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6 Motivos e Soluções para as Olheiras

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Noites sem dormir, cigarro, bebida alcoólica, genética, excesso de exposição ao sol ou envelhecimento natural. Seja qual for o motivo, as olheiras dão uma aparência de cansaço, envelhecimento ou até mesmo de um estado de saúde debilitado.

Mas, a boa notícia é que hoje há diversas soluções para tratar as olheiras e amenizar a aparência. Com a ajuda da Dra. Tatiana Nahas, oftalmologista especializada em Cirurgia Plástica Ocular, elencamos as origens e as soluções para os diversos tipos de olheiras.

Confira:

1- Pele fina: a pele da pálpebra inferior é a pele mais fina do corpo. Por isso, a luz pode facilmente passar pela pele, dando destaque a cor mais arroxeada do músculo da pálpebra inferior.

Solução: Nesses casos, é possível tratar com laser, luz pulsada intensa e outros tratamentos que ajudem a estimular o colágeno nas camadas mais profundas da pele. Isso pode contribuir para melhorar a aparência dessas olheiras incômodas, camuflando a área com colágeno fresco.

2- Pigmentação: A exposição ao sol pode causar a formação de pigmentação adicional na pálpebra inferior, seja na forma de sardas, manchas marrons ou de uma descoloração bronzeada uniforme. Esse excesso de pigmentação enfatiza as olheiras em alguns e causa descoloração sob os olhos em outros.

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Solução: Protetor solar diariamente, específico para a região ocular e óculos de sol com lentes para raios solares. Mas, se o estrago já está feito, há tratamentos como microdermoabrasão, cremes clareadores tópicos contendo hidroquinona e até peelings químicos.

Esses tratamentos podem ajudar a reduzir significativamente a pigmentação superficial. Os tratamentos com luz pulsada também são muito eficazes na redução do aparecimento de olheiras e são, normalmente, recomendados para pacientes de pele clara, enquanto os pacientes com tons de pele mais escura também podem se beneficiar de outros tratamentos a laser não ablativos.

3- Pequenos vasos sanguíneos: A região periocular é cheia de veias minúsculas e pequenos vasos sanguíneos. Se a pele sob a área dos olhos for particularmente fina, então esses vasos azulados ou arroxeados acabam ressaltando mais a superfície, causando as olheiras.

Solução: Todos os tratamentos citados acima podem ajudar.

4- Depressão do Osso Orbital: Algumas pessoas, por causas genéticas, apresentam uma pequena depressão no osso da órbita do olho, perto do nariz. Isso causa uma sombra sob a pálpebra inferior que vai do canto do olho até o meio da pupila.

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Solução: Nesses casos, é possível considerar uma cirurgia de pálpebra inferior (blefaroplastia) e / ou preenchimento com ácido hialurônico.

5- Falta de gordura da pálpebra: Algumas pessoas não têm uma quantidade normal de gordura dentro da órbita ocular. Essa falta de gordura faz com que a pálpebra inferior “afunde” e crie sombras ou círculos escuros ao redor dos olhos.

Solução: Na falta da gordura, é preciso preencher esses espaços vazios para reduzir a sombra. Portanto, o preenchimento com ácido hialurônico pode ser uma ótima solução.

6- Envelhecimento: O processo natural do envelhecimento piora ou pode causar olheiras. Conforme a pálpebra envelhece, o tecido e a gordura podem começar a se projetar contra a pálpebra inferior, além do efeito da gravidade, ou seja, da tendência de a pele cair.

Solução: A blefaroplastia é a técnica mais permanente e eficaz para remover as olheiras causadas pelo envelhecimento.

Vale lembrar que o tratamento das olheiras envolve a ação conjunta de um dermatologista e de um especialista em cirurgia plástica ocular.

Fonte: Leda Sangiorgio  –  Assessoria de Imprensa

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Estadual

Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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