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Unemat participa de audiência na Assembleia Legislativa sobre orçamento e política de expansão

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Gestores, professores, representantes de acadêmicos e sindicatos dos técnicos e docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso participaram, nessa quarta-feira (12), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, de audiência pública com o tema “Unemat – suas receitas, despesas e Plano de Expansão para criação de novos câmpus”. O debate foi solicitado pela Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto.

A Unemat está presente em 45 dos 141 municípios do estado, garantindo educação superior pública de qualidade para 23 mil estudantes. São 190 cursos de graduação, sendo 60 de oferta contínua e os demais em modalidades diferenciadas para atender a demandas específicas. Entre eles, a Faculdade Intercultural Indígena que oferta cursos para a graduação de professores indígenas. Mais de 90% das aldeais de mato grosso têm professores-indígenas qualificados pela Unemat. Atualmente, estão em formação 32 etnias do estado.

“Gostaríamos de estar em todos os municípios do estado, mas são necessárias condições para isso acontecer com responsabilidade. Não podemos tirar o sonho de quem está no interior de fazer ensino público superior. A Unemat é patrimônio do povo mato-grossense”, declarou o reitor Rodrigo Zanin.

O presidente da Comissão, deputado Thiago Silva (MDB), disse que há uma grande expectativa de expansão da Unemat, como a consolidação do núcleo de Rondonópolis, onde a Universidade oferece os cursos de Letras, Computação e Direito, este em turma especial. “A Unemat está instalada em Rondonópolis como núcleo do câmpus de Alto Araguaia. Estamos trabalhando para a consolidação do câmpus e pela garantia da manutenção do curso de Direito.”

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O reitor afirmou que a Universidade estuda, internamente, a possibilidade de cursos que não têm demanda suficiente serem ofertados em formatos especiais. Entretanto, com relação à criação de novos câmpus, a discussão precisa ser ampla. “É uma questão que passou pelo Congresso Universitário, e precisamos dialogar com a sociedade, com apoio da Assembleia, para ter unidades diferenciadas em atendimento, por exemplo, a Cuiabá, Rondonópolis e Lucas do Rio Verde. Podem ter certeza, a Universidade não vai deixar de atender ao povo mato-grossense”.

Orçamento e finanças

A Secretária Adjunta do Tesouro Estadual (Sate), da Secretaria de Fazenda (Sefaz), Luciana Rosa, apresentou a evolução dos repasses financeiros para a Unemat, no período de 2014 até o 1ª bimestre de 2019.

“Em 2018, não conseguimos cumprir nossos repasses. Ficamos com pendência na ordem de 35 milhões para a Unemat, em relação ao limite da RCL (Receita Corrente Líquida). Não repassamos, e isso não foi por nossa vontade. Tivemos muitos problemas financeiros, como já é sabido por todos. Tentamos resolver os problemas de cada unidade, mas infelizmente, não tivemos a disponibilidade de caixa suficiente para suprir mesmo as despesas essenciais das unidades, as mais básicas”.

Segundo a Secretária Adjunta, neste ano a situação se agravou. O contingenciamento dos recursos orçamentários da Unemat está previsto no Decreto 77, de 3 de abril de 2019, que disciplina sobre a execução orçamentária e financeira para todos os órgãos da administração pública  direta, indireta e autarquias. O documento pode ser acessado aqui.

“Não temos como estender, aumentar essa cota neste momento. Ela vai até o mês de julho, quando vamos fazer uma avaliação e ver se podemos ampliar. Antes disso, infelizmente, não tenho condições de falar que vamos fazer um repasse para a Unemat superior ao que está publicado. Sabemos que a cota de custeio e manutenção da Unemat representa, no máximo 70%, do que precisa para sobreviver mensalmente”, avaliou Luciana Rosa.

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A Emenda Constitucional nº 66, de 3 de julho de 2013 garantiu, naquele ano o mínimo de 2,0% da Receita Corrente Líquida do Estado para a Unemat. Esse valor teria acréscimo de 0,1 ponto percentual ao ano, até chegar à alíquota de 2,5% a partir de 2018.

Nesse período, houve aumento da previsão orçamentária mas, sobretudo, incremento de quase 100% nos serviços ofertados à população. Em 2014, eram 12 mil alunos, hoje são 23 mil. Em 2005, a Unemat tinha somente um curso de mestrado, atualmente são 21 mestrados e sete doutorados. “Isso só foi possível porque temos uma garantia Constitucional. Esta Casa sempre foi importante em reconhecer que uma universidade, para ser forte, tem que ter amparo legal. Isso faz a diferença”. Esses dados são públicos e podem ser acessados na página Unemat em Números.

Também são membros da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto os deputados Valdir Barranco (PT), vice-presidente da Comissão, Sebastião Rezende (PSC), Dr. João (MDB) e Wilson Santos (PSDB).

Leia mais: https://www.al.mt.gov.br/.

Galeria de imagens: https://www.al.mt.gov.br/.

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Melasma: tratamentos para eliminar as manchas escuras da pele

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O melasma pode ser definido como o aparecimento de manchas escuras na pele, causando uma diferença perceptível a olho nu.

Por ser uma condição que acontece, geralmente, em mulheres entre os 20 a 50 anos e, principalmente, durante a gravidez, muito se discute em salas e consultórios médicos.

Então, se você está sofrendo com isso ou quer saber como o tratamento do melasma pode ser feito, vem comigo que vou explicar direitinho.

Vamos lá?

Melasma: qual é a causa?

Figura 1 Photo by Caroline Hernandez on Unsplash

Em princípio, você precisa saber que é mais comum que o melasma aconteça na região da face, mas nada impede que ocorra em outras áreas, como braços e colo.

Entretanto, existe um desafio: as possíveis causas para essa condição ainda não podem ser definidas ou cientificamente comprovadas.

De maneira geral, os médicos sabem as seguintes informações sobre essas manchas:

  • Existe sim uma predisposição genética;
  • É mais comum durante a gravidez;
  • Pode estar relacionada a alterações ou desequilíbrios hormonais;
  • É possível que o uso de medicamentos contribua para o aparecimento de manchas;
  • A exposição ao sol pode ter uma relação com o aparecimento ou volta do melasma;
  • Alguns tratamentos de pele podem deixar a pele mais sensível ou irritada e aumentar as chances de aparecimento de manchas.

Além disso, vale ressaltar que essas manchas são mais comuns no verão ou em locais tropicais, devido a temperatura elevada.

Ao mesmo tempo, tons de pele mais escuros possuem mais melanina na pele, o que pode contribuir para o aparecimento dessas manchas.

Tratamento do melasma: o que pode ser feito?

Depois de conhecer as possiblidades de causas dessa condição, pode ser que você esteja curiosa quanto ao tratamento do melasma.

Tendo isso em mente, existem x maneiras realmente eficazes de lidar, amenizar ou reduzir essas manchas.

Importante: qualquer que seja o tratamento de melasma que você vai seguir, é essencial ter em mente que a recomendação médica é essencial para um caso de sucesso.

Uso de cremes clareadores

Figura 2 Photo by ANDI WHISKEY on Unsplash

Uma das principais formas de tratamento de melasma é através do uso de cremes que têm ação clareadora.

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Esses cremes seguem um tratamento de longo prazo e são realmente eficazes, garantindo resultados que durem por mais tempo.

Afinal, as manchas sempre podem voltar.

Uma vantagem, de acordo com a recomendação médica, é que esses cremes podem ser utilizados em qualquer região do corpo.

Um dos produtos mais conhecidos é a Hidroquinona e o Corticóide Tópico.

Entretanto, existem alguns cuidados referente ao tempo e quantidade de vezes diárias que esses cremes podem ser passados sob a pele.

Outras opções para tratamento de melasma com creme incluem os Retinoides, Ácido Azeláico, entre outros.

Atenção: a automedicação nunca é uma atividade que segue uma recomendação médica e o uso de cremes errados pode trazer complicações. Então, procure um médico.

Dermoabrasão

Um tratamento de melasma que vem chamando a atenção é a dermoabrasão, que pode ser considerado como um mini procedimento cirúrgico.

Diferentemente de outros procedimentos, a dermoabrasão funciona através de um tipo de raspagem de pele.

Este procedimento é muito utilizado para a eliminação de cicatrizes de acne, rugas ou mesmo tatuagens, sendo bastante eficaz para manchas na pele.

Entretanto, todo o procedimento é feito sempre em pequenas áreas e de maneira isolada.

Justamente por isso, a dermoabrasão não é indicada para pacientes que tenham muitas manchas.

Por outro lado, esse tratamento de melasma pode ser a solução para aquelas manchinhas que não saíram com outros tratamentos ou para casos pequenos.

Figura 3 Photo by Sarah Comeau on Unsplash

Importante: existem versões micro e convencionais para a dermoabrasão e o procedimento é realizado após uma análise da pele do paciente.

– Tratamentos estéticos

Fora a dermoabrasão, existem outros tratamentos estéticos que podem eliminar ou reduzir as manchas na pele, sendo consideradas saídas eficazes.

Assim, o tratamento do melasma pode envolvem as seguintes técnicas:

  • Peeling químico;
  • Microagulhamento;
  • Luz intensa pulsada;
  • Tratamentos a laser.

Vale ressaltar que todos os procedimentos estéticos podem envolver algum tipo de microcirurgia, como a utilização de agulhas que estimulam a produção de colágeno ou que fazem uma esfoliação na pele.

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Por isso, a recomendação médica é sempre seguir um tratamento que um profissional realmente qualificado indicou.

Além do mais, cada indivíduo que inicia o tratamento do melasma pode ter uma condição de saúde que exige cuidados específicos.

Portanto, se necessário, procura uma segunda opinião médica e nunca realize nenhum procedimento sem consultar um especialista.

– Alimentação para o tratamento do melasma

Do mesmo modo que outras condições podem exigir um cardápio específico, o tratamento do melasma também pode envolver uma mudança alimentar.

Geralmente, mesmo optando por uma dermoabrasão ou mesmo com o uso de cremes, a dica é fornecer aquilo que o seu corpo precisa.

Assim, a recomendação médica é aumentar o consumo de alimentos ricos em vitaminas e minerais importantes, como legumes e verduras.

Do mesmo modo, pode ser necessário reduzir o consumo de alimentos que podem contribuir para o aumento de manchas, aumentando o consumo de antioxidantes naturais.

A dica é consultar um especialista, ou seja, um nutricionista. Para definir um cardápio que ajude no processo de tratamento do melasma.

Protetor solar

Figura 4 Photo by Joanna Nix on Unsplash

Mesmo que você invista muito em um tratamento para reduzir ou eliminar as manchas na pele, a verdade é que o protetor solar nunca deve ficar de fora da rotina.

Além de proteger a pele contra os raios, atuando como uma prevenção do melasma, o protetor solar também reduz as chances de reincidência ou piora das manchas.

Segundo a recomendação médica, o ideal é optar por protetores com, no mínimo, proteção de 15 FPS, todos os dias.

Em outras palavras, faça chuva ou sol em ambientes abertos ou fechados, o protetor deve estar na pele.

Além do mais, caso você fique mais exposto ao sol ou em locais mais abertos, a dica é repor o protetor solar a cada duas horas.

Conclusão

O tratamento do melasma pode envolver dermoabrasão, tratamentos estéticos, mudança alimentar e uso de cremes clareadores.

A recomendação médica é fazer com que o protetor solar esteja sempre na pele e na bolsa, atuando como tratamento, bem como a prevenção.

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Pesquisa aponta que MT é o segundo estado mais violento do Centro-Oeste

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Pesquisa aponta que MT é o segundo estado mais violento do Centro-Oeste

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgaram o Atlas da Violência 2019, retrato dos municípios brasileiros. De acordo com a pesquisa, Mato Grosso é o segundo Estado com a maior taxa de mortes violentas na região Centro-Oeste. Os dados mostraram que a violência é maior no interior de Mato Grosso em comparação à capital.

Foi utilizado o conceito de taxa de homicídio estimada por 100 mil habitantes para cada município. Com relação às capitais brasileiras, Cuiabá é a 6ª com menor taxa estimada de homicídio (28,8), ficando atrás de outras capitais do Centro-Oeste, como Brasília (20,5) e Campo Grande (18,8).

O Atlas analisou os dados por regiões. Na região Centro-Oeste o Estado com maior taxa de mortes violentas foi Goiás (43,9), seguido por Mato Grosso, com taxa de 34,4. A pesquisa apontou que enquanto em Goiás e em Mato Grosso se percebe um espalhamento dos municípios com maiores índices de homicídios por todas as mesorregiões, em Mato Grosso do Sul, os territórios com maiores índices de homicídios se concentravam na região metropolitana de Campo Grande e no Cone-Sul do estado.

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Além disso o Atlas apontou que o estado do Mato Grosso possui uma característica que o distingue da grande maioria dos estados da Federação: as taxas de homicídio nos municípios da região metropolitana costumam ser as mais altas.

Os maiores municípios da região metropolitana, Cuiabá (28,8) e Várzea Grande (29,0), possuíam taxas inferiores à média nacional e substancialmente menores a inúmeros municípios no interior do estado, pertencentes a outras mesorregiões.

Muitos municípios com populações residentes menores do que 10 mil habitantes, localizados no Sudeste e Norte Mato-Grossense, possuíam as maiores taxas de letalidade, sendo eles: Alto Garças (112,7), Nova Bandeirantes (76,0), Itaúba (157,9), Araguainha (107,4) e São Pedro da Cipa (110,7). Diferente dos outros municípios citados, em Nova Bandeirantes, a pesquisa considera que os conflitos por terra podem ser a explicação pela alta taxa de homicídios.

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