conecte-se conosco


Agronegócio

Vendas de máquinas e equipamentos mantêm estabilidade em outubro

Publicado

Vendas de máquinas e equipamentos mantêm estabilidade em outubroEm outubro, as vendas da indústria brasileira de máquinas e equipamentos mantiveram-se estáveis na comparação com o mês anterior (0%), mas cresceram 1,9% em relação ao mesmo mês do ano passado, informou nesta terça-feira (26/11) a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Mercado interno – Segundo a Abimaq, o melhor desempenho das vendas deve-se às vendas no mercado interno. As vendas para o mercado externo tiveram retração, com desempenho negativo de 11% em comparação a setembro e de -21,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado. A Abimaq atribuiu o resultado à desaceleração da atividade produtiva em diversos parceiros comerciais.

Importações – Já a importação cresceu 31,9% na comparação mensal e 39,7% em relação ao mesmo mês de 2018.

Empregos – Quanto aos empregos, houve crescimento de 1,2% no mês passado na comparação anual e queda de 0,4% em relação a setembro. “Em outubro, os números [do setor] vieram bons, [foram] até melhores do que as expectativas. Normalmente outubro é um mês em que há desaceleração na atividade”, disse a gerente do Departamento de Economia, Estatística e Competitividade da Abimaq, Maria Cristina Zanella.

Veja Também:  OVOS/CEPEA: Preços do branco e do vermelho têm movimentos distintos

Desaceleração tão forte – Ela acrescentou que não se esperava uma desaceleração tão forte no mercado internacional e que isso fosse refletir nos dados de exportação. “As exportações do setor representam cerca de 40%. Com uma queda forte, da ordem de quase 10%, isso comprometeu bastante o nosso resultado e, por isso, as expectativas [anteriores] não se concretizaram.”

Expectativa – O setor prevê encerrar o ano com crescimento de 1,6%. Para o ano que vem, o crescimento previsto é em torno de 3,2%.

Fonte: AGÊNCIA BRASIL

Comentários Facebook
publicidade

Agronegócio

Balança comercial registra superávit de US$ 1,646 bi na primeira semana de dezembro

Publicado

Balança comercial registra superávit de US$ 1,646 bi na primeira semana de dezembroNa primeira semana do mês, o país registrou exportações no valor de 5,073 bilhões de dólares, enquanto as importações somaram 3,427 bilhões de dólares.

Em nota, o ministério da Economia informou que, na semana passada, houve aumento na venda de produtos básicos e semimanufaturados, o que ajudou a impulsionar a média diária das exportações totais do período (1,015 bilhão de dólares) em comparação à da primeira semana de dezembro de 2018 (967,3 milhões de dólares).

A balança acumula, até a primeira semana de dezembro, saldo comercial positivo de 42,7 bilhões de dólares, uma queda de 20% em relação ao superávit registrado no mesmo período do ano passado.

A última projeção do Ministério da Economia para o saldo comercial do ano, divulgada em outubro, apontava para um superávit de 41,8 bilhões de dólares, ante projeção anterior de 56,7 bilhões de dólares.

Veja Também:  CITROS/CEPEA: Apesar de demanda enfraquecida, oferta limitada sustenta cotações

A estimativa, no entanto, deve sofrer nova revisão depois que a Secretaria de Comércio Exterior corrigiu para cima os dados contabilizados das exportações brasileiras no período setembro a novembro, atribuindo a uma falha humana uma subnotificação de 6,488 bilhões de dólares que ajudou a piorar o resultado da balança comercial brasileira divulgado originalmente.

Fonte: Reuters

Comentários Facebook
Continue lendo

Agronegócio

Milho em alta no mercado brasileiro

Publicado

Milho em alta no mercado brasileiroSegundo levantamento da Scot Consultoria, na região de Campinas-SP, a saca de milho de 60 quilos está cotada em R$49,00, sem o frete. Houve alta de 7,3% na comparação mensal e de 28,9% em relação a dezembro do ano passado.

Do lado das exportações, em novembro, o país embarcou diariamente, em média, 214,4 mil toneladas de milho (Secex). Apesar da queda de 18,8% no volume diário em relação a outubro deste ano, houve incremento de 17,6% na comparação com a média de novembro de 2018.

Para o final deste ano e primeiras semanas de janeiro de 2020, a expectativa é de mercado firme e aumentos nos preços não estão descartados. No entanto, as altas deverão ser mais contidas em função da menor movimentação, típica do período.

Veja Também:  CITROS/CEPEA: Apesar de demanda enfraquecida, oferta limitada sustenta cotações
Fonte: Scot Consultoria

Comentários Facebook
Continue lendo

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Esportes

Mais Lidas da Semana