência durante nossa atuação nas ruas nos ajuda a levar a informação necessária para essas pessoas. Falamos sobre os casos mais comuns, deste tipo de violência registrado na região, tiramos dúvidas e apresentamos os nossos canais de denúncia e apoio às mulheres vítimas destes tipos de crimes”, conta a sargento.

O ciclo de palestra foi dividido em turmas para atender todos os funcionários da empresa.

Projeto Patrulha Maria da Penha da PMMT

Leia mais:  Crianças de bicicleta colidem de frente e uma das vítimas fica em estado grave no Bairro Alto da Boa Vista

A Polícia Militar realiza  projetos específicos de proteção e defesa dos direitos de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar em seis municípios mato-grossenses: Barra do  Garças, Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Tangará da Serra e Sinop.

Em três destas cidades – Cuiabá, Várzea Grande e Barra do Garças – as ações fazem parte do sistema de rede, a ‘Patrulha Maria da Penha’, realizadas em parceria com Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Polícia Judiciária Civil, entre outros órgãos, e têm como base do atendimento medidas protetivas decretadas pela Justiça. (Por PMMT)

Veja Também:  Prefeitos da região debatem necessidades em encontro realizado em Tangará

Comentários Facebook
Continue lendo

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Esportes

Mais Lidas da Semana