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6 motivos para praticar Yoga em casa

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YOGA EM CASA: APRENDA COMO COMEÇAR A PRATICAR

Pri Leite dá dicas de como a prática que a ajuda a cultivar a paz, plena consciência e boa forma pode ser feita dentro de casa e com segurança.

Não é segredo que o Yoga traz benefícios para a saúde. A prática milenar reduz o estresse, combate a ansiedade, aumenta a concentração, cria força, aumenta a flexibilidade e ajuda a prevenir lesões. Além disso, essa é uma das práticas mais democráticas que existem, todas as pessoas podem praticar Yoga. Grande ou pequeno, jovem ou idoso, flexível ou não, qualquer um que queira pode começar a praticar – e pode fazê-lo no conforto de casa.

De acordo com a pioneira em acessibilizar a prática de Yoga no Brasil através da internet, Priscilla Leite, essa arte milenar nos ajuda a ouvir o que o nosso corpo precisa, a mover-se em nosso próprio ritmo e a desenvolver intuição sobre quais sequências ou posturas precisamos e desejamos fazer em um determinado dia. “Se você está cansado pode fazer uma aula mais relaxante, já se você estiver mais animado, uma aula de flow poderá ser muito mais satisfatória. Durante o período da manhã uma prática mais energética te deixará mais disposto e a noite o ideal é que seja feita uma aula mais restauradora e calmante, o que é fantástico para aqueles que praticam o yoga em casa” – Explica a professora, que hoje possui o maior canal de Yoga do Brasil no Youtube, o Pri Leite Yoga com aulas gratuitas para todos os níveis e propósitos.

Uma dica que a profissional dá para aqueles que querem começar a praticar yoga em casa é tentar cultivar uma atitude lúdica e de aceitação. “Estar presente durante a prática significa permitir-se estar ciente de quaisquer sensações físicas, emoções e pensamentos que estão surgindo no momento. Tente ser criativo e espontâneo. Se você olhar para a prática com um senso de curiosidade, em vez de autojulgamento ou competitividade achará mais fácil se motivar para a aula – e estará mais presente quando praticar” – Finaliza a Yogini.

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Ficou com vontade de aprender? Veja algumas dicas que a professora listou para aqueles que desejam começar a fazer ioga no conforto do seu lar.

1.Escolha um lugar confortável
A grande vantagem do a ioga é que ela é uma prática que pode ser feita em qualquer lugar, mas seria muito melhor se você tivesse um espaço em sua casa onde é mais calmo, relaxante, onde você não vai ser incomodado durante a sua prática. Tudo o que você precisa garantir é que seu espaço esteja de preferência bem ventilado e longe de móveis ou objetos pontiagudos. Se quiser pode ser bom e até útil criar uma atmosfera com uma vela ou um incenso.

2.  Pratique com o estômago vazio
As posturas de ioga são sempre mais bem praticadas com o estômago leve ou vazio por causa das diferentes torções. Tente manter um intervalo de 1-3 horas entre suas refeições e sua prática.

3. Não se preocupe com roupas
Minha dica é sempre optar por roupas soltas e confortáveis. Sem dúvidas você pode fazer Yoga como preferir, no entanto deixar de lado roupas apertadas e acessórios excessivos pode fazer da sua prática um momento mais relaxante.

4. É o seu próprio corpo, então seja gentil com ele
Comece com a ioga simples e fácil. Respeite seu corpo indo devagar, ou você pode acabar se machucando. Deixe as posturas super difíceis quando você já estiver seguro em fazê-las. Sempre observe seus limites e, especialmente, esteja atento às áreas vulneráveis de seu corpo, como joelhos, quadris, coluna e pescoço. Se você sentir qualquer sensação dolorosa, ajuste, suavize, saia da postura se precisar. Não force.

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5. Seja consistente
É essencial se regular em sua prática de ioga. Torná-la parte de sua rotina diária ajudará a transformá-la em um hábito. Mesmo que seja uma vez por semana já fará diferença na sua saúde e bem-estar. Priorize o que funciona pra você. seja honesto, estabeleça metas realistas e faça o que puder. Uma prática de ioga de 10 minutos ainda é uma prática e definitivamente conta.

6. Faça do tempo do ioga um ‘momento de diversão para a família’
Quando você pratica sozinho, pode ficar entediado depois de um tempo ou você pode simplesmente ficar com preguiça de praticar. Experimentar fazer ioga com sua família ou amigos além de ser benéfico para a saúde de todos também poderá estreitar os laços

SOBRE PRISCILLA LEITE:
Responsável pelo principal canal de Yoga com conteúdo gratuito, em português, a Yogini brasileira mora em Los Angeles e oferece conteúdo inéditos, toda semana, através do Canal Pri Leite Yoga no Youtube. Com formação em Vinyasa Flow, Hatha Yoga, Yoga paragestantes suas aulas são desenvolvidas de acordo com as necessidades e feedback dacomunidade. Nos últimos meses, por exemplo, Priscilla Leite criou conteúdos exclusivos paraas pessoas praticarem durante o isolamento social. As aulas são divididas em categorias epodem ser praticadas em qualquer lugar, por pessoas com qualquer ou nenhuma, experiência.www.prileiteyoga.com.br

 

Vitória Nascimento

 

 

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Estadual

Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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