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Após Twitter, LinkedIn anuncia fim dos Stories na rede social

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LinkedIn dá fim aos Stories
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LinkedIn dá fim aos Stories

O LinkedIn anunciou na terça-feira (31) que vai encerrar o recurso de Stories na plataforma. A ferramenta vai permanecer ativa até o final de setembro. O anúncio vem logo após o  Twitter encerrar o Fleets, seu recurso de Stories.

No Linkedin, os  Stories sequer completaram um ano globalmente. No início, a rede social lançou a novidade alegando que os usuários poderiam fazer publicações sem pensar que elas permaneceriam em seus perfis para sempre.

Conforme o uso, porém, a percepção da empresa foi diferente. “Ao desenvolver os stories, presumimos que as pessoas não gostariam de vídeos informais ligados aos seus perfis e que a efemeridade reduziria as barreiras que as pessoas sentem ao postar. Acontece que vocês desejam criar vídeos duradouros que contem suas histórias profissionais de uma forma mais pessoal e que mostre sua personalidade e experiência”, disse Liz Li, diretora sênior de produto do LinkedIn.

De acordo com ela, os usuários querem mais ferramentas criativas para criar vídeos em um contexto profissional. Por isso, o LinkedIn está pensando em novas estratégias para vídeos, em um formato mais “rico e comunicativo” que os Stories.

Depois do Instagram se apropriar do formato do Snapchat de vídeos que desaparecem em 24 horas, o recurso de Stories viralizou, passando a aparecer em quase todas as redes sociais. Em algumas, porém, o formato não faz sentido para o público, o que fez com que ele fosse abandonado por plataformas como Twitter e LinkedIn.

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Chip voador menor que um grão de areia pode monitorar doenças e poluição

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Chip voador
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Chip voador

Pesquisadores americanos criaram uma tecnologia tão inusitada que poderia ter saído de um filme de ficção-científica: um microchip voador do tamanho de um grão de areia e possivelmente o menor dispositivo aéreo já feito. Projetados para serem carregados pelo vento, eles podem ter uma infinidade de aplicações, com destaque para o monitoramento de doenças e níveis de poluição do ar.

O artigo, publicado originalmente na revista científica Nature, documenta a pesquisa realizada por uma equipe da Northwest University, de Washington nos Estados Unidos. Os pesquisadores afirmam que se inspiraram no design de sementes de algodão e de outras plantas para desenvolver o curioso microchip.

Cientistas “venceram a biologia”

Na natureza, esse tipo de semente cai lentamente, girando igual a um helicóptero, para poder ser pega pelo vento e se espalhar para longe da árvore que a gerou, aumentando assim a diversidade genética da espécie. Inspirados por esse mecanismo biológico, os cientistas criaram “estruturas que caem em uma trajetória mais estável e em velocidades terminais mais lentas do que sementes equivalentes”, como disse o professor John A. Rogers à Vice.

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Para ele, a equipe “venceu a biologia” ao conseguir replicar o mecanismo natural em um microchip consideravelmente menor do que uma semente de algodão e mais eficiente em termos de física aerodinâmica.

Eles são projetados para serem carregados pelo vento e podem, por exemplo, rastrear doenças transmitidas por vias aéreas e monitorar a poluição do ar. Além disso, os cientistas sugeriram que eles podem ser produzidos com materiais biodegradáveis para evitar ao máximo qualquer impacto ambiental.

Vídeo explica funcionamento do microchip voador:

Rogers explicou que o design de “helicóptero” não dribla as leis da aerodinâmica. A partir de determinado tamanho, os benefícios dessa estrutura desaparecem. Ou seja, o microchip poderia ser ainda menor, mas ele “cairia como uma pedra”. Por isso, sua atual escala seria o máximo “que a física permite”.

Microchips podem carregar uma variedade de tecnologias

Mas isso também traz algumas vantagens. Os microchips voadores conseguem ser grandes o suficiente para transportar eletrônicos, sensores e fontes de energia. A equipe testou várias versões que podiam carregar tecnologias úteis, como antenas para permitir a comunicação sem fio com um smartphone ou entre os chips. Outros sensores podem monitorar acidez do ar, qualidade da água e radiação solar, por exemplo.

“Não pensamos nesses dispositivos como um componente de monitoramento permanente, mas sim como componentes temporários que atendem a uma necessidade específica de duração finita. É assim que estamos imaginando as coisas atualmente: você monitora por um mês e então os dispositivos morrem, se dissolvem e desaparecem, e então você tem que reimplantá-los”, disse o pesquisador.

O projeto ainda está na fase conceitual e passa longe de estar pronto para ser solto pela atmosfera, mas a equipe segue trabalhando em protótipos e quer expandir ainda mais as opções de aplicação com designs diferentes. Assim, o potencial dessa inusitada tecnologia se torna ainda maior.

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Facebook rebate relatório que diz que Instagram é ‘tóxico’ para adolescentes

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Relatório aponta que rede social pode prejudicar adolescentes
Unsplash/Laura Chouette

Relatório aponta que rede social pode prejudicar adolescentes

Quase duas semanas depois do The Wall Street Journal  vazar um relatório no qual o Facebook admite que o Instagram prejudica a saúde mental de adolescentes, a rede social decidiu responder sobre o caso.

Em uma publicação no blog do Facebook neste domingo (26), Pratiti Raychoudhury, vice-presidente e líder de pesquisa da empresa disse que o Instagram não é tóxico para adolescentes.

No texto, Raychoudhury descreve o relatório citado pelo jornal e afirma que ele foi tirado de contexto. Novos dados que não estavam presentes na reportagem foram mostrados, alegando que o Instagram, na verdade, faz bem para os mais jovens.

A vice-presidente afirma que faltou “contextualizar descobertas específicas” e “deixar clara a natureza” da pesquisa citada pelo WSJ. “Algumas das pesquisas contaram com a opinião de apenas 40 adolescentes e foram projetada para informar conversas internas sobre as percepções mais negativas dos adolescentes sobre o Instagram. Não mediram relações causais entre o Instagram e problemas do mundo real”, escreveu Raychoudhury.

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Na reportagem, o WSJ divulgou o conteúdo presente em slides que circularam em apresentações dentro do Facebook. A empresa tinha informações como “nós pioramos os problemas de imagem corporal de uma em cada três garotas adolescentes”.

Raychoudhury rebate dizendo que “esses documentos foram criados e usados ​​por pessoas que entendiam as limitações da pesquisa, razão pela qual ocasionalmente usavam linguagem abreviada e não explicam as ressalvas em todos os slides”.

A executiva ainda afirma que algumas pesquisas foram feitas para procurar justamente os piores resultados possíveis, a fim de melhorar as ferramentas presentes no Instagram. “Nossa pesquisa interna é parte de nosso esforço para minimizar o que há de ruim em nossas plataformas e maximizar o que há de bom. Investimos nessa pesquisa para identificar proativamente onde podemos melhorar – por isso os piores resultados possíveis são destacados nos slides internos”, escreveu.

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