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Altos custos na produção de soja preocupam agricultores de Mato Grosso

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O valor é 7,5% mais alto do que na safra passada. Esse valor deve representar o recorde negativo de maior custo de produção, superando os valores de 2016/2017, quando o produtor gastava, em média, R$ 3,8 mil para plantar a soja

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Altos custos na produção de soja preocupam agricultores de Mato Grosso

Produtores do oeste de Mato Grosso estão preocupados com os custos para a próxima safra de soja. De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o investimento necessário para plantar um hectare do grão no estado fica em torno de R$ 3,9 mil.

O valor é 7,5% mais alto do que na safra passada. Esse valor deve representar o recorde negativo de maior custo de produção, superando os valores de 2016/2017, quando o produtor gastava, em média, R$ 3,8 mil para plantar a soja.

De acordo com o instituto, o que mais tem puxado para cima os custos de produção são a alta do dólar e os fertilizantes, que tiveram os preços reajustados em quase 24%. Herbicidas, fungicidas e sementes também apresentam altas.

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Uma consequência é que o produtor Luciano Resende resolveu reduzir a área plantada. “É um ano de desafio para a cadeia do produtor rural”, avalia.

Segundo ele, em 2018 a saca de soja era vendida entre US$ 19 e US$ 21 dólares. ?Este ano, nós estamos vendendo a US$ 16, US$ 17?, conta.

Fonte: Globo Rural

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Soja: preço médio sobe até 29% no 1º semestre e garante resultado positivo para produtor

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O levantamento foi realizado pela Consultoria Datagro

Soja: preço médio sobe até 29% no 1º semestre e garante resultado positivo para produtor

Os produtores brasileiros de soja tiveram resultado positivo no primeiro semestre deste ano, com preços médios para o produto entre 27% e 29% superiores em relação ao mesmo período de 2019, considerando quatro das principais praças de negociação do País. O levantamento foi realizado pela Consultoria Datagro.

O coordenador da Datagro Grãos, Flávio Roberto de França Junior, informa em comunicado que “na análise até este momento, as cotações garantem resultados positivos de renda para grande parte dos produtores. Exceção aos que tiveram perdas mais pronunciadas com o clima, onde podemos destacar Santa Catarina e, especialmente, o Rio Grande do Sul. Como os preços foram avançando de forma gradativa e quase linear, o fluxo de comercialização também veio acompanhando esse ritmo, com os produtores acertadamente aproveitando cada pico de preços observado.”

A maior diferença no semestre foi registrada em Rondonópolis (MT), com média de R$ 87,23 por saca de 60 kg ante R$ 67,68 a saca no primeiro semestre de 2019, um avanço de 29%. Em Dourados (MS), o salto semestral foi de 27%, para R$ 85,96 a saca, ante R$ 67,52 a saca no mesmo período de 2019. No mesmo momento, a soja na Bolsa de Chicago (CBOT) teve média de US$ 8,71 o bushel, com queda de 2% sobre o semestre anterior, e o dólar subiu 28% no Brasil, a R$ 4,92.

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A Datagro Grãos ressalta, ainda, que nas análises de lucratividade, que é a relação bruta entre a receita média obtida e o custo de produção, o setor também conseguiu manter cenário positivo pelo décimo quarto ano consecutivo, inclusive com resultados superiores aos do ano anterior, já que não há chances de reversão até o fim do ano com vendas acima de 90%. Apesar de aumento nos custos de produção em alguns Estados, a maioria das praças teve avanço na produtividade média em relação à safra passada. No Paraná, por exemplo, a lucratividade bruta parcial atingiu 51% sobre 33% em 2019.

Nas análises de rentabilidade financeira, que consideram a soja como opção de investimento, a Datagro também verificou resultados bastante positivos no primeiro semestre do ano para o produtor brasileiro, superando com folga o fraco resultado do mesmo período do ano anterior. Entre janeiro e junho de 2020, a soja no mercado físico teve rentabilidade média de 19,47%, já descontada a inflação, sobre -1,09% em 2019. No comparativo com outros investimentos, a oleaginosa ficou atrás apenas do ouro da B3 ( 52,45%), do dólar comercial ( 35,17%) e do dólar turismo ( 34,92%).

 

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Agronegócio

Vendas de máquinas agrícolas no país caem no semestre, mas projeção é de alta no ano

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As vendas de máquinas agrícolas e tratores no Brasil fecharam o primeiro semestre com queda de 1,3% na comparação com o mesmo período do ano passado, para 19.642 unidades, em meio a impactos da pandemia de Covid-19, informou nesta segunda-feira a associação nacional dos fabricantes de veículos Anfavea.

Mas a associação está confiante de que terá um segundo semestre melhor nas vendas de máquinas agrícolas e elevou as projeções para uma alta de 3% em 2020 —ante aumento de 0,5% na previsão de janeiro—, com o agronegócio sendo menos afetado pela crise do coronavírus, diante do impulso do câmbio nos preços das commodities.

No que diz respeito às chamadas máquinas rodoviárias, a Anafavea reduziu as estimativas para 2020, de uma alta de 22% prevista em janeiro, para queda de 24%, devido à menor demanda para construção de estradas, com a indústria fabricante de tratores sofrendo neste ano.

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Em junho, as vendas totais, de máquinas agrícolas e rodoviárias, somaram 3.910 unidades, alta de 0,9% ante maio e uma queda de 9,6% na comparação com o mesmo período do ano passado.

As vendas de tratores de rodas somaram 2.614 unidades, queda de 15% ante maio e de 23,4% na comparação com junho do ano passado, o que resultou uma baixa de 5% no primeiro semestre.

Já as vendas de colheitadeiras de grãos atingiram 734 unidades em junho, alta de 130,8% versus maio e de 39,3% na comparação com junho do ano passado. No semestre, o setor ainda vê recuo de 9%.

Contudo, após um primeiro semestre de negócios mais mornos em meio a incertezas relacionadas à crise do coronavírus, o setor de máquinas agrícolas espera uma movimentação maior dos agricultores nos seus últimos meses do ano, quando é semeada a safra de soja, a principal do país, conforme executivos ouvidos pela Reuters anteriormente.

Montadoras de máquinas agrícolas estão até mesmo reajustando preços para repassar o aumento de gastos com peças importadas encarecidas pela alta do dólar, e devem ter a seu favor a boa rentabilidade de produtores de grãos do Brasil, um dos poucos setores que, também pelo câmbio, obteve margens positivas neste momento de crise histórica.

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Já a comercialização de colhedoras de cana somou 52 unidades, aumento de 225% ante maio e de 160% na comparação com junho do ano passado. No semestre, as fábricas apontaram aumento de 24,2%, mesmo diante das dificuldades relatadas pelas usinas no mercado de etanol, enquanto as exportações de açúcar estão elevadas.

Fonte: Reuters

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