conecte-se conosco


Tecnologia

Amazon bane Pegasus, sistema que espionou jornalistas e políticos

Publicados

em


source
App espião é banido pelo AWS
Unsplash/Chris Yang

App espião é banido pelo AWS

A Amazon Web Services , braço de hospedagens e serviços de internet do grupo Amazon, baniu o Grupo NSO, dono do spyware conhecido como Pegasus , usado por entidades governamentais para monitorar dissidentes políticos e ativistas por meio de seus serviços de segurança e inteligência.

O Pegasus é um dos inúmeros softwares criados pelo Grupo NSO, e já foi implicado em diversos casos onde foi identificado o uso de violência extrema, rendendo à empresa a imagem pública de apoiadora de ditaduras e governos de extrema repressão social.

O banimento pela AWS veio após um relatório divulgado pela Anistia Internacional ressaltar que o grupo instala o Pegasus por meio de sub-domínios maliciosos, tirando proveito de falhas de segurança em serviços como iMessage , WhatsApp e outros. Uma vez instalado, o programa coleta informações do dispositivo infectado e pode até mesmo ativar, sem conhecimento do proprietário, a sua câmera para fins de vigilância.

De acordo com a descrição do software pelo próprio Grupo NSO, o Pegasus é uma ferramenta para vigiar ciber terroristas e criminosos. Entretanto, o relatório da Anistia Internacional – que cita também um levantamento anterior feito em 2020 – mostra que o grupo o vende para governos que promovem o uso do Pegasus à perseguição de oponentes políticos e jornalistas .

Um dos casos mais proeminentes envolvendo o Pegasus foi o assassinato do jornalista e ativista saudita Jamal Khashoggi, na Turquia, em 2018. Ele, que era colunista do Washington Post e editor-chefe do Al-Arab News Channel, havia dado entrada na embaixada da Arábia Saudita em Istambul a fim de ajustar burocracias relacionadas ao seu casamento, que viria dali a alguns meses. Ele não saiu do local.

Investigações subsequentes feitas no prédio do consulado descobriram que Khashoggi havia sido torturado e morto no local, e especialistas em química haviam tentado eliminar as evidências. Posteriormente, autoridades internacionais concluíram que a morte do ativista havia sido encomendada por Mohammed bin Salman, príncipe regente da Arábia Saudita, que chegou a Khashoggi após infectar com o Pegasus o celular de um companheiro dele para um curta-metragem documental crítico ao regime do país. Com base nos dados coletados, agentes sauditas conseguiram determinar a dissidência do jornalista, bem como os locais por onde ia.

O governo da Arábia Saudita é um dos contratantes do Grupo NSO, e a infecção que levou à morte de Khashoggi foi traçada de volta aos computadores “de um operador ligado ao governo e serviços de segurança sauditas”, segundo análise forense do Citizen Lab.

A Amazon Web Services não era o único serviço usado pelo Grupo NSO: segundo o relatório da Anistia Internacional, a empresa tinha preferência por empresas americanas com servidores na Europa, e ligações de suas hospedagens foram traçadas a companhias como DigitalOcean e Linode. “Quando descobrimos essas atividades, agimos rapidamente para desligar a infraestrutura e todas as contas relevantes”, disse ao The Verge um porta-voz da AWS.

Em casos recentes, o Pegasus foi implicado em ataques direcionados a 37 smartphones pertencentes a membros de veículos como New York Times e Associated Press, entre outros. O Grupo NSO nega todas as acusações, chamando-as de “teorias sem corroboração cheias de presunções errôneas”.

Comentários Facebook
Propaganda

Tecnologia

Scarlett Johansson processa Disney por lançar Viúva Negra no streaming

Publicados

em


source
Viúva Negra
Reprodução

Viúva Negra

A atriz Scarlett Johansson, protagonista do último filme da Marvel, Viúva Negra , entrou com uma ação nesta quinta-feira no Tribunal Superior de Los Angeles contra a Disney, alegando que seu contrato foi violado quando a companhia lançou o filme em seu serviço de streaming, o Disney+, no mesmo dia da estreia do longa-metragem no cinema. A informação foi divulgada pelo Wall Street Journal.

No processo, Scarlett Johansson alega que seu contrato com a Marvel Entertainment da Disney garantia um lançamento exclusivo no cinema, e que seu salário se baseava em grande parte no desempenho de bilheteria do filme.

A ação judicial pode ser um termômetro para a indústria do entretenimento. As principais empresas de mídia estão priorizando seus serviços de streaming em busca de crescimento e estão cada vez mais inserindo conteúdos com algo custo de produção nessas plataformas. Essas mudanças têm implicações financeiras significativas para atores e produtores, que desejam garantir que o crescimento do streaming não aconteça às suas custas.

Veja Também:  YouTuber corrige efeito de 'The Mandalorian' e é contratado pela Lucasfilm

“Este não será certamente o último caso em que talentos de Hollywood enfrentam a Disney e deixam claro que, independentemente do que a empresa possa pretender, ela tem a obrigação legal de honrar seus contratos”, disse John Berlinski, advogado da Kasowitz Benson Torres LLP, que representa a atriz.

Você viu?

A Disney começou a lançar filmes simultaneamente no Disney + e nos cinemas em parte por causa da pandemia Covid-19, quando os cinemas estavam fechados ou com capacidade limitada, e em parte para impulsionar seu serviço novo serviço.

A WarnerMedia, que opera o serviço de streaming HBO Max, também tem adotado uma estratégia semelhante, e recentemente decidiu renegociar muitos de seus contratos de talentos que, como no acordo de Scarlett Johansson com a Marvel, estavam vinculados ao desempenho de bilheteria. Isso levou a Warner Bros a pagar mais de US$ 200 milhões aos seus talentos como parte dos acordos alterados.

Scarlett Johansson integra o universo da Marvel desde que apareceu como Viúva Negra em Homem de Ferro 2, de 2010. Sua presença cresceu significativamente desde então como membro dos Vingadores, ao lado do Capitão América e do Incrível Hulk. Sua personagem morreu no blockbuster de 2019 Avengers: Endgame, e o spinoff nos cinemas agora se passa antes dos eventos daquele filme.

De acordo com a denúncia, os representantes da atriz buscaram renegociar seu contrato depois de saber da estratégia de lançamento duplo de Viúva Negra, que ela disse ser seu nono e último filme da Marvel. Disney e Marvel não responderam, disse o processo.

Comentários Facebook
Continue lendo

Tecnologia

Facebook vai lançar óculos inteligentes em parceria com Ray-Ban

Publicados

em


source
Design dos óculos ainda não foi divulgado
Unsplash/Giorgio Trovato

Design dos óculos ainda não foi divulgado

O próximo dispositivo a ser lançado pelo Facebook serão os esperados óculos inteligentes desenvolvidos em parceria com a Ray-Ban. A confirmação foi feita pelo CEO da empresa, Mark Zuckerberg, em conferência sobre os lucros realizada nesta semana.

“Olhando para o futuro aqui, o próximo lançamento de produto será o lançamento de nossos primeiros óculos inteligentes da Ray-Ban em parceria com a EssilorLuxottica”, disse Zuckerberg, sem dar um prazo para a chegada da novidade. “Os óculos têm seu formato icônico e permitem que você faça coisas bem legais”, completou.

O Facebook ainda não detalhou quais “coisas bem legais” os óculos inteligentes serão capazes de fazer. Anteriormente, porém, a empresa já havia confirmado que eles não teriam tela integrada e nem seriam classificados como óculos de realidade aumentada. Pode ser possível que o dispositivo faça ligações e tenha acesso a uma assistente de voz, por exemplo.

De acordo com Zuckerberg, os óculos da Ray-Ban serão parte da “jornada rumo a óculos completos de realidade aumentada no futuro” do Facebook. Os dados coletados por dispositivos eletrônicos produzidos pela empresa devem sem usados em publicidade.

Comentários Facebook
Continue lendo

QUEREMOS SABER SUA OPINIÃO

"2021" QUAIS SÃO AS SUAS EXPECTATIVAS PARA ESTE ANO QUE SE INICIA

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Mais Lidas da Semana