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5G: como saber se a rede que aparece no meu celular é o 5G puro?

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5G chega hoje a São Paulo
Unsplash/Jenny Ueberberg

5G chega hoje a São Paulo

O 5G chegou nesta quinta-feira (4) a São Paulo , após ser lançado em outras quatro capitais brasileiras. Mas a chegada do 5G puro trouxe uma nova dúvida: como identificar a nova rede standalone (SA)? De acordo com empresas e especialistas, a principal dica é verificar a velocidade de conexão pelo celular. Hoje, há vários aplicativos disponíveis. O mais popular deles é o SpeedTest da OoKla.

Ao baixar o aplicativo, é possível aferir, entre outras coisas, a velocidade de download. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o 5G real promete velocidade superior a 1 gigabit por segundo, patamar até cem vezes maior que o 4G atual.

Na média, desde que chegou em Brasília, a velocidade média do 5G real (standalone) tem ficado, segundo as operadoras, entre 300 megabits e 400 megabits por segundo. A velocidade de 1 gigabit por segundo vem sendo constatada em “momentos de pico”.

É uma velocidade média bem maior que a do 5G DSS, cuja velocidade média, vem oscilando entre 40 megabits e 60 megabits por segundo, dizem as operadoras. Já o 4G atual tem velocidade entre 20 e 40 megabits por segundo.

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Ícones específicos

Leonardo Capdeville, vice-presidente de tecnologia da TIM, explicou que o cliente pode verificar a velocidade de conexão da internet móvel através de diversos aplicativos.

“A TIM foi a empresa que sempre defendeu a rede standalone no Brasil, pois é uma tecnologia que vai permitir desenvolver aplicações especiais com baixa latência e diferenciação de serviços como garantia de banda para aplicações específicas como games, realidade virtual e industrial”, explicou ele.

Além do 5G DSS (que usa as frequências 4G) e do 5G puro (standalone), as operadoras terão uma outra infraestrutura chamada NSA (non standalone). Nesse caso, o NSA utiliza antenas 5G e centrais de dados (core da rede) 4G. Segundo as operadoras, não há diferença na velocidade de internet 5G se a rede for SA ou NSA.

O que diferencia essas duas soluções é que o SA permite baixíssima latência e garante rede 100% confiável para aplicações críticas como telemedicina.

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O executivo disse ainda que os fabricantes dos smartphones podem no futuro criar ícones específicos que identifiquem em qual rede 5G o consumidor está navegando, como já foi feito com o 4G.

“Isso pode ser feito pelos fabricantes e vai ajudar o consumidor a identificar em qual rede está navegando através de ícones no visor”, disse Capdeville.

Especialistas lembram que a rede 5G standalone ainda está em desenvolvimento. Por isso, o cliente pode estar em uma rede 5G pura e de repente a rede pode migrar para o 5G DSS, 4G ou 3G.

De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações, o cronograma da instalação do 5G vai até 2029, quando as teles são obrigadas a levar a conexão para locais com população inferior a 30 mil habitantes.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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YouTube proíbe vídeos que neguem ou banalizem facada em Bolsonaro

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Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018
Reprodução/Twitter

Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018

O YouTube afirmou nesta quarta-feira (10) que alterou sua política de combate ao discurso de ódio, passando a proibir a publicação e circulação de vídeos que neguem ou banalizem a facada sofrida pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em Juiz de Fora (MG) em 2018.

“Nossa política de discurso de ódio proíbe conteúdo que negue, banalize ou minimize eventos históricos violentos, incluindo o esfaqueamento de Jair Bolsonaro. O discurso de ódio não é permitido no YouTube, e removeremos material sobre o esfaqueamento de Jair Bolsonaro que viole esta política se não fornecer contexto educacional, documental, científico ou artístico no vídeo ou áudio”, afirma a plataforma, em nota enviada ao portal iG.

Nesta quarta-feira, alguns vídeos enquadrados na política foram deletados pelo YouTube. Mas esta não foi a única regra alterada pela plataforma. Agora, também são proibidos vídeos que aleguem fraude nas eleições de 2014 – antes, a medida valia apenas para o pleito de 2018. Diante disso, a live de Bolsonaro com embaixadores publicada em 18 de julho foi deletada pelo YouTube  nesta quarta, já que nela o presidente afirmou que houve fraude nas eleições de 2014, informação que é falsa.

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A medida vem após o YouTube afirmar que não removeria o vídeo e em meio a um histórico de baixa moderação de conteúdo quando o assunto são os vídeos publicados no canal do presidente.  Reportagem do portal iG revelou que a plataforma demora em média nove meses para punir o canal de Bolsonaro e deletar vídeos nos quais ele desinforma.

A demora é um dos motivos pelos quais o canal de Bolsonaro segue no ar, já que a quantidade de vídeos excluídos poderia fazer com que ele fosse banido da plataforma.

A exclusão desta quarta-feira, por exemplo, não gera uma punição ao canal do presidente, já que o vídeo foi excluído com base em uma regra que ainda não existia quando a transmissão foi feita.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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YouTube volta atrás e deleta live de Bolsonaro com embaixadores

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Bolsonaro durante reunião com embaixadores
Reprodução – 19/07/2022

Bolsonaro durante reunião com embaixadores

O YouTube excluiu nesta quarta-feira (10) a live do presidente Jair Bolsonaro (PL) com embaixadores publicada em 18 de julho. Na reunião, Bolsonaro atacou as urnas eletrônicas e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) .

Na semana em que o encontro foi transmitido no YouTube,  a plataforma afirmou que não removeria o vídeo por entender que “não foram encontradas violações às políticas de comunidade” da plataforma. Agora, o Youtube atualizou suas regras, o que fez com que a live fosse banida.

“A política de integridade eleitoral do YouTube proíbe conteúdo com informações falsas sobre fraude generalizada, erros ou problemas técnicos que supostamente tenham alterado o resultado de eleições anteriores, após os resultados já terem sido oficialmente confirmados. Essa diretriz agora também se aplica às eleições presidenciais brasileiras de 2014, além do pleito de 2018”, diz o YouTube em nota enviada ao portal iG.

Antes, a política de integridade eleitoral se aplicava apenas às eleições de 2018 no Brasil, se ampliando agora para as de 2014. A regra ainda não cita as eleições presidenciais deste ano.

No encontro com embaixadores, Bolsonaro afirmou que, em 2014, houve uma fraude eleitoral que beneficiou a ex-presidente Dilma Rousseff e prejudicou o então candidato à Presidência da República Aécio Neves, informação que é falsa.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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