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7 dicas – uma para cada dia da semana – para  ajudar a controlar os lucros do seu negócio

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O setor de varejo tem uma grande influência na economia brasileira. Segundo pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), o impacto no PIB do país é de 65%, mesmo num  cenário de pandemia. Com a retomada dos comércios e o relaxamento da quarentena no Brasil, empreendedores estão buscando formas de recuperar os lucros e reduzir os danos causados pelo isolamento.

De acordo com Anderson Locatelli, diretor executivo da Troco Simples (https://trocosimples.com.br/) – startup que simplifica transações financeiras que envolvem dinheiro em espécie -, um dos maiores erros dos comerciantes é misturar as finanças pessoas com as contas da empresa. “Por falta de educação financeira, muitos empresários acabam perdendo o controle do seu negócio ao cometer um erros básicos. Neste período se planejar é importante, quem conseguiu sobreviver a crise está tentando recuperar o prejuízo, por isso monitorar as contas do comércio é essencial”, comenta. 

Para ajudar empreendedores, Locatelli separou 7 dicas – um para cada dia da semana – que podem ajudar na volta do lucro crescente nos negócios.

Defina metas

Definir metas de lucro e gastos auxilia na organização das finanças do negócio e evita futuros imprevistos relacionados ao assunto. Essas metas podem ser baseadas em tópicos como faturamento do mês, engajamento nas redes sociais e adesão de novos clientes. 

Seja econômico 

Por mais que pareça difícil, é possível economizar administrando um negócio. Prezar por fornecedores mais baratos e em treinamentos dos funcionários já empregados, por exemplo, podem ser boas saídas para manter a qualidade do serviço, pagando menos. 

Separe as despesas pessoais e da empresa

Um dos erros mais graves que podem ser cometidos é colocar na mesma conta bancária os investimentos pessoais e os relativos a uma empresa. Essa iniciativa pode gerar uma grande confusão na gestão de um negócio.

O melhor a ser feito é ter uma conta específica para verificar a entrada e a saída de recursos financeiros do negócio. 

Faça bom uso da tecnologia

A tecnologia é grande aliada do comércio, pois é possível adquirir soluções inovadoras que impulsionam a empresa e os lucros obtidos. Um exemplo é a Troco Simples que transforma a moeda comum em troco digital para facilitar a vida dos varejistas. A solução da startup possibilita a economia com transporte de valores e evita a quebra de caixa dos estabelecimentos por falta de moedas físicas.

Seja criativo em novas estratégias

Promoções criativas e inclusão de novos serviços ou produtos chamam a atenção e podem atrair mais clientes. A criatividade importa, pois muitos estabelecimentos estão aderindo a essa prática devido à pandemia. Boas ideias atraem bons clientes. 

Fique atento à datas especiais

Vale a pena explorar datas, tanto as comemorativas, quanto as lucrativas para o comércio, como Black Friday. Com a proximidade das festas de fim de ano, as pessoas tendem a procurar produtos para presentear entes queridos ou buscar serviços para auxiliar na rotina atribulada. Estar visível no mercado nesse período é extremamente importante para fortalecer a economia do negócio.

Explore as redes sociais

O bom uso das redes sociais traz benefícios ao negócio como um aumento da rede de network da empresa, além de atingir novos públicos interessados nos produtos comercializados, que ainda não conheciam a marca. Páginas no Facebook e Instagram alavancam a quantidade de possíveis clientes e, consequentemente, o número de vendas.

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Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Geral

Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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