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Após excluir live de Bolsonaro, YouTube derruba 21 vídeos sobre o tema

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Jair Bolsonaro durante live
Reprodução – 28/04/22

Jair Bolsonaro durante live

Depois de excluir uma live do presidente Jair Bolsonaro  de julho do ano passado, na qual ele ataca, sem provas, o sistema eleitoral brasileiro, o YouTube derrubou mais 21 vídeos sobre o mesmo tema nesta semana. A informação é de um levantamento da empresa de análise de dados Novelo, divulgado neste domingo (24).

Na terça-feira (19), um dia após a exclusão da live do canal de Bolsonaro, o YouTube deletou 18 vídeos com o mesmo tema. Dentre os canais punidos, estão o do deputado federal Eduardo Bolsonaro, o do senador Flávio Bolsonaro e o do deputado estadual de São Paulo Gil Diniz.

Já na quinta-feira (21), outros três vídeos relacionados à live foram derrubados pelo YouTube, incluindo um publicado no canal do deputado federal Carlos Jordy.

Todos os vídeos foram excluídos por violarem a política contra desinformação eleitoral da plataforma. Na live em questão, Bolsonaro afirmou que havia “indícios” de fraude eleitoral nas eleições de 2018 e que “algo de muito esquisito” havia acontecido. “Qual o futuro do nosso Brasil se nós terminarmos eleições onde um lado ou outro desconfia e começa a realizar ações contrárias ao pleito?”, ameaçou. O presidente não apresentou quaisquer provas sobre as acusações.

Desde março deste ano, o YouTube proíbe a publicação e circulação de conteúdos que contenham “alegações falsas de que as urnas eletrônicas brasileiras foram hackeadas na eleição presidencial de 2018 e de que os votos foram adulterados”.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Mark Zuckerberg posta selfie no metaverso e vira piada na internet

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Mark Zuckerberg posta foto no metaverso
Reprodução/Facebook

Mark Zuckerberg posta foto no metaverso

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, virou motivo de piada nas redes sociais nesta semana depois de publicar uma selfie no metaverso. O ambiente digital foi criticado por ter design muito simples e nada imersivo.

A imagem foi postada por Zuckerberg na terça-feira (16) para anunciar a chegara da plataforma de metaverso da empresa, a Horizon Worlds, na França e na Espanha.

Na foto, Zuckerberg aparece na frente da Torre Eiffel, em Paris, e do Templo da Sagrada Família, em Barcelona. Nas redes sociais, a falta de recursos da imagem foi criticada.

“Não parece um produto real. Não há nada de ‘imersivo’ nisso. Quando seu produto principal se parece com as paredes pintadas de uma creche abandonada, você deve se perguntar”, escreveu um internauta. “Parece ótimo”, brincou outro.

Veja Também:  iOS 15.4 chega ainda em março com Face ID de máscara e mais novidades

“O que eles estão fazendo com todo esse dinheiro?”, questionou outro usuário, em referência aos US$ 10 bilhões que a Meta está investindo na criação de seu metaverso.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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Após denúncia de ONG, Meta proíbe anúncios que questionem as eleições

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Meta atualiza regras eleitorais no Brasil
Unsplash/Dima Solomin

Meta atualiza regras eleitorais no Brasil

A Meta afirmou nesta semana que vai proibir anúncios questionando a legitimidade das eleições deste ano em suas plataformas. A atualização apareceu em uma publicação da empresa a respeito das medidas que está tomando durante o período eleitoral brasileiro.

A decisão veio a público depois que a  ONG internacional Global Witness acusou a empresa de permitir a circulação de anúncios deste tipo no Brasil. Na segunda-feira (15), a organização divulgou um relatório mostrando 10 peças publicitárias que passaram pelos critérios da dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.

Enquanto alguns anúncios tinham datas e locais de votação errados, o que poderia impedir cidadãos brasileiros de votarem, outros criticavam as urnas eletrônicas, questionando a legitimidade do pleito.

Na terça-feira (16), a Meta atualizou sua publicação confirmando a novidade. “Como parte do nosso trabalho para proteger a eleição no Brasil em 2022, vamos proibir anúncios questionando a legitimidade desta eleição”, afirmou a companhia.

A atualização aconteceu em um texto publicado na última semana que relata os esforços da Meta em relação às eleições deste ano. Entre as medidas, estão a parceria com checadores de fatos e a “remoção de conteúdos que violam as políticas voltadas para supressão de votos, ou seja, para conteúdos que desestimulam o voto ou interferem na votação”.

Esses conteúdos, que já são proibidos, também foram aprovados nos anúncios que a Global Witness publicou, o que mostra um baixo cumprimento das próprias regras da Meta. “O Facebook sabe muito bem que sua plataforma é usada para espalhar desinformação eleitoral e minar a democracia em todo o mundo”, disse Jon Lloyd, consultor sênior da ONG.

“Apesar dos autoproclamados esforços do Facebook para combater a desinformação, particularmente em eleições de alto risco, ficamos chocados ao ver que eles aceitaram todos os anúncios de desinformação eleitoral que enviamos no Brasil”, completou.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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