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3 modelos que precisam mudar com urgência para manter a competitividade

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Nova geração do Honda City já é vendida na Tailândia. Modelo deve chegar em breve ao nosso mercado
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Nova geração do Honda City já é vendida na Tailândia. Modelo deve chegar em breve ao nosso mercado

Seguir o calendário global nem sempre é possível para as fabricantes, ainda mais em tempos de crise. Apesar do avanço da vacinação, faltam investimentos em fábricas, componentes na indústria e previsibilidade.

Neste episódio do iG Carros Podcast , falaremos de três entre vários modelos que precisam mudar com urgência para continuarem competitivos. Ouça abaixo:

O Honda City foi lançado no Brasil em 2014, já como modelo 2015, ganhando destaque na categoria dos sedãs compactos. Naquela época, seus principais rivais eram Chevrolet Cobalt e Nissan Versa, mas com a chegada de rivais mais modernos ao longo dos últimos dois anos, o City ficou muito defasado.

Por sorte, o novo Honda City já aparece nos registros de patentes do Brasil, sinalizando que sua renovação está próxima de acontecer. Com visual de Civic e motor turbo de três cilindros, será o primeiro de uma nova família de veículos da Honda. Se a pandemia for controlada, deverá aparecer nas lojas em meados de 2022.

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Lançado no Brasil em 2001, o Fiat Doblò sempre se destacou pelo amplo espaço interno e versatilidade. A Fiat nunca renovou completamente o modelo – um dos mais longevos de nosso mercado – mas sempre adicionou novos equipamentos, substituiu a parte mecânica e redesenhou itens como faróis, para-choques e lanternas.

Segundo a consultoria IHS Market, a nova geração do modelo deve ser feita na Argentina, na fábrica da Peugeot em El Palomar. O objetivo do Grupo Stellantis é alavancar as vendas da categoria que está esquecida em todo o continente.

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A reestilização de meia-vida da atual geração do Toyota Yaris já foi lançada nas Filipinas, onde o modelo compacto atende pelo nome Vios. Trata-se de uma mudança bem tímida no visual, com novas rodas, luzes em LED e para-choques redesenhados.

Abaixo do capô, o Yaris filipino é exatamente igual ao nosso, com uma gama de motores 1.3 e 1.5 e câmbio automático do tipo CVT. A Toyota ainda não tem planos de substituir o conjunto mecânico do Yaris nacional, que é produzido em Sorocaba (SP).

Isso deverá ficar para a próxima geração, que é aguardada no Brasil em meados de 2024. Conforme apurado por nossa reportagem, a fabricante japonesa pretende lançar ao menos uma versão híbrida para o nosso mercado na próxima geração.

Fonte: IG CARROS

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Mini Cooper SE: hatch elétrico mostra diversão em alta voltagem

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Mini Cooper SE: repare nas rodas exclusivas e com desenho mais moderno do que os mais conservadores gostariam
Carlos Guimarães

Mini Cooper SE: repare nas rodas exclusivas e com desenho mais moderno do que os mais conservadores gostariam

Cada vez mais os elétricos são fazer parte dos modelos avaliados pela reportagem de iG Carros. Já chegamos a andar em alguns deles, mas depois de ter entregue o Mini Cooper SE na concessionária ficou a impressão de que foram poucas as vezes em que andei em algo tão divertido que liga na tomada.

O Mini Cooper SE é vendido no Brasil em três versões: Exclusive (R$ 239.990), Top (R$ 264.990) e Top Collection (R$ 269.990). A mais em conta delas é R$ 25 mil mais cara que a S equipada com motor a combustão (R$ 214.990). Se optar por pagar a diferença vai viver uma experiência inusitada de acelerar e frear no mesmo pedal e sem gastar uma gota de gasolina.

O nível de equipamentos entre a versão elétrica e a combustão é parecido. Ambos contam com faróis de LED, ar-condicionado automático de duas zonas, central multimídia com tela de 8,8 polegadas sensível ao toque (compatível com Apple CarPlay, mas não com Android Auto) e teto solar panorâmico.

A questão que pesa contra o elétrico é a autonomia. A fabricante diz que o carro pode rodar até 234 km pelo ciclo WLTP, mas basta ter o ar-condicionado ligado para isso diminuir bastante para menos de 200 km. Portanto, é bom saber onde você vai. E ter certeza de que poderá contar com uma recarga para não corer o risco de ficar à pé.

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Em uma unidade de recarga rápida, o Mini Cooper SE pode recuperar até 80% da energia em 30 minutos. No wall-box residencial, a mesma recarga dura em torno de 2 horas e 10 minutos, enquanto em uma tomada convencional (que precisa ser aterrada), a carga leva em torno de 14 horas.

Interior do Mini elétrico segue o padrão adotado nas demais versões e agradam aqueles que gostam de certa irreverência
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Interior do Mini elétrico segue o padrão adotado nas demais versões e agradam aqueles que gostam de certa irreverência

O que contribui para essa limitação na autonomia é o fato do Mini Cooper SE ser um modelo elétrico adaptado , tanto é que as baterias ficam no lugar do tanque de gasolina. O peso de 1.365 kg não é dos mais leves da categoria e tiveram que deixar o carro 18 mm mais alto para protegê-las. Além disso, a suspensão se mostrou rigida demais para o piso crocante da maior parte das vias em São Paulo.

Então, prepare-se para os solavancos. Em compensão, terá uma estabilidade irrepreensível nas curvas, mantendo aquela pegada “Go Kart Feeling” de sempre. Com 184 cv e 27,5 kgfm de torque disponível logo ao encostar o pé no acelerador, o elétrico impressiona pela aceleração vigorosa , capaz de ir de 0 a 100 km/h em apenas 7,3 segundos ou de percorrer os primeiros 400 metros em meros 15,2 s, conforme a fabricante.

Na lista de equipamentos, na versão Top há head-up display , sistema de áudio premium Harman/Kardon, LEDs direcionais, sistema de navegação e rodas exclusivas aro 17. De fato, a qualidade de som empolga . E o GPS exibe informações do trânsito em tempo real já que fica ligado à internet o tempo todo. Bom também é todo o estilo descolado do carro , o que inclui até luz ambiente configurável.

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Assim como as demais versões do Mini Cooper , o espaço interno é apertado para quem vai sentado atrás e no porta-malas vão somente 211 litros de bagagem mesmo sem estepe, já que os pneus 205/45R 17 são todos do tipo runflat montados nas rodas de desenho exclusivo e polêmico, já que podem parecer modernas demais para os mais conservadores.

Conclusão

Se por um lado o Mini Cooper SE vem bem equipado, tem estilo arrojado e empolga pelo desempenho, fica devendo uma maior autonomia, de 234 km. Entre os rivais elétricos podemos citar o Renault Zoe (300 km) e o JAC e-JS1 (304 km), além do Chevrolet Bolt, cuja nova geração está com chegada atrasada ao Brasil, as pelo o que diz a fabricante, o carro pode rodar até 416 km.

Apesar de não terem os devidos incentivos fiscais por parte do governo, os carros elétricos passarão a fazer parte da paisagem no Brasil com cada vez mais frequência. Segundo projeção da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), cerca de 28 mil eletrificados devem ser vendidos no país neste ano, um crescimento de 42% sobre 2020.

Ficha Técnica

Mini Cooper SE

Preço: a partir de R$ 239.990 Motor: elétrico, tração dianteira Potência: 184 cv Torque: 27 kgfm Transmissão: automática Freios: discos ventilados (dianteira), disco sólido (traseira) Suspensão: McPherson (dianteira), multibraço (traseira) Dimensões: 3,84 m de comprimento, 1,72 m de largura, 1,41 m de altura e 2,49 m de entre-eixos Porta-malas: 211 litros Vel. Máx: 150 km/h 0 a 100 km/h: 7 segundos.

Fonte: IG CARROS

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MINI comemora 60 anos de lançamento de seu primeiro Cooper

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Mini Cooper surgiu em 1961 e foi preparada por John Cooper e se consagrou nas pistas de corrida
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Mini Cooper surgiu em 1961 e foi preparada por John Cooper e se consagrou nas pistas de corrida

Tudo começou quando o designer britânico Alec Issigonis desenvolveu um novo carro para a British Motor Corporation , visando espaço e economia de combustível. Lançado em 1959, o Austin MINI clássico conseguiu unir tudo isso. Mas ganharia um lado inesperado em setembro de 1961, quando foi lançado o primeiro MINI Cooper.

Com a ideia fixa de oferecer o melhor espaço em um carrinho tão diminuto, o Austin MINI receberia motor e câmbio transversais, cuja configuração interferia pouco na cabine, enquanto as rodas montadas nas extremidades permitiam que as caixas de rodas abrissem mais espaço aos ocupantes do banco traseiro.

A racionalidade do projeto não só fez bonito nas vendas, mas também nas pistas. Assim o reconhecido engenheiro/preparador/construtor de carros de corrida John Cooper decidiu modificar o carro para competir na escuderia Cooper a qual já dominava a Fórmula 1 naquele período, seguindo a vitória dos campeonatos de 1959 e 1960.

O preparador John Cooper e o designer Alec Issigonis se uniram para criar um carro capaz de dominar outras categorias. Cooper preparou o motor original de 848 cm³ e 34 cv de potência, que foi ampliado a 997 cm³ e passou a gerar 55 cv, números que faziam toda a diferença visando que o carrinho pouco mais de 600 kg.

Além disso, o uso de homocinéticas ajudou a não perder tração ou ter movimentações indesejadas do volante. A revolucionária suspensão hidro-elástica reduzia a rolagem lateral e entregava precisão e estabilidade acima da média e na medida para encarar circuitos de rali e competir com modelos bem maiores e mais potentes.

A suspensão usava batentes de borracha de curso bem curto que deixavam o Mini com um comportamento mais dinâmico. Todas estas qualidades fizeram do pequeno da MINI ser comparado a um kart, nascendo o termo Go-Kart Feeling , expressão que é lembrada até hoje pela marca inglesa.

As mulheres também tiveram papel fundamental na brilhante trajetória da Mini através das vitórias das britânicas Pat Moss, irmã do lendário Stirling Moss , e Ann Wisdom que participou das provas enquanto estava grávida. As conquistas de 1962 na Copa das Damas, a categoria feminina do Rali de Monte Carlo , e no Rali da Tulipa , na Holanda, foram as primeiras vitórias obtidas por mulheres na categoria. A dupla ainda venceria os Ralis da Alemanha e de Sderström, na Suécia.

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John Cooper logo criaria uma versão MINI Cooper S . O motor passou a ter 1.071 cm³ e rendia 70 cv. Foi nessa época em que o predomínio do esportivo começou na série de ralis de Monte Carlo. A dupla Paddy Hopkirk e Henry Liddon ganhou o prêmio do rali em 1964. Foram eles que iniciaram a época dos Três Mosqueteiros , trio de pilotos formado pelo próprio escocês Hopkirk e pelos finlandeses Rauno Aaltonen e Timo Mäkinen.

Foi em 1965 que Timo Mäkinen e Paul Easter (co-piloto) levaram o novo MINI Cooper S 1.3 de 90 cv ao título após um longo e emocionante rali. Habituado a neve, o finlandês Mäkinen foi o único piloto que não recebeu nenhuma penalidade.

No ano seguinte, Mäkinen, Aaltonen e Hopkirk dominaram o Rali de Monte Carlo de ponta a ponta e ganharam o pódio, porém foram desclassificados por uma suposta irregularidade nos faróis, uma das maiores polêmicas da história dos ralis. A compensação viria no ano seguinte. A altonen e Henry Liddon (co-piloto) faturaram o primeiro lugar. Era apenas o início de uma história que vive até hoje no MINI John Cooper Works.

Fonte: IG CARROS

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