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5 dicas de motivação para cumprir suas metas de ano novo

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Especialista em bem-estar do Freeletics dá algumas dicas para superar os desafios diários e continuar seguindo em busca dos objetivos durante o ano, especialmente os relacionados aos cuidados com corpo e mente

Foto: Divulgação/Freeletics

Exercitar-se com mais frequência e controlar a alimentação são algumas das resoluções de ano novo mais populares. Mas com o passar do tempo, muitas metas relacionadas ao bem-estar são deixadas de lado. Os desafios para cumpri-las surgem logo ao acordar, com a preguiça e falta de motivação para levantar da cama, por exemplo.

Para ajudar a vencer cada desafio imposto ao longo do dia e não desanimar para cumprir os objetivos de cuidar mais do corpo e mente ao longo do ano, Liora Bels, especialista em bem-estar do Freeletics, aplicativo líder em em fitness e estilo de vida com uso de inteligência artificial, dá algumas dicas que podem ser implementadas na rotina diária:

1- Levantar da cama

O primeiro e maior desafio do dia é a briga com o despertador. É realmente difícil ter vontade de levantar da cama confortável e de um sono tão bom. Então, o conselho da especialista é tornar a manhã mais interessante. Encontre uma atividade prazerosa para fazer logo cedo e, para ajudar na missão, chame uma pessoa matutina para incentivar a sair da cama servir de companhia para os exercícios.

Com o intuito de trazer mais motivação para quem busca se exercitar e levando em consideração que a mente influencia diretamente os resultados que podem ser obtidos com treino, em 2020 o Freeletics está lançando o Coach da Mente. Também baseado em inteligência artificial, a novidade oferece cursos e exercícios em áudio que ajudam os usuários a desenvolver habilidades como: estabelecer rotinas, lidar com contratempos, gerenciar o estresse e melhorar o foco, a recuperação e o sono. Com isso, mais um passo é dado na direção de atingir um estilo de vida mais saudável e, acima de tudo, mantê-lo a longo prazo.

2. Vontade de comer doce logo pela manhã

Caso não tenha um café da manhã pronto, é difícil resistir a um pão ou doce da padaria mais próxima de casa. Como os velhos hábitos são difíceis de curar, a sugestão é encontrar novos hábitos para substituí-los. Frutas no café da manhã são uma alternativa saudável que pode diminuir a vontade de doces.

Outra dica é já manter algo pronto no dia anterior, como um overnight oat, uma receita de aveia e leite, que passa a noite na geladeira, e fica parecida com um pavê – mas super saudável e nutritivo. Acompanhados de um café preto, sem açúcar, esses alimentos te darão mais energia para enfrentar o dia, e sem culpa.

3. Sem tempo para almoçar de forma saudável

Ao não planejar o que vai comer durante o dia, a probabilidade de deixar de lado o almoço saudável e apelar para um lanchinho industrializado ou hambúrguer pronto é bem grande. 

Para evitar esse problema comum, a dica de Liora é preparar toda a comida da semana no domingo. Para poupar ainda mais tempo e energia, mantendo-se no controle da alimentação, é possível optar pela preparação de saladas e lanches saudáveis para os dias de correria na semana.

4. Preguiça de treinar após o trabalho

Para quem opta por treinar após o trabalho, a disputa não é com a cama nem com o despertador, mas com o cansaço natural do dia e o sofá de casa, que parece tão confortável.

“O truque para resistir ao sofá é ignorá-lo. Não sentar ou deitar, nem sequer olhar para ele. Em casa, coloque sua roupa de treino parta para os exercícios o mais rápido possível”, recomenda a especialista em bem-estar do Freeletics

5. Dificuldade para dormir cedo

O sono tem tudo a ver com uma boa performance nos treinos e é essencial para uma vida saudável. Ficar mexendo no celular ou mudando o canal da TV constantemente até ter sono não é a melhor estratégia. 

Uma sugestão para acostumar-se a dormir cedo é evitar refeições pesadas durante a noite e não comer muito tarde. Depois disso, Liora recomenda tomar um banho quente e desligar todos os aparelhos eletrônicos 30 minutos antes de ir para a cama. “A televisão e celular são gatilhos para manter o cérebro funcionando e dificultam a chegada do sono”, explica.

Sobre o Freeletics

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O Freeletics foi fundado em 2013 com a missão de desafiar e inspirar as pessoas a se transformarem na melhor versão de si mesmas, tanto mental quanto fisicamente. Desde então, a empresa se tornou líder em coaching de treino e estilo de vida com uso de Inteligência Artificial (IA). Hoje o Freeletics conta com 40 milhões de usuários em mais de 160 países. O aplicativo Freeletics não é apenas o aplicativo fitness nº 1 da Europa, mas também oferece a mais avançada tecnologia de IA do mercado. Ele coloca um personal trainer no seu bolso, permitindo que você treine a qualquer hora, em qualquer lugar, com planos e exercícios super-personalizados. Sua tecnologia de IA permite que o aplicativo aprenda com seus 40 milhões de usuários e seus feedbacks individuais, para atender a todos de forma personalizada. Assim, são desenvolvidas Training Journeys inteligentes e projetadas de forma exclusiva para cada usuário, até o último exercício.

Para mais informações sobre o Freeletics, acesse www.freeletics.com. Para baixar gratuitamente o aplicativo Freeletics, visite a App Store ou a Google Play Store. Para ganhar uma assinatura e testar o aplicativo, por favor, entre em contato.

Equipe Motim  –  Fernanda Maranha

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Estadual

Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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