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Agronegócio

ALGODÃO/CEPEA: Ritmo de negócios é lento e cotações têm leve recuo

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Cepea, 20/2/2019 – As negociações envolvendo algodão em pluma estão limitadas a poucos lotes. Conforme colaboradores do Cepea, enquanto o comprador busca apenas repor estoques, vendedores ofertam maiores volumes, mas com características de cor, micronaire e fibra. Outros agentes, especialmente os que possuem lotes de boa qualidade, se mantêm retraídos do mercado, atentos à valorização do dólar na primeira quinzena de fevereiro, apesar da queda dos preços internacionais no mesmo período. Assim, a “queda de braço” resultou em pequenas oscilações nos valores domésticos. Entre 12 e 19 de fevereiro, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, registrou leve queda de 0,35%, fechando a R$ 2,9313/lp no dia 19. Na parcial de fevereiro, o recuo é de 0,37%. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Agronegócio

Petrobras anuncia nova redução no preço do diesel

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A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (11) uma nova redução no preço do diesel comercializado às distribuidoras. Com isso, a partir desta sexta-feira (12), o litro do diesel vendido passa de R$ 5,41 para R$ 5,19, com redução de R$ 0,22, ou 4,07%. Os preços dos demais combustíveis não foram alterados.

 Essa já é a segunda queda consecutiva anunciada pela estatal no diesel. Na semana passada, o valor do litro foi reduzido em R$ 0,20. No entanto, apesar das duas quedas, o preço do diesel vendido às distribuidoras ainda é 55,39% maior que o praticado no final de 2021. 

Conforme a Petrobras, considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da empresa no preço ao consumidor passará de $ 4,87, em média, para R$ 4,67 a cada litro vendido na bomba, de acordo com a estatal.

Em nota, a Petrobras afirmou que a redução acompanha o avanço dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da empresa, que busca o equilíbrio dos seus custos com o mercado global, sem repassar para os preços internos a volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio. 

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Fonte: AgroPlus

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Agronegócio

Recursos do Pronaf no Plano Safra irão aumentar em 12%

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Devido à forte demanda por financiamentos de custeio no Pronaf, neste início de safra, foi autorizada a destinação de mais de R$ 6,54 bilhões de recursos equalizados pelo Tesouro Nacional para financiar os agricultores familiares. Isso representa um aumento de 12%, fazendo com que o valor passe de R$ 53,6 bilhões para R$ 60,1 bilhões.

Desses recursos, R$ 4,74 bilhões virão a partir da alocação de mais de $ 126,8 milhões de recursos orçamentários em 2022 para o Plano Safra 2022/23. Enquanto a outra parte (R$ 1,8 milhão) virá de remanejamentos no âmbito dos bancos públicos federais (Caixa, BNDES e do Banco do Brasil).

Os recursos serão destinados aos bancos que operam no Pronaf Custeio e que já sinalizaram insuficiência de recursos para atender a demanda dos agricultores. Diante disso, R$ 6,07 bilhões serão encaminhados ao Banco do Brasil e R$ 474 milhões, ao BNDES.

Além disso, o BNDES ainda será contemplado com a ampliação de recursos do Programa Agricultura de Baixo Carbono – ABC (R$ 287,5 milhões) e Programa de Construção e Ampliação de Armazéns – PCA (R$ 438,5 milhões).

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Com isso, a expectativa é que não haja interrupção na concessão de financiamentos, sobretudo de custeio, nesse período em que a safra está começando a ser plantada e no atendimento prioritário aos pequenos agricultores. 

Fonte: AgroPlus

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