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3 dicas de como deixar sua casa mais sustentável

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Estamos vivendo em um período em que é cada vez mais comum encontrarmos maneiras mais sustentáveis de fazermos coisas comuns do nosso dia a dia. Temos reaprendido a fazer as mesmas atividades, de maneira menos prejudicial ao meio ambiente, como nos locomover nas ciclovias, comprar de produtores locais, fazer a própria compostagem e por aí vai.

3 dicas de como deixar sua casa mais sustentável
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3 dicas de como deixar sua casa mais sustentável

Que esses assuntos estão cada vez mais difundidos, é fato. O planeta precisa mais da nossa atenção e dos nossos cuidados diante do aquecimento global e das mudanças climáticas. É preciso de união de todos, pessoas e empresas. Isso tem sido possível e se tornado cada vez mais comum, graças a um grande esforço de inovação que vem acontecendo em muitos setores.

Não é diferente no setor de seguros. A  Seguradora Zurich se destaca quando o assunto é impacto positivo em prol do planeta. Por isso, separou algumas dicas de como trazer a sustentabilidade para dentro da nossa rotina e ter uma casa sustentável. Confira!

1. Descarte ecológico

O lixo é um problema ambiental real. Por isso, boas práticas nesse assunto são sempre bem-vindas e super possíveis de serem aplicadas em casa.

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O importante aqui é pensar que existem muitas categorias diferentes de resíduos: têxtil, eletrônicos, entulhos, orgânico, etc. E cada uma delas precisa de um fim diferente.

Para os segurados do  seguro residencial da Zurich, fica tudo mais fácil, já que alguns serviços oferecidos nas assistências resolvem facilmente algumas questões, como:

  • Descarte ecológico de móvel ou eletrodoméstico;
  • Descarte de eletrônicos como celulares, computadores etc.;
  • Descarte ecológico de entulho e resto de obras;

2. Energia solar

A energia solar é uma das mais renováveis existentes atualmente. Ela consiste na transformação da luz do sol em energia para podermos usar dentro de casa, sem gerar nenhum resíduo tóxico no processo. É uma energia limpa.

Além disso, para os que possuem sistema de placas fotovoltaicas, ocorre uma economia significativa na conta de luz.

Mas se você é daqueles que acham essa solução muito distante e não sabe nem por onde começar, a Zurich também oferece consultoria ambiental e para projetos sustentáveis no Seguro Residência, e saberá instruir corretamente os próximos passos para ter uma casa com mais eficiência energética.

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3. Água

Falando em projetos sustentáveis, outro quesito que pode ser revisto é o uso da água. O recurso mais importante da Terra também precisa de atenção especial. Pequenas mudanças no dia a dia já podem fazer a diferença.

Uma torneira gotejando pode gastar aproximadamente 50 litros de água por dia. Portanto, sim, pequenas mudanças podem impactar estatísticas maiores.

Ela pode ser reutilizada para lavar o carro, o quintal, dar descarga e regar as plantas. Além disso, também é possível criar um sistema de coleta de água da chuva. Para tudo isso, é fundamental itens que a Zurich também proporciona na assistência 24 horas:

– Encanador e reparos hidráulicos; – Limpeza de caixa d’água; – Limpeza de calhas; – Limpeza de ralos e sifões; – Revisão hidráulica para vazamentos.

Com essas pequenas mudanças já é possível nos unirmos na construção de um melhor futuro. Siga as dicas da Zurich e considere um produto de seguro que cuida do seu lar e do planeta.  Consulte um corretor e peça uma cotação!

Fonte: IG Mulher

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Laura Keller mostra como recuperou forma física pós-gravidez

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A atriz Laura Keller
Instagram/Reprodução

A atriz Laura Keller

A atriz Laura Keller mostrou nas redes sociais o antes e depois pelo qual o corpo dela passou depois de dar à luz Jorge Emanuel, 2, seu primeiro filho. Ela chegou a ganhar 23 kg e diz ter tido receio de não conseguir voltar à forma física de antes da gravidez.

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Em vídeo publicado no Instagram nesta sexta-feira (12), Laura fez um desabafo sobre as frases desmotivacionais que recebeu e postou momentos em que se exercita e tenta colocar uma peça de roupa que tinha antes da gestação.

“Na gravidez engordei 23kg. De 63kg para 86kg. Minhas roupas não entravam em mim, estava inchada e com retenção. Diziam que eu não ia conseguir, porque depois que tem filho, o corpo não volta. Realmente mudou, ser mãe me deixou melhor, mais maravilhosa, madura, segura, mulher”, escreveu.

Ela conta ainda que as mudanças do corpo não a desanimaram. “Um antes e depois com muito amor e satisfação. Amei cada momento do meu corpo na gestação e puerpério. Aproveitei cada fase, tive muito bom humor. Mas quando sabemos até onde podemos chegar, o foco vem e agimos para conquistar. Se ame muito sempre e corra atrás do que te faz bem e feliz”, escreveu Laura, que recebeu diversos comentários e elogios.

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Não consegue atingir o orgasmo? Você pode ter anorgasmia

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Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres
Foto: Reprodução/Freepik

Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres

O desfecho de uma relação sexual, para muitas pessoas, é quando se alcança o orgasmo. Dados do periódico médico “Journal of Sexual Medicine” revelam que o clímax feminino demora cerca de 13 minutos e 25 segundos para acontecer e, para os homens, o biólogo americano Alfred Kinsey constatou que o tempo médio até o ápice sexual era de 2 minutos.

Se, mesmo com estímulos, uma pessoa não consegue atingir o orgasmo, isso pode ser um sinal de um problema fisiológico. A falta de orgasmo, conhecida também por disfunção orgásmica ou anorgasmia, é uma disfunção sexual que impede, atrasa ou diminui o prazer no clímax.

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Anorgasmia

O Diário de Obstetrícia e Ginecologia estima que de 20% a 40% das mulheres sofrem de anorgasmia em todo o mundo. Segundo a publicação, uma pessoa pode ter anorgasmia quando sente dificuldade em atingir o orgasmo em 75% das tentativas por até seis meses. 

Segundo a sexóloga Débora Pádua, os estímulos sexuais são ineficazes para quem sofre desse problema: “Uma pessoa que sofre de anorgasmia nunca chega ao orgasmo, nem com o próprio estímulo nem com estímulo de outra pessoa. Elas podem até ter tentado, mas simplesmente não conseguem”.

Na medicina, existem diversos tipos de anorgasmia: a anorgasmia primária, disfunção onde a paciente nunca sequer atingiu um orgasmo; a anorgasmia secundária, quando a paciente tem dificuldade na hora de gozar, e a anorgasmia situacional, que é variável, como quando mulheres conseguem gozar com masturbação mas não com o sexo.

Para a ginecologista do corpo clínico do Hospital Sírio Libanês, Débora Oriá, uma das causas desse problema é a falta de autoconhecimento, já que muitas mulheres não conseguem reconhecer os sinais do que é, realmente, um orgasmo. “O orgasmo real é definido pelas contrações múltiplas na região pélvica e genital. Ele tem um pico intenso seguido de outras contrações que vão reduzindo a sua intensidade até pararem e após essa sensação, você tem um resultado de relaxamento físico e emocional”.

Causas

Entre as principais causas para não conseguir atingir esse prazer, estão o estresse, o uso de ansiolíticos e antidepressivos, a ansiedade, o trauma sexual, o envelhecimento, o abuso de substâncias químicas e a falta de conhecimento do próprio corpo.

Sem a possibilidade de chegar ao clímax, mulheres com anorgasmia tendem a ficar estressadas e infelizes com os parceiros, além de reprimirem a própria sexualidade.  

“Eu tentava, tentava, mas nada acontecia”, declara Juliana*, advogada que foi diagnosticada em 2019 com anorgasmia. “Sempre que eu arrumava um namorado, eles acabam se frustrando, já que nunca conseguiram me fazer gozar”.

Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros
Foto: Reprodução/Pixabay

Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros

“Eu só descobri que não conseguia gozar aos 26 anos. Assumi, depois de perder a virgindade, aos 19, que o sexo iria acabar melhorando por conta da experiência. E acabou até melhorando, sim. Mas o orgasmo, em si, nunca chegava. Me sentia excluída até da rodinha de amigas, porque elas viviam contando experiências e eu não podia falar nada”.

A jovem alega que a impossibilidade de gozar causou verdadeiros problemas em seu relacionamento com Pedro*, atual noivo. “Como eu percebi que eu não ia conseguir chegar ao final em nenhum momento, eu acabei negligenciando meu parceiro. Deixava o sexo para depois, sabe? Foi me estressando de um jeito que eu fiquei cansada. Até que [Pedro] não aguentou mais e pediu para a gente ver uma terapeuta sexual”.

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Tratamento

Por se tratar de uma disfunção sexual, o tratamento pode ser físico e psicológico. Na maioria dos casos, um terapeuta sexual pode ser a solução para a anorgasmia.

Oriá detalha que a anorgasmia pode ser revertida, como foi o caso de Juliana*: “O tratamento é composto por educação e terapia sexual. Ela pode ser feita individualmente ou em casal, pois ela é multidisciplinar”, explica a médica.

Na terepia, os profissionais buscam estimular posições que facilitem o orgasmo feminino, desenvolvem exercícios de Kegel e treinos para assoalho pélvico, além de tratarem a noção do sexo na terapia cognitivo comportamental.

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Um dos fatores que auxiliou a vida sexual de Juliana* foi a conversa honesta com seu parceiro. Oriá reflete que a discussão é, também, uma peça essencial para a melhora da anorgasmia: “O parceiro tem que estar ciente dessa situação, né? A falta de comunicação é uma das principais causas da disfunção do orgasmo, então se você não consegue conversar com seu parceiro, é porque ele não conhece o seu corpo”.

A profissional aconselha que o autoconhecimento é primordial: “É preciso se conhecer. Onde está o clitóris? Onde é uretra, onde é a vulva? Quais são os seus pontos de excitação? Um autoconhecimento do corpo é fundamental para o tratamento”.

Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento
Foto: Reprodução/Freepik

Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento

A sexóloga Debora Pádua afirma que também existem alternativas além do sexo e da terapia: “Eu acredito muito nos brinquedos eróticos. No mercado, temos vibradores bem simples, e outros um pouco mais sofisticados. Às vezes, [a falta do orgasmo] pode sim só ser falta de estímulo e de falta de conhecimento”, analisa a médica.

“A mulher tem que se permitir sentir prazer, se permitir sair do controle da situação. Eu acho que isso faz uma grande diferença, e é isso que eu percebo nas minhas pacientes. Não adianta usar um vibrador se ela não tem vontade alguma de conhecer o orgasmo como ele é. É necessário se permitir”, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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