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Saúde

ANS autua Prevent Senior por “indícios de infração”

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autuou a operadora de saúde Prevent Senior por, supostamente, deixar de comunicar os seus pacientes sobre o uso de remédios do chamado kit covid que, segundo especialistas, não têm eficácia comprovada contra o novo coronavírus.

Em nota, o órgão federal responsável por regular o setor de assistência médica particular informou que constatou “indícios de infração” cometida pela empresa, alvo de um processo de apuração instaurado para verificar se os médicos que trabalham para a Prevent Senior foram induzidos a prescrever o kit covid.

No último dia 17, servidores da ANS fizeram uma diligência em escritórios e unidades hospitalares da operadora. A ação ocorreu poucos dias após jornalistas tornarem pública a informação de que profissionais que prestam ou prestaram serviço à empresa entregaram à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado um dossiê em que acusam a direção da Prevent Senior de cometer uma série de irregularidades, entre elas, o cerceamento da autonomia médica e a proposital falta de esclarecimentos aos pacientes.

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“A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informa que, no curso das apurações relacionadas a denúncias contra a Prevent Senior, foram verificados elementos que contradizem a versão inicial apresentada pela operadora”, informou o órgão em nota divulgada na noite dessa terça-feira (28). 

“Foram constatados indícios de infração para a conduta de “deixar de comunicar aos beneficiários as informações estabelecidas em lei ou pela ANS”, tipificada no art. 74 da Resolução Normativa nº 124 de 2006, e [por isso] a ANS lavrou um auto de infração na tarde do dia 27/09/2021. A operadora tem 10 dias contatos a partir dessa data para apresentar sua defesa”, concluiu a agência.

Tratamentos prescritos

Consultada pela Agência Brasil, a Prevent Senior informou que prestará todos os esclarecimentos para a ANS dentro do prazo estabelecido. E garantiu não ter omitido aos pacientes as devidas informações sobre os tratamentos prescritos em suas unidades.

Na semana passada, o diretor executivo da operadora, Pedro Benedito Batista Júnior, já tinha negado a acusação de sonegação de informação a pacientes. Ao depor à CPI da Covid, o executivo acusou ex-funcionários de manipularem informações a fim de prejudicar a empresa, que, segundo ele, vem sofrendo “acusações infundadas” desde o início da pandemia. Júnior também negou que a Prevent Senior tenha ocultado mortes de pacientes em um relatório sobre os efeitos da aplicação dos medicamentos do Kit Covid, documento que, a rigor, não pode ser considerado uma pesquisa ou estudo, já que não tinha autorização da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

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Sobre afirmações falsas de que a cloroquina (um dos itens do Kit Covid) garantiria “100% de cura” a pessoas infectadas pelo novo coronavírus, Júnior afirmou que “não existe qualquer medicação milagrosa”.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Coronavac tem intervalo reduzido para 15 dias na capital paulista

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A partir de hoje (21) o intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina contra covid-19 Coronavac será reduzido de 28 para 15 dias na cidade de São Paulo. O objetivo é completar o esquema vacinal da população. Até o momento, 91,2% dos moradores da capital paulista já tomaram as duas doses da vacina ou a dose única.

Também tem início hoje a aplicação da dose adicional da Coronavac para os profissionais da Guarda Civil Metropolitana (GCM), sepultadores residentes na cidade e fiscais das subprefeituras, que tenham tomado a segunda ou dose única do imunizante há mais de seis meses.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, a vacinação contra a covid-19 na capital paulista ocorre tanto para a primeira dose (D1) quanto para a segunda (D2), além da dose adicional para idosos acima de 60 anos de idade e trabalhadores da Saúde com mais de 18 anos que tomaram a última dose do esquema vacinal (D2 ou dose única) há pelo menos seis meses, exceto grávidas e puérperas.

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A vacinação também segue liberada para pessoas com mais de 18 anos que tenham alto grau de imunossupressão. Para este grupo, com mais de 18 mil cidadãos, é preciso ter tomado a última dose do esquema vacinal (segunda dose ou dose única) há pelo menos 28 dias.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Rio alcança nível de internações de março de 2020

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A cidade do Rio de Janeiro está com os menores índices de casos, óbitos e hospitalizações por covid-19 desde o início da pandemia, em março de 2020, e não há fila de espera por leitos.

Segundo dados do 42º Boletim Epidemiológico, divulgado hoje (22) pela Secretaria Municipal de Saúde, o nível de internações está próximo ao da semana de 22 a 28 de março de 2020, com 196 pessoas.

Os atendimentos na rede de urgência e emergência por síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave (SRAG) mantêm a tendência de queda sustentada e estão com as menores taxas desde o início da pandemia. O Rio somou até o momento 488.202 casos de covid-19, com 34.734 óbitos.

Pela quinta semana seguida, o mapa de risco da cidade para transmissão da covid-19 está com todas as 33 regiões na classificação amarela, de risco moderado.

Eventos

A prefeitura autorizou, até o momento, a realização de 29 eventos-teste na cidade. O acompanhamento do público presente por duas semanas, feito pelo Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (Ivisa), já foi finalizado em dez deles. O acesso às promoções, como jogos de futebol e festas particulares, só era permitido com o comprovante da vacinação e o teste negativo para covid-19.

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Na partida Fluminense x Avaí, no Maracanã, em 6 de outubro, apenas uma das 3.097 pessoas testadas deu positivo e não pôde entrar para ver o jogo. O monitoramento de 14 dias apontou sete casos suspeitos e um confirmado de infecção por coronavírus, todos com sintomas leves.

Entre as três festas acompanhadas, as duas comemorações de 15 anos no Copacabana Palace, uma no dia 1º de outubro e outra no dia 2, tiveram dois e três casos suspeitos, respectivamente, mas nenhum confirmado para covid-19. Uma festa no Alto da Boa Vista no dia 2 teve três casos suspeitos com síndrome gripal e um confirmado para covid-19.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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