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3 dicas de como evitar lesões ao retornar às atividades nas academias

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Com a reabertura das academias lesões podem se tornar mais comuns; especialista ensina cuidados

Um dos segmentos mais afetados pelo isolamento social, causado pelo coronavírus, foi o setor de academias e esportes. Com a flexibilização dos estabelecimentos em São Paulo, muitos retornaram às atividades, por isso o cuidado precisa ser redobrado. Mesmo com pessoas praticando exercícios por aplicativos ou aulas online durante o isolamento, a grande maioria ficou parada.

A tecnologia, no entanto, pode ser uma excelente aliada para potencializar os treinos. A HTM Eletrônica (https://htmeletronica.com.br/), por exemplo é uma empresa pioneira na fabricação de equipamentos estéticos e de reabilitação física. Segundo a coordenadora de fisioterapia da HTM, Aline Caniçais, “as lesões mais comuns acontecem no joelho e lombar. A pessoa que está se exercitando precisa se preocupar não só em se exercitar, mas completar o treino sem se lesionar”.

O tratamento mais adequado para evitar lesões musculares e potencializar a hipertrofia é feito com o equipamento STIM CARE, composto por correntes excitomotoras e terapêuticas. As correntes que promovem contração muscular, quando associadas a contração ativa da musculatura, proporcionam um tratamento global e garantem resultados efetivos, pois recrutam em torno de 40% a mais de fibras musculares que só o exercício ativo. Já as correntes terapêuticas do equipamento promovem melhora do desconforto pós treino, contribuindo para a recuperação da musculatura trabalhada.

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Para evitar que lesões aconteçam durante os exercícios, o fisioterapeuta especialista em reabilitação esportiva, Alexandre Urso, selecionou alguns cuidados.

  1. Sempre observar a carga, não tente fazer algo que seu corpo não suporta. É normal sentir um cansaço muscular nos primeiros dias, mas se a dor for muito forte, significa uma lesão, é necessário suspender exercícios na região lesionada. Tente manter a postura de maneira adequada, não compense o peso, quando possível faça em frente à um espelho. As principais regiões em que vocês deve evitar sobrecarregar são pescoço, coluna e joelhos.
  2. Tente executar com perfeição os exercícios, tenha consciência do seu corpo e como ele está se posicionando. Caso tenha dificuldade, observe melhor antes de executar. Durante a execução, observe como seus músculos se comportam e se você sente uma sobrecarga em algum local do corpo. Caso não sinta nenhuma dor, continue seguindo as orientações.
  3. Durante os exercícios de membros superiores (braços) evite contrair o músculo trapézio (entre o pescoço e o braço), evite também movimentos projetando a cabeça a frente ou passar barra ou cabo atrás da cabeça. Já quando for realizar exercícios para os membros inferiores (pernas) não deixe o joelho desviar do eixo do corpo, seja para fora ou para dentro; sempre tente deixar o joelho na mesma linha do ombro.
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Sobre a HTM Eletrônica

A HTM Eletrônica (https://htmeletronica.com.br/) é uma indústria referência na produção de equipamentos dirigidos ao segmento de estética e fisioterapia no Brasil. A empresa foi fundada em 1999 e tem como embaixadora a atriz Paolla Oliveira. Com equipe multidisciplinar altamente capacitada, a HTM  está localizada em Amparo – SP e tem como foco profissionais esteticistas e fisioterapeutas que tem interesse em tecnologia para clínicas.

 

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Estadual

Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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