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Cultura

5 plantas para melhorar a energia do lar

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Veja como escolher as folhagens certas por meio da Fitoenergética para ter um ambiente com harmonia e equilíbrio

Elas servem para perfumar, embelezar e até mesmo para alimentar. Mas o que a maioria das pessoas não sabem é que as plantas são úteis também para equilibrar os ambientes da casa e do quintal. A energia vital das plantas é um poderoso instrumento para promover o bem-estar. Escolher as folhagens certas para compor a decoração do lar é uma forma de aliar saúde com decoração.

Uma das formas mais conhecidas de promover essa harmonia é com a Fitoenergética. A professora, filósofa, escritora best-seller e pesquisadora da área, Patrícia Cândido, explica que isso é possível de uma maneira muito simples e prática. E os benefícios são muitos como restaurar o equilíbrio, controlar as emoções e elevar a consciência.

Vale lembrar que a Fitoenergética tem a validação do Ministério da Saúde e está relacionada como uma das Práticas Integrativas e Complementares do SUS. Ficou curioso? Veja abaixo cinco opções de plantas para se ter em casa e obter todos os benefícios:

  • Alecrim
    Acessa os registros akáshicos (relacionados a emoções passadas), libera traumas, medos e outros aspectos negativos registrados no Ser e que estão “adormecidos”. Gera vontade de mudar e conhecer o novo; incentiva a pessoa a ter sabedoria para viver e amar. Além de ser um ótimo tempero, ideal para estar sempre à mão na bancada da cozinha.
  • Ipê-roxo
    Ideal para ter no quintal de casa, em um bosque ou no jardim, repousar sobre ele e contemplar sua beleza. Por gerar sono ajuda a desacelerar a mente e aumenta a conexão e absorção de energia vital pelo corpo. Tem efeitos antiestresse, anti-insônia e calmante contra o nervosismo e a hiperatividade. É um poderoso relaxante indutor do sono e ajuda a conectar com esferas superiores. Para pessoas “calorentas”, gera uma sensação de resfriamento muito agradável no corpo.
  • Lavanda
    Uma forte tendência na decoração, principalmente dos quartos por trazer a sensação de suavidade, frescor e relaxamento. Incentiva a esperar a hora certa para dizer as coisas, gera paz interior e favorece a pessoa que precisa lidar com muitas coisas ao mesmo tempo – sem gerar estresse. Também ajuda a planejar bem o futuro e a criar visão estratégica da vida.
  • Arnica
    Pouco explorada em ambientes internos, mas uma boa opção para compor os jardins e ainda por cima ajuda a afastar os insetos. Com a Fitonergética ela é poderosa para desobstruir os canais energéticos, estimular a circulação sanguínea e a imunidade física. Ótima cicatrizante, reduz o tempo de recuperação física em casos de pós-cirurgia.
  • Jasmim
    Com um aroma bastante persistente, o Jasmim é muito eficaz em casos de ansiedade e insônia. Uma planta que pode estar dentro ou fora de casa. Nos estudos da Fitoenergética constatou-se que ela purifica e desintoxica o organismo. É um vegetal indicado para quem quer a perfeição. Atua contra vícios como cigarro, álcool, drogas e jogos.
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FICHA TÉCNICA
Título
: Fitoenergética – Edição Comemorativa de 15 anos
Subtítulo: A energia das plantas no equilíbrio da alma
Autor: Bruno Gimenes
ISBN: 978-85-64463-63-9
Preço: R$ 99,90
Páginas: 400
Formato: 16x23cm
Link de vendahttps://bit.ly/fito_energetica

Sinopse do livro: Há 15 anos nascia a Fitoenergética, um sistema natural
de cura que ajuda os seres vivos a equilibrar suas emoções e pensamentos através da energia das plantas. De lá para cá, quantas curas e transformações em nossos leitores e alunos do curso de Fitoenergética e Magia com as Ervas. Em 2018, esse sistema de cura foi reconhecido pelo Ministério da Saúde como prática integrativa e complementar em saúde. Hoje celebramos a grandeza da Fitoenergética com sua flexibilidade e eficiência, motivando que nossos estudos jamais terminem.

Sobre a porta-voz: Patrícia Cândido é CEO da Instituição Luz da Serra e se orgulha muito de dizer que é cofundadora de uma empresa genuinamente espiritualista. Filósofa e pesquisadora na área da espiritualidade há quase 30 anos, a autora best-seller já publicou 15 obras. Dentre elas, três figuraram a lista de livros mais vendidos da Revista Veja diversas vezes: Poder Extrafísico, Grandes Mestre e Código da Alma. Como professora, possui mais de 46 mil alunos entre cursos on-line e presenciais na área de cura emocional, prosperidade, desenvolvimento pessoal e terapias naturais. E, como conferencista, ministrou mais de 2 mil palestras e workshops presenciais, somando um público superior a 50 mil pessoas.  Também é destaque no Canal Luz da Serra no YouTube, com mais de 1,51 milhão de inscritos e uma audiência de 117 milhões de visualizações, onde aborda assuntos de bem-estar e espiritualidade, mudando a vida de milhares de pessoas diariamente Os temas originais consagram o trabalho realizado por Patrícia pela capacidade de gerar intenso despertar de cura emocional, motivação, superação, transformação de hábitos, conquistas de metas, prosperidade e bem-estar. A especialista é reconhecida pela imprensa nacional, já tendo colaborado com revistas como a Negócios, a Exame, a Bons Fluidos e a Glamour. Além disso, participou de programas como o Super Poderosas, da Band, e o Revista da Cidade, da TV Gazeta. Também já teve artigos publicados no Estadão, no Catraca Livre e na Mundo Positivo.

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Patrícia Cândido é a embaixadora mundial da Fitoenergética e será a porta-voz oficial da Fitoenergética para entrevistas com a imprensa. Para agendar um horário com a pesquisadora favor entrar em contato com:

Genielli Rodrigues e Gabriela Cuerba

 

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Cultura

Primeira edição do Festival Floresta Dança ocorre em abril

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As inscrições estão abertas e podem ser realizadas no site do evento. Todas as atividades serão gratuitas

Dayanne Santana | Secel-MT

Entre os profissionais que conduzirão as oficinas: Bruna Lorrenzzetti (Dança Clássica na Metodologia Vaganova), Rafael Cerigato (Preparação Física para Bailarinos) e Vinícius Porto Trecha (Street Dance Infantil). – Foto por: Divulgação

De 22 a 25 de abril, acontece a primeira edição do Festival Floresta Dança – Alta Floresta em Movimento, um evento com caráter regional que oportunizará a vivência da dança por meio de oficinas, apresentações de espetáculos e performances, roda de conversa e mostra de dança competitiva e não-competitiva, com premiação aos melhores bailarinos e melhor coreografia.

O evento será realizado no município de Alta Floresta (830 km de Cuiabá) e conta com recursos via Edital Circuito de Mostras e Festivais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site https://florestadanca.com.br/. Todas as atividades do festival são gratuitas. Os organizadores ressaltam a importância de ler o regulamento do festival, dada a quantidade de informações e documentos necessários para cada atividade.

A coordenadora do festival, Cassiane Leite, fala da importância da realização do evento no extremo norte de Mato Grosso. “Realizar o primeiro festival de dança de Alta Floresta é uma grande oportunidade para toda a população, dançarinos e pessoas que tem interesse em conhecer mais sobre o mundo da dança”. Ela ressalta ainda que todos os cuidados para covid-19 estão sendo tomados para segurança dos participantes, formadores e demais envolvidos, considerando as orientações e protocolos de saúde.

Entre os dias 23 e 25 de abril, serão realizadas oficinas de dança clássica na metodologia Vaganova, dança contemporânea, jazz dance, stiletto heels class, street dance infantil, preparação física para bailarinos, e encontro do brincar. Será concedido certificado para os participantes que atingirem no mínimo 75% de frequência nas oficinas. O certificado será disponibilizado via e-mail em até 15 dias após conclusão da atividade. As inscrições ficam abertas enquanto houver vagas.

Nos dias 23, 24 a 25 de abril, às 19h30, serão as noites da Mostra de Dança, que está dividida em Competitiva e Palco Aberto. O primeiro é destinado a quem deseja apresentar seu trabalho de forma competitiva. Os melhores trabalhos inscritos e selecionados receberão troféus e prêmios em dinheiro. Já o palco aberto é o espaço de fomento à participação de quem não tem interesse em competir, mas deseja vivenciar a experiência de ter seu trabalho apresentado em um festival. As inscrições serão aceitas entre os dias 01 de março e 05 de abril, exclusivamente pelo endereço de e-mail: [email protected] As coreografias selecionadas serão anunciadas no site, no dia 12 de abril.

No dia 25 de abril, às 18h, será realizada uma roda de conversa, espaço voltado para debate, aprendizado e troca de experiências, dirigido a bailarinos e demais trabalhadores da cultura que tenham interesse em conhecer mais sobre as vivências e os processos produtivos. Para participar é preciso retirar o ingresso no site do festival.

Durante o Festival serão apresentadas duas obras inéditas, e ainda espetáculos de companhias de dança de Alta Floresta, Cuiabá e São Paulo. Em caso de dúvidas, os interessados podem encaminhar e-mail para [email protected]

Serviço

Festival Floresta Dança – Alta Floresta em Movimento

De 22 a 25 de abril de 2021

Inscrições e programação completa: https://florestadanca.com.br/

Informações: [email protected]

Fonte: Assessoria

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Cultura

Unemat traduz Declaração Universal dos Direitos Humanos para língua Xavante

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Lygia Lima | Assessoria Unemat

A Universidade do Estado de Mato Grosso acaba de lançar a tradução para a língua Xavante da Declaração Universal dos Direitos Humanos.  A obra foi publicada pela Editora Unemat em formato E-book e está disponível para download gratuitamente por meio do site da Unemat http://portal.unemat.br/?pg=site&i=editora&m=catalogo-de-obras-eletronicas-paginas&c=declara-o-universal-dos-direitos-humanos  

O livro é resultado do projeto “Tradução/versão documental em Xavante: Declaração Universal dos Direitos Humanos”, coordenado pelo professor da Unemat Wellington Pedrosa Quintino e os acadêmicos Tiago Tserewatawe Tsitedzé e Vinícius Sidiwê Supretaprã Xavante, que são vinculados a Faculdade Indígena Intercultural (Faindi), do Câmpus Universitário de Barra do Bugres.

O Projeto de Tradução/versão é uma das ações previstas pela Política de Línguas da Faculdade Intercultural, que consiste na versão, para as línguas indígenas, de textos legais que abordam direitos humanos, linguísticos, justiça e educação da humanidade, incluindo os direitos dos povos indígenas e assenta-se em três eixos: a consciência fonológica, a tradução de textos oficiais e a cooficialização das línguas indígenas faladas nos diferentes municípios de Mato Grosso.

A Unemat espera que por meio desta versão em Xavante da ‘Declaração Universal dos Direitos Humanos’, da Unesco, assim como sua tradução na maioria das línguas naturais, possa fortalecer, dar visibilidade e tirar do silenciamento os povos e as línguas indígenas faladas em Mato Grosso, em especial, os Xavante.

Na apresentação da obra, a diretora da Faindi, professora Mônica Cidele da Cruz, explica como se deu o trabalho de pesquisa e execução para que o texto da Unesco fosse traduzido para a língua Xavante. “Para a execução do projeto, pautamo-nos nos pressupostos da interculturalidade, articulada com os fundamentos de Paulo Freire da dialogicidade e da construção de uma pedagogia da comunicação. Do ponto de vista metodológico, esta produção foi realizada em três etapas, a saber: na primeira etapa, foram realizados encontros entre a equipe colaboradora (todos os alunos Xavante da Faindi) e o propositor do projeto, professor Wellington Quintino, na terra indígena Marãiwatsédé, quando ocorreu também a seleção dos colaboradores Xavante, por Terra Indígena, que se encontram em formação na Unemat, Tiago Tserewatawe e Vinicius Supretaprã; a segunda etapa aconteceu durante o período de estudos presenciais, momento em que os textos foram lidos em português, construindo-se paráfrases com a finalidade de produzir compreensões (da mesma forma ou de maneira aproximada) dos entendimentos do mundo/ palavra Xavante. Ainda, nesta etapa, ocorreram encontros nas Terras Indígenas/aldeias com os anciãos para discussões e reorganizações, trabalho que ficou sob a responsabilidade dos acadêmicos Xavante dos cursos de Pedagogia Intercultural e da Licenciatura Intercultural; a terceira etapa foi o momento em que se deu, propriamente, o resultado final da tradução/versão do texto oficial realizada em Cáceres com os colaboradores selecionados em Marãiwatsédé, Tiago e Vinicius, nossos principais consultores nativos”, explica.

Além de possibilitar que o povo Xavante tenha acesso a esse texto universal, o projeto “Tradução/versão documental em Xavante: Declaração Universal dos Direitos Humanos” articula-se com a Faculdade Indígena Intercultural, por produzir reflexões sobre os direitos humanos que também são fundamentais para os indígenas que fazem parte, principalmente, do contexto educacional do Estado de Mato Grosso, bem como, também subsidiar encaminhamentos dentro das aldeias no que se refere à educação intercultural, diferenciada e específica.

Fonte: Assessoria

 

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