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5 dicas para escolher o pendente para a sala de estar

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5 dicas para escolher o pendente para a sala de estar
Redação EdiCase

5 dicas para escolher o pendente para a sala de estar

Arquitetas explicam o que considerar na hora de optar pelo modelo para compor o décor do ambiente

Por Glaucia Ferreira

Seja por sua beleza, seja pela funcionalidade, os lustres e pendentes são sempre necessários quando falamos de salas de jantar, contribuindo para um momento agradável ao redor da mesa. Para fazer a escolha ideal, porém, alguns cuidados devem ser tomados.  

“Nesse universo da iluminação, devemos prestar atenção tanto em seu formato como em seu posicionamento sobre a mesa”, destacam as arquitetas Eduarda Negretti e Nathalia Lena, à frente do escritório Lene Arquitetos. Para ajudar, a dupla reuniu cinco dicas sobre o tema. Confira!

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Diferença entre lustre e pendente

Segundo as arquitetas Eduarda Negretti e Nathalia Lena, entender a diferença entre um lustre e um pendente é essencial antes de eleger o modelo preferido para o projeto. Via de regra, lustres são peças maiores e compostas por vários braços, ou ramificações, contando com mais de uma lâmpada. Por isso, podem servir como a iluminação principal de um ambiente, ficando sempre suspensos no teto.

Apesar de poderem ser encontrados em muitos materiais, o mais comum é vê-los em peças de cristal, vidro ou metal, com bastante volume e detalhes. “Lustres são escolhas perfeitas para projetos amplos ou clássicos”, opinam. Os pendentes, por sua vez, são opções de porte menor. 

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“Versáteis, com muitos formatos e materiais, são luminárias decorativas sem ramificação, que descem do teto através de fios ou cabos, permitindo uma bela composição com diferentes alturas”, destacam as profissionais. Assim, eles são a pedida para salas de jantar menores ou mais contemporâneas.

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Tamanho e formato do pendente

Apesar do gosto do morador fazer a diferença quando o assunto é formato e tamanho de um pendente, é importante sempre levar em conta o tamanho do ambiente e, especialmente, da mesa de jantar. “Indicamos sempre optar por uma peça que tenha 1/3 da medida do tampo da mesa”, explicam Eduarda Negretti e Nathalia Lena. Ou seja, uma mesa quadrada de 1,20 m deveria receber um pendente com cerca de 40 cm.

Quando o assunto é o formato, o modelo da mesa também influencia diretamente. “Mesas retangulares ou ovais, por serem mais alongadas, se beneficiam de pendentes retilíneos ou, ainda, de uma composição feita com mais de um pendente, garantindo mais área iluminada”, dizem. Para apartamentos menores, a dupla indica ainda modelos slim, garantindo harmonia e proporção com o restante do mobiliário.

Escolha do material

Um pendente sobre a mesa de jantar propicia uma iluminação de destaque, trazendo mais conforto durante as refeições. Por isso, as profissionais indicam uma luz focada, conquistada por meio de pendentes de materiais que não permitam a passagem de luz, como o metal, e que tenham sua parte superior fechada. “Assim, toda a luz do pendente incide para o tampo da mesa”, afirmam.

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Para quem deseja um foco ampliado, porém, pendentes de vidro ou tecido deixam a luz difusa, garantindo esse efeito. “Nesse caso, trabalhamos com a transparência”, explicam. “Além do efeito de iluminação desejado, é importante levar em conta o estilo do projeto e gosto do morador, optando por uma peça que converse com todo o apartamento”, complementam.

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Disposição dos pendentes

Falando um pouco de instalação, as arquitetas Eduarda Negretti e Nathalia Lena indicam utilizar o pendente centralizado com a mesa, especialmente para mesas quadradas e redondas. “Mesas alongadas costumeiramente recebem mais de um pendente e, para instalá-los, nos baseamos sempre no centro do tampo da mesa”, explicam. Em relação à altura, a dupla traz uma regra: opte sempre por deixá-lo a uma distância de 80 ou 90 cm do tampo.

Cuidado com a integração

Por fim, as profissionais do Lene Arquitetos pedem um cuidado especial com projetos integrados. “Salas de jantar que se conectam com o estar ou, até mesmo, com a cozinha devem sempre levar em consideração a decoração dos ambientes como um todo”, afirmam. Assim, os pendentes devem ou conversar com os outros itens de iluminação, ou criar um contraste proposital. “No caso do contraste, deve-se levar em conta que o pendente se tornará um item de destaque”, alertam.

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Fonte: IG Mulher

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Como sugerir o sexo a três para o cônjuge e como começar a praticar

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Conversa franca e consentimento são chaves fundamentais para a prática do sexo a três
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Conversa franca e consentimento são chaves fundamentais para a prática do sexo a três

O cantor Naldo Benny e a dançarina Ellen Cardoso, a Moranguinho, contaram que gostam de fazer sexo a três , para apimentar o casamento. A informação foi confirmada pelos artistas na última quinta-feira (30) após uma mulher expor nas redes sociais que foi chamada para transar com o casal, mas que não aceitou o convite.

Naldo e Moranguinho aproveitaram a polêmica para apontar que a prática é algo recorrente no relacionamento deles. “A gente gosta muito de namorar, temos nossa maneira de apimentar nossa relação, não houve infidelidade nenhuma, sacanagem nenhuma, a gente é parceiro pra caramba, a gente é muito fiel um ao outro, colados um no outro”, contou Naldo em seus stories.

“Tem gente que gosta de fumar maconha, tem gente que gosta de ficar doidão e a gente gosta de sexo. E isso não tem problema nenhum e não prejudica ninguém”, finalizou Moranguinho.

A psicóloga especializada em sexualidade Caroline Freitas, da paltaforma Sexo Sem Dúvida, aponta que o sexo a três é um dos fetiches que mais causa curiosidade em pessoas que querem expressar novos prazeres sexuais. Por ser uma prática que envolve uma terceira pessoa, alguns casais podem ficar receosos no momento de propor a experiência para o cônjuge.

Freitas aponta que ter desejo de fazer sexo a três não quer dizer que uma pessoa não está mais interessada no par ou que tem vontade de trair. “Não tem nada a ver. É sobre ter uma nova vivência sexual e sentir novas formas de prazer, tanto que a pessoa quer trazer a parceira para oferecer uma prática diferente para esse relacionamento. Esse cônjuge faz parte da fantasia”, explica a especialista.

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Como abordar o sexo a três com o par?

O primeiro passo é a conversa, o que pode parecer difícil no caso de casais que não têm o costume de conversar sobre sexo ou falar sobre as próprias fantasias. A psicóloga salienta que esse primeiro contato com o tema não deve ser feito fora da cena sexual, mas em um cenário mais confortável no dia a dia para sondar a opinião do outro.

“Temos muitas situações cotidianas em que dá para conversar sobre isso, desde notícias até filmes e seriados, em que pode surgir a possibilida de um comentário ou uma pergunta sobre o que a pessoa acha da ideia. É bom fazer essa pergunta com um contexto geral antes de perguntar se é uma prática que pode ser trazida ao casao ou não”, indica Freitas.

Com isso feito, vale prestar atenção nos sinais. Se for uma possibilidade, essa pessoa vai se empolgar e estender a conversa. Se não, é possível que a pessoa já corte o assunto e sinalize que não quer mais falar sobre isso.

Benefícios do sexo a três para o casal

No senso comum, é muito pensado que o ménage à trois pode dividir os casais e gerar um afastamento. No entanto, o efeito contrário também pode acontecer, como é o caso do próprio Naldo e de Moranguinho.

Para isso, no entanto, Freitas ressalta que a prática deve ser consensual e de desejo de ambas as partes. “Se for uma prática consensual, que ninguém ali faz só para agradar, dá de presente ou porque quer resolver um problema conjugal, há um aumento do prazer por se experimentar sensações diferentes. Há um aumento da intimidade e cumplicidade desse casal”.

Como escolher a terceira pessoa para participar da prática?

Freitas explica que existem casais que preferem convidar pessoas conhecidas ou do convívio próximo, enquanto outros buscam por pessoas completamente desconhecidas. Cabe ao casal conversar sobre qual perfil preferem escolher. O caso da pessoa desconhecida é mais buscado para quem quer discrição ou não quer ter convívio com a pessoa que participou da prática.

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Cabe também pensar, por exemplo, sobre o gênero dessa terceira pessoa que vai participar; afinal, essa escolha também pode ditar qual será a configuração do encontro e quais tipos de sensações poderão ser providas. Por exemplo: uma relação feita com duas pessoas com pênis e uma com vágina pode propiciar a dupla penetração. Tudo deve ser conversado para entender o perfil da pessoa que será convidada para transar com o casal.

Como o casal pode se preparar para o sexo a três?

Freitas aponta que a conversa franca e aberta sobre o desejo de experimentar o sexo a três é o primeiro passo. Além disso, é importante sempre discutir como as pessoas envolvidas vão realizar a prevenção com base nas práticas que vão acontecer.

Os limites também são um ponto importante a serem abordados. “É preciso que o casal saiba o limite individual e pensar em situações que podem causar desconforto. Se o casal quiser parar por alguma razão, vale combinar uma sinalização”, indica a psicóloga.

Pensar nos estímulos novos que o casal quer experimentar também é um norte para tornar a prática confortável e prazerosa: “Deve-se conversar sobre as fantasias e como cada pessoa terá envolvimento para que não haja uma triangulação que deixe alguém de fora – a não ser que esse de fora não queria participar fisicamente e só queira assistir, no caso do fetiche do voyeurismo”.

Freitas reforça a importância de trabalhar o emocional de ambas as partes. O sexo a três deve ser realizado apenas se todas as pessoas se sentem confortáveis com a ideia, e não para agradar a oura pessoa ou resolver um problema da relação. “Essa exploração de prazeres pensada antes vai trazer mais vontade de se soltar e se entregar de forma responsável”, pontua.

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Fonte: IG Mulher

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Os modelos de botas tendência da temporada inverno 2022

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Ícone absoluto da temporada mais fria do ano, as botas figuram entre os itens indispensáveis do closet feminino: além de serem ultra poderosas, a imensa diversidade de modelos e estilos conferem ao calçado o título de versátil e atemporal.

Para te inspirar a conquistar um visual cheio de estilo e personalidade, selecionei 3 opções de botas que caíram no gosto das fashionistas e prometem causar muito frisson no street style brasileiro, veja só!

Bota cowboy ou texana

O estilo western deu as caras lá em 2018, e muitos hits entraram para nossa lista de queridinhos, e a bota cowboy – ou country –  provou que a estética folk pode atualizar o nível de qualquer visual. 

A proposta nesta temporada é aliar o clima campestre das botas, combinando com peças urbanas, casuais e utilitárias, como a queridinha calça cargo, blazer oversized e jeans.

Bota Chelsea Tratorada

O modelo tradicional e ‘mais simples’ – que dominou a década de 60 – ganha destaque no inverno 2022 com variações de tirar o fôlego. A estética robusta e chunky transformou os solados e saltos da bota chelsea , trazendo mais imponência para o calçado e atualizando os look invernais.

Por acrescentar uma nuance mais dramática nas produções, inserir peças robustas e oversizeds são ótimas opções para conquistar um visual moderno e atual.

Bota com Salto Plataforma

Depois do sucesso absoluto causado pelo sapato Versace Medusa Aevita, o salto plataforma desponta como uma forte tendência, conquistando as botas e prometendo que o modelo vai reinar por mais algumas temporadas.

Em versões que aparecem desde cores vibrantes – como o rosa que a Valentino apresentou no desfile Outono/ Inverno 2023 –  até as mais dramáticas exibidas pela Versace, uma coisa é certa: ela será a protagonista do look!

Sem sombra de dúvidas as botas são indispensáveis no inverno. Gostou da matéria? Deixe nos comentários qual dos modelos de bota será a sua escolha!


Fonte: IG Mulher

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