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Economia

Agências bancárias não funcionam durante o Carnaval; confira programação

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Agências bancárias não funcionarão durante o Carnaval, e só voltam ao meio-dia na quarta-feira de cinzas
Tomaz Silva/Agência Brasil

Agências bancárias não funcionarão durante o Carnaval, e só voltam ao meio-dia na quarta-feira de cinzas

As agências bancárias não funcionarão durante o feriado prolongado de Carnaval, informa a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Com isso, hoje (1ª) é o último dia para realizar operações presenciais que só podem ser efetuadas diretamente no caixa.

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De acordo com a Febraban, as agências bancárias
sofrerão alteração de programação na segunda-feira (4), na terça-feira (5) e na quarta-feira de cinzas (6). Enquanto nos dois primeiros dias elas estarão fechadas, na Quarta-feira de Cinzas o horário será reduzido: início das atividades somente ao meio-dia. No Rio de Janeiro, no entanto, há uma exceção. Em função da Lei nº 8217 que estabelece feriado estadual, não há expediente em 6 de março.

A entidade bancária lembra que a população pode utilizar os canais eletrônicos e correspondentes para o pagamento das contas. Além disso, os tributos que possuem código de barras podem ter o seu pagamento agendado nos caixas eletrônicos
, no internet banking e pelo atendimento telefônico dos bancos. Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser pagos via Débito Direto Autorizado (DDA).

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As contas de consumo, como as de água, energia e telefone, além de carnês com vencimento nos dias 4 ou 5 de março poderão ser pagas, sem acréscimo, na quarta-feira (6). Normalmente, os tributos vêm com datas ajustadas ao calendário de feriados nacionais, estaduais e municipais. Caso isso não tenha ocorrido no documento de arrecadação, a sugestão é antecipar o pagamento.

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O que abre e o que fecha em São Paulo além das agências bancárias


Transporte público, hospitais estaduais, agências bancárias e outros serviços terão programação especial no Carnaval
Reprodução/CET

Transporte público, hospitais estaduais, agências bancárias e outros serviços terão programação especial no Carnaval

O feriado prolongado de Carnaval
, que começa neste sábado (2) e vai até a quarta-feira (6), deixa muitos paulistas em dúvida sobre o que funcionará na capital durante os dias de folia. Tanto aqueles que ficarão em São Paulo quanto aqueles que planejam pegar as estradas precisam estar atentos aos horários de funcionamento de bancos, shoppings, Metrô, entre outros.

Além das agências bancárias
, sofrerão alteração de horário uma série de serviços, como transporte público, hospitais estaduais, postos pró-sangue, Detran, Poupatempo, Procon e os shoppings. Além disso, o rodízio municipal para veículos leves e pesados será suspenso entre segunda (4) e quarta-feira (6). Na terça-feira, estará liberada a circulação de veículos de passeio e táxis em corredores e faixas exclusivas de ônibus à esquerda e à direita. Confira aqui toda a programação detalhada para São Paulo
.

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Decreto oficializa desbloqueio do Orçamento de 2021

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Um decreto assinado hoje (30) pelo presidente Jair Bolsonaro oficializou o desbloqueio de todo o Orçamento de 2021. A liberação dos recursos havia sido divulgada há uma semana, quando o governo enviou ao Congresso o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas.

Ao todo, foram liberados os R$ 4,522 bilhões que estavam contingenciados desde a sanção do Orçamento, em abril. A pasta mais beneficiada foi o Ministério da Educação, com R$ 1,558 bilhão liberados. Em seguida, vêm os ministérios da Economia (R$ 830,5 milhões), da Defesa (R$ 671,7 milhões) e do Desenvolvimento Regional (R$ 382,7 bilhões).

Em seguida, vêm os Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovações (R$255,4 milhões); da Cidadania (R$ 204,7 milhões); das Comunicações (R$ 145,4 milhões); das Relações Exteriores (R$ 143,2 milhões); de Minas e Energia (R$ 89,7 milhões); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (R$ 80 milhões); do Turismo (R$ 56 milhões); da Infraestrutura (R$ 40,3 milhões); a Presidência da República (R$ 35,6 milhões); o Ministério da Saúde (R$ 25,8 milhões) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (R$ 3,2 milhões).

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Da verba que estava bloqueada, R$ 2,8 bilhões poderão ser liberados para gastos discricionários (não obrigatórios), como investimentos (obras e compras de equipamentos). O relatório também aumentou em R$ 25,44 bilhões, de R$ 99,495 bilhões para R$ 124,935 bilhões, a previsão de créditos extraordinários.

Fora do teto de gastos, os créditos extraordinários estão relacionados aos gastos com o enfrentamento da pandemia de covid-19. A ampliação de R$ 25,44 bilhões está relacionada à prorrogação do auxílio emergencial por três meses. O benefício, que acabaria neste mês, foi estendido até outubro.

Histórico

Sancionado no fim de abril, o Orçamento de 2021 enfrentou uma negociação tensa. A lei orçamentária foi sancionada com R$ 19,8 bilhões vetados e R$ 9,3 bilhões contingenciados (bloqueados). Em maio, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas permitiu a liberação de R$ 4,8 bilhões.

Com o relatório divulgado hoje, os cerca de R$ 4,5 bilhões que ainda estavam bloqueados foram definitivamente liberados, e todos os ministérios e órgão públicos tiveram a verba recomposta. Aprovado com cerca de R$ 30 bilhões remanejados de gastos obrigatórios para emendas parlamentares, o Orçamento de 2021 foi sancionado com vetos parciais, após um acordo político, para evitar o descumprimento de regras fiscais por parte do governo.

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Edição: Aline Leal

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Dólar ultrapassa R$ 5,20 e fecha julho com maior alta desde janeiro

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Num dia marcado por tensões domésticas e externas, o dólar voltou a subir e ultrapassou a barreira de R$ 5,20, com a maior alta mensal desde janeiro. A bolsa caiu mais de 3% hoje (30) e fechou julho com o pior desempenho em cinco meses.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira vendido a R$ 5,21, com alta de R$ 0,131 (+2,57%). A cotação chegou a operar abaixo de R$ 5,10 no fim da manhã, mas disparou durante a tarde, até encerrar perto da máxima do dia.

Com o desempenho de hoje, a divisa, que vinha de dois dias seguidos de queda, fechou julho com alta de 4,76%. Essa foi a maior valorização mensal da moeda norte-americana desde janeiro, quando o dólar havia subido 5,51%.

Na bolsa de valores, o pessimismo foi semelhante. O índice Ibovespa, da B3, fechou esta sexta-feira aos 121.801 pontos, com recuo de 3,08%. O indicador operou em queda durante toda a sessão. Em julho, o Ibovespa acumulou perda de 3,94%, o pior desempenho desde fevereiro (-4,37%).

Inflação nos EUA

No plano internacional, a divulgação de que a inflação em 12 meses nos Estados Unidos superou a meta de 2% estabelecida pelo Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) trouxe pessimismo nos mercados de todo o planeta. Apesar de o Fed, na reunião da última quarta-feira (28), ter assegurado que os estímulos concedidos durante a pandemia não serão retirados tão cedo, os gastos dos consumidores norte-americanos em junho subiram mais que o esperado, desestimulando essa expectativa.

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Além disso, as preocupações com o crescimento de casos de covid-19 causados pela variante delta do novo coronavírus e com a desaceleração da economia chinesa ampliaram as tensões. O preço de diversas commodities (bens primários com cotação internacional), principalmente do minério de ferro, prejudicaram países emergentes, como o Brasil.

No mercado interno, as expectativas voltam-se para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) na próxima semana. Desde março, o BC tem elevado a taxa Selic (juros básicos da economia) em 0,75 ponto percentual a cada reunião, mas a alta do dólar e da inflação no Brasil está aumentando as pressões para que o reajuste chegue a um ponto percentual. Além disso, a possibilidade de que o novo programa Bolsa Família seja bancado com recursos fora do teto de gastos provocou tensões nos investidores.

* Com informações da agência Reuters

Edição: Kleber Sampaio

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