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5 atividades para auxiliar no processo de aprendizado do seu filho

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Especialista dá dicas para auxiliar os pais que estão com os pequenos estudando em casa

Com a pandemia, o ensino a distância acabou virando uma realidade. O problema é que a grande maioria dos pais e responsáveis vem enfrentando dificuldades para auxiliar seus filhos no processo de aprendizado. Por isso, tentar entender esse processo e usar algumas estratégias podem fazer toda a diferença. “As escolas estão voltando em modelo híbrido, mas, para os pais que não se sentem seguros, existem algumas dicas que ajudam e muito na hora de incentivar os pequenos a aprender mesmo estando em casa”, afirma a pedagoga e psicopedagoga do Centro de Excelência em Recuperação Neurológica (CERNE), Na Carimê Naldino Cassou. A primeira coisa quando o assunto é estudar, segundo Carimê, é pensar em um espaço confortável e bem iluminado, livre de barulhos e brinquedos que possam distrair as crianças: “Os eletrônicos podem ser grandes aliados, porém, devem ser usados da forma correta. Caso contrário, devem estar fora do alcance da criança. No espaço de estudo você pode colocar quadros, painéis e varal com anotações”.

Já para se criar o hábito de estudo, é importante que exista um cronograma para auxiliar na organização no tempo de estudo. A rotina deve ser bem estabelecida, de preferência com a supervisão de um adulto. Para isso, crie um cartaz ou um quadro com o horário e a duração de cada atividade. Independentemente da idade, toda criança no processo de aprendizagem necessita de atenção e mediação.  “Evite fazer outras tarefas paralelas ou mexer no celular enquanto está orientando o seu filho. Isso pode gerar ansiedade para a criança e prejudicar o processo. Disponibilize para ele um tempo de qualidade”, complementa. Mesmo com toda a organização e preparação citadas acima, ainda é normal ouvir: “meu filho não quer fazer as tarefas”; para esses casos, crie um quadro de recompensas usando adesivos para apresentar suas conquistas.  “Recompensá-los pelo esforço também os incentiva a continuarem estudando mesmo com todas as dificuldades que a pandemia nos trouxe”, finaliza a pedagoga.

E para te ajudar ainda mais em todo esse processo, a especialista preparou 5 atividades que vão dar mais qualidade e incentivo a aprendizagem dos pequenos. Confira:

  • Ambiente letrado

Construa com seu filho um ambiente letrado. Deixe expostas as atividades realizadas para que ele consiga visualizá-las e, sempre que possível, retome oralmente para recordação.

  • Desenho do box

A hora do banho é um momento que sempre necessita de supervisão. Aproveite e deixe esse momento mais divertido, realizando desenhos no box de vidro para estimular a imaginação. Treine também o desenho do corpo, explorando todas as partes do esquema corporal.

  • Calendário

Construa com seu filho um calendário do mês e explore diferentes intervenções, como: realizar contagem oralmente, marcar recompensas, datas comemorativas, bem como atividades da rotina diária da família.

  • Momento de leitura

Estipule um horário para realizar a leitura e manuseio de livros, gibis, revistas, jornais, receitas, encartes de mercado, ou seja, diferentes portadores de texto. Estimule a imaginação e explique a função de cada tipo de texto. 

  • Nomear objetos da casa

Para facilitar o desenvolvimento da alfabetização, construa pequenos crachás e nomeie objetos da casa. Pode destacar a letra inicial com uma cor diferente e sempre que passar pelo objeto solicite que a criança diga o nome em voz alta. Pergunte quantas letras tem, qual a é a primeira letra, última letra etc.

  • Circuito

Atividades motoras são de extrema importância para o processo de aprendizagem. Seja criativo e crie circuitos em casa, solicitando que passem por baixo de cadeiras, pulem objetos, andem sobre linhas. Além de ajudar na motricidade, tais atividades trabalham a atenção.

Sobre o Centro de Excelência em Recuperação Neurológica (CERNE)

Fundado no ano de 2016 por Canrobert Krueger e Mariana de Carvalho, a clínica é referência no atendimento a pacientes com danos neurológicos. O CERNE possui equipe especializada em diversas áreas, como: Fisioterapia, Fonoaudiologia, Musicoterapia, Neuromodulação e Terapia Ocupacional. O diferencial da clínica está nos métodos de tratamento avançados, como Theratogs, PediaSuit, Bobath, Integração Sensorial, Contensão Induzida, ABA, DENVER, além da chegada do primeiro tratamento através da Neuromodulação ao sul do país. Para mais informações, acesse o site www.clinicacerne.con.br ou as redes sociais Facebook https://www.facebook.com/cerneoficial e Instagram https://www.instagram.com/cerne.oficial/

Fonte: Bruna Bozza – Assessora de Imprensa

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Estadual

Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Geral

Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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