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7 motivos para abandonar o app de relacionamento que você tem usado

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Perfis fakes, conversas e matches que não levam a lugar algum. Se você está solteiro, deve estar familiarizado com os desafios de encontrar alguém online. A boa notícia? O problema não é você, são os apps. Tá na hora de tentar algo novo.

A paquera está em alta
Divulgação

A paquera está em alta

Conheça o Inner Circle : um app de relacionamentos que te desafia a dar o seu melhor. A premissa ali é transformar o match em um encontro olho no olho o mais rápido possível — afinal, a mágica acontece fora das telas, né? Milhares de solteiros em SP já trocaram seus apps anteriores pelo Inner Circle, e aqui vão alguns motivos pelos quais você deveria fazer o mesmo:

1.Você está cansado do eterno swipe… E de encontrar os mesmos perfis

Você já deu match com todos os solteiros em um raio de 15km. Você sente uma estranha familiaridade com todo mundo que aparece na telinha e já se cansou das bios engraçadinhas. Tá na hora de dar um F5 nesse loop.

2.Você quer ir além dos lances puramente casuais

Entrar num app de relacionamentos deveria ser como entrar no seu bar favorito. O segredo é procurar pessoas que tenham tudo a ver com você.

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3. Você já não tem mais paciência para perfis fake

Hoje em dia está cada vez mais difícil ter certeza de que você está de fato conversando com alguém real, e não caindo em um catfish. E é aí que entra o Inner Circle . O app tem um time de pessoas reais verificando manualmente cada cadastro. Então pode relaxar que eles se preocupam por você!

4. Você nunca encontra um crush que dá liga

Inner Circle
Divulgação

Inner Circle

Cansado de engatar numa conversa só pra depois descobrir que vocês não têm nada em comum? A probabilidade de isso acontecer no  Inner Circle é quase nula – isso porque eles têm ferramentas pensadas para facilitar o match por afinidade. Os perfis são completos e trazem informações que mostram a singularidade de cada membro.

5. Você quer ter dates melhores

Um encontro de respeito nem sempre precisa ser em um bar. Às vezes pode ser num passeio de bicicleta ou numa festa incrível com outros solteiros. O  Inner Circle é conhecido por proporcionar experiências incríveis para transformar o match em algo real. Se inscreva se não quiser perder as próximas! 

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6. Você quer conhecer pessoas inesquecíveis

Claro que a atração física e a primeira impressão são atributos importantes na hora do match, mas todo mundo sabe que sustentar um crush exige muito mais que isso. Para funcionar de verdade, tem que rolar *aquela* identificação — e de um papo que vai além das suas séries e bares favoritos.

7. Você não tem medo de se jogar em um evento para solteiros

Eventualmente, apps de relacionamento convencionais podem te deixar meio pra baixo. Se você quer se arriscar em algo diferente, porque não tentar eventos para solteiros? Assim como tudo na vida, é só uma questão de se acostumar com a ideia. Diga adeus para encontros às cegas e olá para festas inesquecíveis, drinks em terraços e festivais. Parece bom? Então você precisa conhecer o Inner Circle .

Tá na hora de curtir uma vibe diferente
Divulgação/Inner Circle

Tá na hora de curtir uma vibe diferente

E aí, tá esperando o quê? Baixe o Inner Circle agora e conheça uma nova maneira de ter dates

Fonte: IG Mulher

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Laura Keller mostra como recuperou forma física pós-gravidez

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A atriz Laura Keller
Instagram/Reprodução

A atriz Laura Keller

A atriz Laura Keller mostrou nas redes sociais o antes e depois pelo qual o corpo dela passou depois de dar à luz Jorge Emanuel, 2, seu primeiro filho. Ela chegou a ganhar 23 kg e diz ter tido receio de não conseguir voltar à forma física de antes da gravidez.

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Em vídeo publicado no Instagram nesta sexta-feira (12), Laura fez um desabafo sobre as frases desmotivacionais que recebeu e postou momentos em que se exercita e tenta colocar uma peça de roupa que tinha antes da gestação.

“Na gravidez engordei 23kg. De 63kg para 86kg. Minhas roupas não entravam em mim, estava inchada e com retenção. Diziam que eu não ia conseguir, porque depois que tem filho, o corpo não volta. Realmente mudou, ser mãe me deixou melhor, mais maravilhosa, madura, segura, mulher”, escreveu.

Ela conta ainda que as mudanças do corpo não a desanimaram. “Um antes e depois com muito amor e satisfação. Amei cada momento do meu corpo na gestação e puerpério. Aproveitei cada fase, tive muito bom humor. Mas quando sabemos até onde podemos chegar, o foco vem e agimos para conquistar. Se ame muito sempre e corra atrás do que te faz bem e feliz”, escreveu Laura, que recebeu diversos comentários e elogios.

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Não consegue atingir o orgasmo? Você pode ter anorgasmia

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Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres
Foto: Reprodução/Freepik

Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres

O desfecho de uma relação sexual, para muitas pessoas, é quando se alcança o orgasmo. Dados do periódico médico “Journal of Sexual Medicine” revelam que o clímax feminino demora cerca de 13 minutos e 25 segundos para acontecer e, para os homens, o biólogo americano Alfred Kinsey constatou que o tempo médio até o ápice sexual era de 2 minutos.

Se, mesmo com estímulos, uma pessoa não consegue atingir o orgasmo, isso pode ser um sinal de um problema fisiológico. A falta de orgasmo, conhecida também por disfunção orgásmica ou anorgasmia, é uma disfunção sexual que impede, atrasa ou diminui o prazer no clímax.

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Anorgasmia

O Diário de Obstetrícia e Ginecologia estima que de 20% a 40% das mulheres sofrem de anorgasmia em todo o mundo. Segundo a publicação, uma pessoa pode ter anorgasmia quando sente dificuldade em atingir o orgasmo em 75% das tentativas por até seis meses. 

Segundo a sexóloga Débora Pádua, os estímulos sexuais são ineficazes para quem sofre desse problema: “Uma pessoa que sofre de anorgasmia nunca chega ao orgasmo, nem com o próprio estímulo nem com estímulo de outra pessoa. Elas podem até ter tentado, mas simplesmente não conseguem”.

Na medicina, existem diversos tipos de anorgasmia: a anorgasmia primária, disfunção onde a paciente nunca sequer atingiu um orgasmo; a anorgasmia secundária, quando a paciente tem dificuldade na hora de gozar, e a anorgasmia situacional, que é variável, como quando mulheres conseguem gozar com masturbação mas não com o sexo.

Para a ginecologista do corpo clínico do Hospital Sírio Libanês, Débora Oriá, uma das causas desse problema é a falta de autoconhecimento, já que muitas mulheres não conseguem reconhecer os sinais do que é, realmente, um orgasmo. “O orgasmo real é definido pelas contrações múltiplas na região pélvica e genital. Ele tem um pico intenso seguido de outras contrações que vão reduzindo a sua intensidade até pararem e após essa sensação, você tem um resultado de relaxamento físico e emocional”.

Causas

Entre as principais causas para não conseguir atingir esse prazer, estão o estresse, o uso de ansiolíticos e antidepressivos, a ansiedade, o trauma sexual, o envelhecimento, o abuso de substâncias químicas e a falta de conhecimento do próprio corpo.

Sem a possibilidade de chegar ao clímax, mulheres com anorgasmia tendem a ficar estressadas e infelizes com os parceiros, além de reprimirem a própria sexualidade.  

“Eu tentava, tentava, mas nada acontecia”, declara Juliana*, advogada que foi diagnosticada em 2019 com anorgasmia. “Sempre que eu arrumava um namorado, eles acabam se frustrando, já que nunca conseguiram me fazer gozar”.

Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros
Foto: Reprodução/Pixabay

Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros

“Eu só descobri que não conseguia gozar aos 26 anos. Assumi, depois de perder a virgindade, aos 19, que o sexo iria acabar melhorando por conta da experiência. E acabou até melhorando, sim. Mas o orgasmo, em si, nunca chegava. Me sentia excluída até da rodinha de amigas, porque elas viviam contando experiências e eu não podia falar nada”.

A jovem alega que a impossibilidade de gozar causou verdadeiros problemas em seu relacionamento com Pedro*, atual noivo. “Como eu percebi que eu não ia conseguir chegar ao final em nenhum momento, eu acabei negligenciando meu parceiro. Deixava o sexo para depois, sabe? Foi me estressando de um jeito que eu fiquei cansada. Até que [Pedro] não aguentou mais e pediu para a gente ver uma terapeuta sexual”.

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Tratamento

Por se tratar de uma disfunção sexual, o tratamento pode ser físico e psicológico. Na maioria dos casos, um terapeuta sexual pode ser a solução para a anorgasmia.

Oriá detalha que a anorgasmia pode ser revertida, como foi o caso de Juliana*: “O tratamento é composto por educação e terapia sexual. Ela pode ser feita individualmente ou em casal, pois ela é multidisciplinar”, explica a médica.

Na terepia, os profissionais buscam estimular posições que facilitem o orgasmo feminino, desenvolvem exercícios de Kegel e treinos para assoalho pélvico, além de tratarem a noção do sexo na terapia cognitivo comportamental.

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Um dos fatores que auxiliou a vida sexual de Juliana* foi a conversa honesta com seu parceiro. Oriá reflete que a discussão é, também, uma peça essencial para a melhora da anorgasmia: “O parceiro tem que estar ciente dessa situação, né? A falta de comunicação é uma das principais causas da disfunção do orgasmo, então se você não consegue conversar com seu parceiro, é porque ele não conhece o seu corpo”.

A profissional aconselha que o autoconhecimento é primordial: “É preciso se conhecer. Onde está o clitóris? Onde é uretra, onde é a vulva? Quais são os seus pontos de excitação? Um autoconhecimento do corpo é fundamental para o tratamento”.

Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento
Foto: Reprodução/Freepik

Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento

A sexóloga Debora Pádua afirma que também existem alternativas além do sexo e da terapia: “Eu acredito muito nos brinquedos eróticos. No mercado, temos vibradores bem simples, e outros um pouco mais sofisticados. Às vezes, [a falta do orgasmo] pode sim só ser falta de estímulo e de falta de conhecimento”, analisa a médica.

“A mulher tem que se permitir sentir prazer, se permitir sair do controle da situação. Eu acho que isso faz uma grande diferença, e é isso que eu percebo nas minhas pacientes. Não adianta usar um vibrador se ela não tem vontade alguma de conhecer o orgasmo como ele é. É necessário se permitir”, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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