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5 dicas para escolher o buffet perfeito para a sala de jantar

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5 dicas para escolher o buffet perfeito para a sala de jantar
Redação EdiCase

5 dicas para escolher o buffet perfeito para a sala de jantar

Para fazer o planejamento de um ambiente é fundamental ter clareza sobre a finalidade de cada peça e escolher móveis que atendam às necessidades do espaço e dos moradores. E, na sala de jantar, a história não é diferente. O buffet, por exemplo, é um item que ajuda a organizar o espaço e dá um charme especial à decoração.

Para que serve o buffet?

Normalmente, ele tem um formato comprido e retangular. Serve para guardar louças, travessas, jogos americanos, faqueiros, taças e demais artigos que podem ser usados durante as refeições e recepções. O buffet é considerado um móvel ‘coringa’ na composição dos espaços. Em livings muito amplos ou integrados com a sala de jantar, ele delimita os ambientes e esconde as costas do sofá.

Ele também pode compor a decoração de salas de televisão e escritórios, servindo como apoio para aparelhos eletrônicos. Pode estar presente, ainda, no espaço gourmet da varanda ou integrando o paisagismo. “É interessante contar com a flexibilidade que a peça nos oferece para estar em outros ambientes”, aponta a arquiteta Giselle Macedo.

Escolhendo o buffet ideal

A seguir, a arquiteta Giselle Macedo e a designer de interiores Patrícia Covolo dão dicas de como compor o buffet na decoração do ambiente. Confira!

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1. Tamanho do móvel

Patrícia Covolo recomenda primeiro fazer uma lista com os itens que deseja colocar no móvel . “Apenas com essa visão é que podemos determinar as dimensões como a largura da peça, altura das prateleiras e estabelecer a quantidade de gavetas”, afirma.

No dia a dia, fica muito mais fácil organizar e acessar os itens guardados no móvel, além de facilitar a limpeza. As gavetas, os nichos, as divisórias e as portas do buffet ajudam a diminuir o acúmulo de pó. Outro detalhe tão importante é saber quais as medidas dos objetos que serão guardados no móvel.

2. Peças personalizadas

O buffet ideal é aquele que comporta o conteúdo com conforto e segurança. Patricia e Giselle explicam que as taças com diferenças de altura ocupam mais espaço. Segundo elas, o ideal seria considerar uma peça de marcenaria personalizada.

3. Tire as medidas do espaço

Só depois de bater o martelo sobre a localização do móvel é que o projeto de decoração passa a considerar as medidas. Essa definição vem acompanhada também do requisito circulação – o buffet não pode ‘travar’, tampouco atrapalhar a passagem quando portas e gavetas forem abertas.

4. Separe sempre uma gaveta para faqueiros

O buffet pode ser o mobiliário ideal para guardar aquele conjunto especial de talheres. Por isso, separe uma gaveta para os faqueiros. Giselle Macedo sugere a execução sob medida e em veludo, pois além da elegância, contribui para a conservação.

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5. Escolha um buffet que combine com a decoração

O buffet pode ser muito útil para o dia a dia e organização da casa, além de fazer parte da decoração. Assim, a aparência dele não pode ser deixada de lado. Mesmo que hoje em dia a mistura de estilos na decoração seja uma realidade e torne o ambiente moderno, é preciso ter cuidado com exageros .

“O móvel precisa combinar com a mesa de jantar, mas não necessariamente precisa ter a mesma cor ou acabamento. A criatividade é uma dádiva e deve ser utilizada. Porém, todo ambiente precisa ser harmonioso para os olhos. Ele pode ser o destaque em uma sala de jantar, mesmo com tons neutros”, reforçam a arquiteta e a designer de interiores.

Manutenção e preservação

Levando em consideração a flexibilidade de uso do buffet, é importante considerar o material da sua composição, seguir recomendações de limpeza específicas e não sobrecarregar o móvel. “Não colocar muito peso nas prateleiras é uma das formas de garantir um bom uso e uma longa vida aos buffets. Também nos preocupamos em proteger o tampo para que o contato com pratos quentes e frios não danifique a madeira”, conclui Giselle.

Por Beatriz Russo

Fonte: Mulher

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Violência contra a mulher: 21 Dias de Ativismo não são suficientes

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21 Dias de Ativismo não são suficientes para um país que estupra mulheres e crianças a cada oito minutos
Reprodução/Adobe Stock

21 Dias de Ativismo não são suficientes para um país que estupra mulheres e crianças a cada oito minutos

Até o final desse texto, ao menos uma menina ou mulher terá sido estuprada no Brasil. Isso não é sensacionalismo, mas sim, estatística. E das mais alarmantes. Só no primeiro semestre de 2023, foram 34 mil casos registrados de estupro, o que representa um aumento de 15% em comparação com o mesmo período de 2022. E hoje, até o final do dia, aproximadamente quatro mulheres serão mortas em casos de feminicídio — o maior índice desde 2019.

Os dados são do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e reforçam o inegável: o Brasil tem questões estruturais de ódio às mulheres e às meninas. Misoginia e estruturas machistas permeiam historicamente a nossa formação como país e perpetuam cada vez mais rápido em tempos de hiperconexão, exposição digital acelerada e sentimento de impunidade. A situação se agrava quando falamos das pessoas mais vulneráveis. Mulheres negras representam cerca de 62% dos feminicídios, enquanto as crianças são estupradas principalmente dentro de casa, muitas vezes por seus familiares.

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É por tudo isso que iniciativas como os 21 dias de Ativismo são mais que necessárias para conscientizar, mobilizar e, potencialmente, combater todos os tipos de agressões que mulheres e meninas sofrem hora após hora, minuto a minuto. A campanha, que globalmente se chama 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, começou em 1991 com o Instituto de Liderança Global das Mulheres. Atualmente, cerca de 150 países aderem ao movimento com ações nas ruas e nas redes. Por aqui, iniciamos as mobilizações no dia 20 de novembro, como homenagem ao Dia da Consciência Negra, e seguimos até 10 de dezembro, que marca o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

Nós, da Think Olga, somamos aos 21 Dias de Ativismo trazendo mensagens, relatos e ferramentas que podem apoiar as mulheres, o Estado, o setor privado e a sociedade como um todo. Recentemente, por exemplo, mostramos como o medo da violência afeta outras esferas da vida das mulheres.

Em nosso Lab Think Olga Esgotadas, o medo constante de sofrer violência é citado por uma em cada seis entrevistadas como fator de impacto em sua saúde mental. Também trabalhamos com cartilhas de combate ao assédio e à violência e damos visibilidade a espaços de acolhimento e denúncia.

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Infelizmente, toda mulher já sofreu, teme sofrer ou conhece alguma outra que já sofreu violência. Andar na rua sozinha de dia e de noite, cortar laços com um parceiro abusivo, ser assediada no transporte público ou ao caminhar em qualquer lugar, não poder deixar sua criança próxima de uma figura masculina… Essas são as realidades que já não podemos tolerar. Esse é o compromisso de mudança que precisamos assumir todos os dias, ativa e profundamente. Porque é sobre mudar uma sociedade cheia de ódio em relação às mulheres. É sobre fortalecer mulheres cheias de traumas. É sobre a vida e a sobrevivência. É sobre vivermos.

Fonte: Mulher

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Bubble hair:Jackeline Alecrim explica os riscos e os danos para cabelo

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Bubble hair: Quais são os riscos e os danos para o cabelo?
Reprodução/BellaHairCosméticos

Bubble hair: Quais são os riscos e os danos para o cabelo?


Geralmente, usa-se muitas ferramentas para manter o cabelo em ordem, principalmente equipamentos que emitem calor, como secador, chapinha e babyliss. Porém, quando não se é usado um protetor térmico, as madeixas ficam expostas a altas temperaturas durante o uso desses equipamentos, surgindo assim o efeito do “bubble hair”, que acaba formando bolhas de ar que ficam no cabelo por danos térmicos.

Para isso, a cientista e especialista em cabelos, Jackeline Alecrim explica que as fibras capilares contém espaços cheios de ar, chamados vacúolos, e quando as madeixas são lavadas e ficam molhadas e esses espaços acabam sendo preenchidos pela água. “Se secarmos os fios encharcados e sem proteção térmica, isso faz com que a água vaporize e expanda esses vacúolos, formando bolhas de ar dentro dos fios. Dessa forma, os cabelos acabam se tornando mais frágeis, favorecendo a quebra capilar, deixando as madeixas mais ásperas e ressecadas. Ademais, a longo prazo, a saúde do cabelo vai sofrer com muita intensidade.”, explica Jackeline.

Além disso, de acordo com a cientista, nenhum tipo de cabelo escapa dos danos causados pelo calor, e para diminuir o efeito, basta usar protetores térmicos. “Cabelos danificados, quebradiços, com frizz, sem brilho e sem maciez podem ter sido agredidos pelo ‘bubble hair’ sem a pessoa nem ter noção disso”, afirma.

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Segundo Jackeline, se o ‘bubble hair’ se forma no fio, não há tratamento. Ou seja, ele é irreversível. Dessa forma, as madeixas irão quebrar sempre que as bolhas se formarem. “Através de uma avaliação capilar, identificamos essa disfunção e elaboramos um cronograma de mudança de hábitos de cuidados capilares que podem ajudar”, aponta.

Porém, a ciência aponta que existem formas eficazes de previnir o efeito. “Quando for usar secador, por exemplo, mantenha-o a uma distância razoável do couro cabeludo e dos fios com uma temperatura não tão elevada. Ainda é essencial investir em protetores térmicos, pois eles formam uma barreira ao redor do fio, permitindo uma secagem externa e protegendo a estrutura interna dos fios”, destaca a especialista.

Fonte: Mulher

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