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Aguinaldo Silva faz desabafo sobre afastamento de Bruno Gagliasso de novela

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O autor de “O Sétimo Gaurdião” Aguinaldo Silva fez um desabafo em sai conta no Facebook após descobrir sobre a internação de Bruno Gagliasso, que fez uma cirurgia para remover pedras nos rins na manhã de terça-feira (26). Ao compartilhar uma notícia sobre o fato ele comentou: “O que acontece quando um autor se vê diante de uma situação como a descrita abaixo e tem não mais do que duas horas para resolvê-la?”, questionou.

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Aguinaldo Silva
Divulgação

Aguinaldo Silva

O autor continua explicando que teve que mudar todas as cenas que o ator, que é o protagonista da história, gravaria no período que agora está afastado. “Neste caso específico foram cerca de trinta cenas e mais as que resultaram destas. Vejam bem, eu não escrevi ‘cortar’, eu escrevi MUDAR, pois se a gente cortar cenas os capítulos ficarão pequenos e no ar eles têm um tempo de duração que deve ser rigorosamente obedecido”, explicou Aguinaldo Silva
.

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Silva confessou que sua primeira reação foi “se descabelar, quebrar meia dúzia de preciosos cristais em sua sala, gritar todos os palavrões que conhece, xingar Deus e o mundo e acusar a si próprio de ter vendido a alma ao diabo”. Depois de 15 minutos de “som e fúria”, como ele descreve, Aguinaldo se acalmou e voltou ao computador onde passou as duas horas restantes fazendo as alterações.

“Ontem de tarde, quando o diretor Rogério Gomes me ligou para dizer que o ator tinha sido internado e não podia gravar a partir de ontem mesmo, eu e Joana Jorge, que estávamos escatelando o capítulo 128, depois do meu ataque de pelanca, mudamos de rumo. Tiramos o Gabriel ( Bruno Gagliasso
) das cenas que ele não podia gravar, passamos o pente fino nas cenas em que suas ações cortadas eram comentadas por outros personagens. E, quando os capítulos forem ao ar, eu desafio o mais arguto dos telespectadores a notar neles alguma coisa que não cola por causa desse trabalho minucioso”, desafiou.

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Aguinaldo Silva
já está bem adiantado nos textos da novela, mas as muitas fofocas de bastidores têm feito com que o autor mude algumas histórias de ” O Sétimo Guardião
“. 

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Entenda tatuagem de Paolla Oliveira em foto que viralizou na internet

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Tatuagem da Paolla Oliveira
Reprodução Instagram

Tatuagem da Paolla Oliveira

Ao assumir publicamente o namoro com Diogo Nogueira , a  atriz Paolla Oliveira postou uma fotografia em que é possível ver sua mão sobre o peito do sambistaNas redes sociais, internautas passaram a questionar o significado da tatuagem com o número cinco num dos dedos da artista. O desenho com o algarismo foi feito em 2017 e não possui qualquer ligação com o relacionamento do casal : é simplesmente uma referência ao número de sorte da atriz.

Paolla Oliveira , aliás, possui uma dezena de tatuagens pelo corpo, mas todas são discretas, em tamanho reduzido. A atriz acredita em misticismos e simbologias, algo que ela diz que faz questão de levar para a sua pele. “Eu me vejo bastante em busca desses elementos, principalmente por sabedoria e espiritualidade”, afirmou ela, em entrevista à revista Estilo.

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Há nove anos, ela tatuou um sol no pé esquerdo, ressaltando que a imagem é sinal de algo que “energiza e revigora”. Recentemente, a atriz inscreveu o desenho de uma perna na região da costela (“Está ligada ao poder, à liderança, às escritas antigas e, como consequência, à sabedoria”, justifica).

Fonte: IG GENTE

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Felipe Franco é denunciado por lesão corporal culposa e embriaguez ao volante

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Felipe Franco
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Felipe Franco

A Justiça de São Paulo aceitou uma denúncia do Ministério Público contra o atleta Felipe Franco , que agora é réu em uma ação penal por dois crimes de trânsito. De acordo a denúncia, oferecida em agosto de 2019 e assinada pelo promotor Eduardo Augusto Velloso Roos Neto, da 2ª Promotoria Criminal de Justiça Criminal de São Paulo, o empresário fisiculturista teria praticado crime de lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, previsto no art. 303 do Código Nacional de Trânsito. O promotor também afirma na denúncia que “segundo restou apurado, o denunciado ingeriu bebida alcoólica e assumiu a direção do veículo Mercedes Benz”.

Em outro trecho do documento, o promotor afirma: “Ocorre que, de forma imprudente, estando em velocidade incompatível com a via, o denunciado ignorou o sinal semafórico existente no local e colidiu com a traseira de um veículo Vw/Voyage, que era conduzido pela vítima Carlos”. A juíza Maria Paula Cassone Rossi, da 9ª Vara Criminal da Barra Funda, em São Paulo, aceitou a denúncia: “Presentes, nos autos do inquérito policial, indícios suficientes de autoria e materialidade, recebo a denúncia”.

Segundo consta no depoimento da vítima de 7 de outubro de 2018, o ex-marido de Juju Salimeni dirigia um veículo Mercedes e teria colidido na traseira do carro um taxista, que dirigia de forma reduzida se aproximando do sinal amarelo. O taxista diz ter ouvido um barulho de derrapada de um carro vermelho e, olhando pelo retrovisor, avistou um veículo em alta velocidade vindo na sua direção, que com o impacto da colisão, o arremessou até um poste do outro lado da via, o fazendo parar sobre a calçada.

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À polícia, prestaram esclarecimentos e foram ouvidos dois policiais militares que estiveram no local do acidente de trânsito e um amigo de Franco, que o acompanhava. Ao delegado Fábio Guedes Rosa, da 96ª DP de Monções, em São Paulo, os policiais contaram que Franco exalava odor etílico e tinha dificuldade de equilíbrio. O relatório final da polícia incluiu lesão corporal culposa na direção de veículo e embriaguez ao volante. Já a versão apresentada por Felipe Franco no relatório final da Polícia Civil dizia o seguinte: “Felipe Souza Murakami de Franco, investigado, alegou que conduzia seu veículo Mercedes pela via dos fatos, em velocidade compatível, quando colidiu a parte dianteira de seu auto com a traseira do veículo Voyage dirigido por Carlos Ferreira, o qual parou num sinal que ficara amarelo. Relatou que, após o acidente, permaneceu no local, sendo questionado por policiais sobre a ingestão de álcool, sendo certo que hesitou em realizar o exame etílico, vez que toma medicação homeopática, o qual entende que pode alterar o resultado do teste. Frisou que concordou em se submeter aos exames clínicos no IML. Por fim, mencionou que tentou fazer um acordo sobre valores cabíveis com Carlos, contudo, não houve sucesso”.

O amigo do empresário, por sua vez “informou que esteve na companhia de Felipe antes do acidente, podendo afirmar que esse não ingeriu bebidas alcoólicas. Narrou que se encontrava no interior do veículo conduzido por Felipe, quando esse não conseguiu frear seu auto e colidiu com a traseira do veículo Voyage, o qual parou repentinamente no sinal amarelo. Esclareceu o depoente que ele próprio portava um copo na ocasião e havia bebido, contudo, Felipe não. Acresceu que Felipe não se submeteu ao teste etílico por ser atleta e ingerir substâncias que poderiam alterar o exame, porém realizou o teste clínico”.

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O laudo pericial da vítima (taxista) constatou que houve lesão corporal de natureza leve. Já o laudo pericial de verificação de embriaguez de Felipe Franco apontou que ele não estava na condição de embriagado, mas apresentava sinais indicativos de estar sob o efeito de álcool etílico e/ou substâncias psicoativas.

Felipe Franco impetrou habeas corpus, pedindo, em sede de liminar, a suspensão da ação penal e, ao final, ainda pede a confirmação da liminar para trancamento da demanda. Entretanto, o pedido liminar foi indeferido. Recentemente, outro promotor se manifestou favoravelmente a continuidade do processo, e foi contra travar a ação penal contra o atleta. “A resposta escrita pela Ilustre Defesa do acusado Felipe não elide os indícios de autoria e materialidade do (s) crime (s) descrito (s) na denúncia, os quais autorizam o regular processamento da ação penal, para que se alcance, após a necessária dilação probatória, um pronunciamento definitivo sobre a questão”, afirmou o promotor Claudio Cavallini, em dezembro do ano passado. Ele ainda concluiu requerendo audiência de instrução e julgamento, que ainda não foi marcada por causa da pandemia de Covid-19.

Fonte: IG GENTE

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