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“Vale-carnaval”: descubra se relacionamento aberto na folia funciona mesmo

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O carnaval já começou e nessa época do ano o clima de “azaração” rola solto, por isso, muitos casais cogitam a ideia de um “vale-carnaval”, uma espécie de “vale-night” que permite que os parceiros fiquem e até transem com outras pessoas. Mas será que viver um relacionamento aberto nos dias de folia é uma boa escolha?

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Optar por um relacionamento aberto no carnaval pode trazer problemas no futuro, então é preciso pensar bem
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Optar por um relacionamento aberto no carnaval pode trazer problemas no futuro, então é preciso pensar bem


Segundo a sexóloga Vanessa de Oliveira, expert em conquista e sedução, esse tipo de acordo pode funcionar para alguns casais, entretanto esse tipo de proposta só costuma funcionar com casais que já possuem um relacionamento aberto
ou que andam conversaram muito sobre o assunto.

 “Dificilmente vai dar certo se o casal decidir abrir a relação de uma hora para outra, sem muito diálogo antes, acordos, regras, pois é preciso saber como cada um se sente a respeito disso”, alerta Vanessa que acrescenta que ao abrir o relacionamento o casal deve ser claro um com outro sobre o que aceita ou não e, claro, estabelecer algumas regras.

“Ambos precisam estar confortáveis com a situação. Se um não está de acordo, melhor não abrir o relacionamento
. É preciso tomar cuidado para não ceder só para agradar o outro e sair machucada nessa história toda. As regras são particulares para cada casal. Alguns podem liberar uma paquera, sair só com os amigos, ficar com outras pessoas e até transar, vai depender muito de como cada vê o relacionamento”, explica a sexóloga.

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Na hora de fazer um acordo, se tiver algo que um dos dois não concorda, não vale a pena insistir, o melhor é focar naquilo que os dois estão de acordo. “Se um dos dois não aceita algo, a outra pessoa precisa respeitar a decisão, pois com a insistência ela não está respeitando o outro e nem o relacionamento. Esse tipo de decisão tem que ser natural para os dois e não forçada para uma das partes.”

Relacionamento aberto funciona com um acordo? 


Mesmo fazendo um acordo para viver um relacionamento aberto no carnaval, um dos envolvidos pode se arrepender
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Mesmo fazendo um acordo para viver um relacionamento aberto no carnaval, um dos envolvidos pode se arrepender


A sexóloga também ressalta que pode ser tranquilo fazer o acordo, mas isso não garante que o que foi definido não vai atrapalhar o relacionamento no futuro. “Pode acontecer de ambos terem concordado e depois alguém se arrepender, mas pode ser que dê certo e o casal queira repetir isso em outras oportunidades, ou que decidam não tentar algo do tipo novamente e optem por um relacionamento exclusivamente monogâmico”, comenta.

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Outra coisa que pode acontecer com essa experiência é o casal descobrir que o relacionamento não anda bem, que o amor deu lugar a outro sentimento e que a melhor solução é por um fim na relação.

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Vanessa também ressalta que o carnaval
pode ser curtido a dois de forma segura, leve e descontraída. “A escolha do que fazer ajuda o casal a ficar mais tranquilo ainda. Se ambos não gostam de contato com outras pessoas, evitem aglomerações e prefiram os bailes ou festas fechadas aonde vão mais casais. Se a intenção é curtir em grandes blocos, o casal pode sair com outros casais de amigos, em turmas, assim não ficam isolados.”

Para a sexóloga, o importante é os dois entenderem que no carnaval a atmosfera é outra, e mesmo que não esteja em um relacionamento aberto
faça acordos para não transformar qualquer coisa em briga. Uma dica é aproveitar o clima de festa para sair da rotina e esquentar a relação. “No carnaval, Bom mesmo é tirar um momento livre para ficar com o companheiro, aproveitar a fantasia para usar com ele e fazer uma festa a dois”, conclui.

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Deputados de MT apresentam moção de repúdio e protesto contra ‘Lei Neymar da Penha’

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Por encaminhamento da Câmara Setorial Temática de Combate à Violência Contra a Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, os deputados Janaina Riva (MDB) e Wilson Santos (PSBD) apresentaram moção de repudio e protesto contra o teor do Projeto de Lei 3369/2019, proposto pelo deputado Federal Carlos Jordy (Vice-líder do Governo) batizado de “Lei Neymar da Penha”.

“É importante frisar que essa moção atinge tão somente o teor do projeto, não alcançando suas características constitucionais, uma vez que o deputado federal, que foi legitimamente eleito, possui a prerrogativa de propor ações legislativas, as quais eu a Câmara Temática defendemos. O repúdio se dá na ação midiática que, sem contextualizar e fazer o devido resgate histórico, modifica sem critérios técnicos, um dispositivo criminalizador e, no caso específico, afeta muito o tema”, explica a deputada.

Segundo Janaina, o PL ‘Neymar da Penha’ visa aumentar a penalidade para quem faz falsas acusações de crimes contra a dignidade sexual, porém, vale ressaltar que, em regra, os delitos contra a dignidade sexual e agressões não costumam possuir testemunhas já que geralmente praticados pelo agressor contra a vítima a sós. Para ela o projeto dificulta e desencoraja ainda mais as mulheres vítimas a denunciarem os agressores.

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“A mulher que é vítima de qualquer agressão, seja ela moral, física ou sexual geralmente tem muita dificuldade em denunciar o agressor justamente pelo julgamento e pela dificuldade de provar. E é por isso que palavra da vítima possui grande valor, quando analisada com o conjunto probatório. A mulher vítima de violência percorre um difícil caminho, até chegar à penalização do autor. Algumas acabam sendo revitimizadas, com os julgamentos sociais, com a mídia e, também, com o sistema de justiça. Não é possível permitir a inversão dos papéis, pois a legislação deve ser o principal canal a evidenciar a real vítima e o verdadeiro agressor. A cultura do estupro é percebida sempre na culpabilização e objetificação da vítima e neste sentido esse projeto de lei contraria ao que o país vive na atualidade, no que diz respeito ao enfrentamento e combate à violência contra as mulheres, máxime, a sexual”, afirma.

A deputada lembra ainda que a Lei Maria da Penha é o instrumento mais importante do País no enfrentamento à violência no âmbito doméstico e familiar, merecendo ser reconhecida nacionalmente, como é fora do Brasil. Segundo ela, a moção de repúdio e protesto se dá também ao desrespeito à Maria da Penha, mulher que dá nome à Lei e precisou recorrer às cortes internacionais para que o autor das sucessivas agressões que sofreu fosse punido, justamente por não encontrar amparo da legislação brasileira.

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“É de grande preocupação da Câmara Temática de Combate à Violência Contra a Mulher a forma desrespeitosa com que Maria da Penha Fernandes, que deu nome à Lei Maria da Penha, está sendo tratada no momento, passando, também, pela revitimação. O Brasil recebeu como recomendação internacional que a Lei 11.340\2006 fosse conhecida como Lei Maria da Penha, justamente para homenagear essa mulher vítima de violência doméstica que o País não havia dado o merecido tratamento quando sofreu as agressões. Apelidar o PL 3369\2019, de “Lei Neymar da Penha” é ofender à todas as mulheres brasileiras indistintamente. Esse projeto oferece ameaça às mulheres vítimas de estupro, que por anos a fio sofreram invisibilidade e julgamento com as discriminações e preconceitos vivenciados”, finaliza.

Assessoria de Imprensa

Jornalista Laura Petraglia – Audiovisual Jardel Silva

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Convidados querem levar 8 pessoas à casamento e web reage: “Não é um churrasco”

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Imagina só você convidar um casal para seu casamento e depois eles “informarem” que vão levar mais oito pessoas com eles? Esses noivos passaram por isso, e a situação viralizou nas redes sociais.

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casamento
Reprodução/The Sun

Casal convidado para um casamento decide levar mais 8 pessoas com eles e internautas reagem: “Não é um churrasco”


O caso foi compartilhado no Facebook e chamou a atenção dos internautas. “Um casal foi convidado para o casamento
e eles decidiram chamar outras 8 pessoas!”, diz a postagem.

Os noivos
entregaram o convite e pediram para o casal em questão responder “gentilmente até 15 de abril de 2019” quantas pessoas da família iriam à cerimônia, e eles apontaram que “10 pessoas vão comparecer”.

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Na parte em branco, a dupla ainda especifica: “Seis adultos, quatro crianças”. Além disso, eles levantaram a hipótese de uma 11ª pessoa também ir ao evento.

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Na web, a publicação gerou diversos comentários. “É um casamento, não é churrasco”, escreve um internauta. “Eu ligaria para eles e diria ‘não’. Se as outras pessoas fossem convidadas, elas teriam recebido um convite
”, opina outro.

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Uma usuária da rede social compartilhou história semelhante que ela viveu ao ter convidados surpresas na festa de casamento
. “Tiveram a coragem de reclamar do bolo (nós tínhamos feito um muito pequeno, só para nós)”, conta.

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