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5 peças coringas que não podem faltar em qualquer guarda-roupa

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Peças coringa duram anos e ultrapassam tendências sazonais
Foto: Unsplash

Peças coringa duram anos e ultrapassam tendências sazonais

Você já abriu o guarda-roupa e não encontrou nenhuma peça para usar? Enjoar de todas as roupas do armário e não saber o que vestir é uma situação comum na vida de muitas pessoas.

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Uma opção para evitar o desânimo na hora de se vestir é apostar em modelos mais atemporais na hora da compra. Diferente das peças de tendência, que mudam ao longo dos anos, a peça coringa é aquela roupa ou acessório indispensável no guarda-roupa.

Para a consultora criativa Mariana Lima, ter roupas que estão sempre em alta pode facilitar a rotina. “Num mundo tão corrido como o nosso, as peças coringas trazem aquela praticidade de você ter sempre uma peça para estar bem vestida”.

“Conforme você customiza e estiliza essa peça, ela pode servir para diversas propostas, ou seja, ela também traz economia. Além disso, com elas, você não erra”, afirma a especialista.

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Além da garantia de looks de qualidade, as peças coringas também são valorizadas pela durabilidade. Ao invés de comprar tendências que sairão de moda em alguns meses, roupas atemporais podem durar a vida toda.

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“Quando a gente fala de moda atemporal, a gente fala de se vestir bem em todas décadas. Essa moda é composta por diversas peças clássicas e essenciais e nunca vão aparentar velhice ou estar fora de moda”. Saiba quais dessas peças precisam estar no seu guarda-roupa.

Camisa branca

Seja na rua, numa festa ou no trabalho, camisa branca é sempre uma opção
Foto: Freepik

Seja na rua, numa festa ou no trabalho, camisa branca é sempre uma opção

De todas as roupas, a camisa branca é a mais clássica. Desde os looks sociais aos despojados, é impossível não ficar bonita e estilosa. “A camisa branca é uma peça de um vestuário masculino que foi trazida para o feminino tão bem que empodera muitas mulheres”, declara Mariana.

Blazer

Se existe uma peça que exala elegância é o blazer. De looks mais sérios até os mais coloridos, o blazer traz harmonia para qualquer look. Peça que aquece em noites frias, essa roupa pode te acompanhar em qualquer situação.

Jaqueta jeans


Confortável e estilosa, jaqueta jeans é peça essencial
Foto: Unsplash

Confortável e estilosa, jaqueta jeans é peça essencial

Seja num dia frio ou numa combinação com um vestido preto, a jaqueta jeans é a adição perfeita. “A jaqueta consegue misturar uma pegada mais street com um vestido mais arrumado. O fato dela circular entre as estações é o principal para a gente chamar a jaqueta jeans de uma peça coringa”, diz Mariana.

Vestido preto

Vestido preto ultrapassa gerações
Foto: Freepik

Vestido preto ultrapassa gerações

Um bom vestido preto pode ser a peça que falta no seu guarda roupa. “Se você está indecisa sobre o que vestir e qual o tipo de traje é adequado para um evento, eu sempre digo que existe um salvador da pátria: o vestido preto”, declara a consultora. 

Calça jeans 

jeans
Foto: Unsplash

Jeans é a peça clássica para qualquer guarda-roupa

Eterna, atemporal e icônica. A calça jeans é essencial para qualquer um que deseja montar looks diferentes. Seja ela skinny, jogger, reta, flare, wide leg ou até pantalona, as calças jeans são indispensáveis.

Fonte: IG Mulher

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Rômulo Arantes Neto posa com apenas uma toalha preta

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Mario Testino  fez o ensaio com Rômulo Arantes Neto
Reprodução/Instagram

Mario Testino fez o ensaio com Rômulo Arantes Neto

Conhecido por sua ousadia, o fotógrafo peruano Mario Testino, já fotografou inúmeras celebridades, como a Madonna e a Lady Di. Entre os seus ensaios mais famosos com artistas brasileiros, fotos posadas nuas com apenas algumas toalhas têm se tornado as favoritas do fotógrafo, já tendo posado para ele nomes como Bruna Marquezine e Cauã Reymond. 

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Recentemente, o mais novo famoso que adentrou à seleta lista de modelos do fotógrafo foi o ator Rômulo Arantes Neto, que teve a sua foto divulgada no domingo (07), aparecendo apenas de óculos escuros e com uma pequena toalha preta cobrindo as partes íntimas. 

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“BLACK TOWEL, ROMULO ARANTES, 2022”, escreveu Mario Testino  na legenda da publicação. 

Além de Rômulo, a topmodel Isabeli Fontana também posou para Testino, em uma foto ousada a beira da piscina com uma toalha preta no ombro que corre por seu corpo.


Fonte: IG Mulher

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Agosto lilás: Violência patrimonial restringe independência feminina

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No Brasil, milhões de mulheres sofrem com a violência patrimonial todos os dias
Foto: Unsplash

No Brasil, milhões de mulheres sofrem com a violência patrimonial todos os dias

Em celebração aos 16 anos da Lei Maria da Penha, o mês de agosto é conhecido como o mês da luta contra a violência doméstica. A lei, que foi criada em 7 de agosto de 2006, estabelece 46 artigos que buscam proteger a integridade física e psicológica da mulher. 

Entre as formas de violência doméstica descritas na legislação federal, uma das menos conhecidas e debatidas pelos brasileiros é a violência patrimonial.

O artigo 7 da Lei Maria da Penha define a violência patrimonial como “qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades”.

Na maioria dos casos, as vítimas são mulheres que não têm fonte fixa de renda e dependem de parceiros para sobreviver. “Diversos motivos podem prender uma mulher nessa armadilha, como a dependência financeira e o medo de prejudicar os filhos. Porém, a questão emocional tende a pesar mais’’, afirma Lana Castelões, advogada de família da Albuquerque Advogados.

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De acordo com a especialista, esse tipo de violência ainda é pouco denunciada no país. “A violência patrimonial é comum, porém subnotificada, tendo em vista que, na maioria dos casos, as vítimas desconhecem a possibilidade de registrar a ocorrência’’.

Para a advogada, as vítimas não têm conhecimento das medidas legais que podem guiar a situação. Desde 2015, a falta de pagamento de pensão também se enquadra na lei. “Muitas pessoas não sabem que esse crime se encaixa quando um responsável legal, que tem recursos financeiros, deixar de pagar pensão alimentícia para a mulher’’.

Desigualdade

A desigualdade de gênero é um fator predominante nesse crime. As demandas de casa e o cuidado com os filhos geralmente restringem as mulheres na posição de ‘dona de casa’. Sem a chance de trabalharem ou conquistarem a independência financeira, essas vítimas passam a depender financeiramente e emocionalmente dos parceiros.

A pesquisadora Clara Fagundes reflete que, nos últimos anos, as mulheres ganharam mais espaço no mercado, mas ainda não existe liberdade para o gênero. ‘’Mulheres ainda são impedidas de buscar a independência financeira, seja por regras religiosas ou políticas que prejudicam a ascensão materna no mercado, seja por relações familiares abusivas ou crenças machistas’’.

A profissional afirma que a falta de representatividade, a dissociação do feminino à ideia de liderança, a priorização do amor romântico, a sobrecarga feminina com os trabalhos domésticos e a ideia sexista de que existem trabalhos de homem e de mulher são os principais fatores que afastam as mulheres dessa liberdade.

Mulheres não conseguem se libertar da violência patriarcal por diversos fatores
Foto: Fundação CEPERJ

Mulheres não conseguem se libertar da violência patriarcal por diversos fatores

“A cultura patriarcal também impacta as mulheres de forma individual. A falta de confiança é um obstáculo para muitas na busca pela sua independência. Esse fenômeno pode ser chamado de “síndrome da impostora” e leva mulheres a questionarem sua capacidade todos os dias, em casa ou no trabalho’’.

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Para Fagundes, a falta de oportunidades no mercado pressiona mulheres a continuarem em relações abusivas e degradantes. “Mulheres com poder de decisão sobre a própria vida costumam ser também independentes financeiramente’’, declara.


Por mais que não existam dados nacionais sobre a violência patrimonial, o Dossiê da Mulher, produzido no Rio de Janeiro, conseguiu datificar as problemáticas em torno desse crime. De acordo com a análise, que é realizada anualmente no estado carioca, 79,3% dos casos dessa violência foram praticados dentro de casa.

Furto de documentos é uma forma de violência patrimonial que tenta apagar a liberdade e identidade de mulheres
Foto: André Leonardo

Furto de documentos é uma forma de violência patrimonial que tenta apagar a liberdade e identidade de mulheres

Entre os tipos de crime, 50,4% foram de dano, 41,8% foram violação de domicílio e 8,8% foram de roubo de documentos.

Uma das mulheres que tiveram de lidar com a violência patrimonial foi a vendedora C.I*. O crime aconteceu sem que ela percebesse: ‘’Eu tinha um relacionamento há 6 anos e era casada há 3 anos. Um dia, eu saí para trabalhar e, quando retornei, ele tinha vendido todas as minhas coisas’’, diz. “Ele sumiu com tudo, só estavam minhas roupas por lá’’.

O parceiro, na época, chegou a deixar os filhos de C.I* passarem fome. Depois dessa situação, ela percebeu que precisava terminar a relação. ‘’Foi aí que eu dei um basta em tudo’’.

Para a matriarca, é necessário muita força e coragem para conseguir ser independente. ‘’Seja forte e corajosa para dar um basta. Pode parecer o fim, pode parecer que nada mais tem faz sentido e que a dor nunca vai passar. Com o tempo, eu juro que a dor vai embora’’, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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